Wagner Moura é um ator baiano,natural de Rodelas, nascido em 27 de
junho de 1976.
Oriundo do teatro, chegou às telas de cinema por ter se destacado na
peça A máquina de João Falcão.
Participou de importantes produções do cinema nacional até chegar a TV
na participação que fez em Carga Pesada.
De lá, integrou o elenco do seriado Sexo Frágil até ser convidado para
estreiar em novelas vivendo o galã de A lua me disse. Depois fez JK e
tem como trabalho mais recente na TV, o marcante vilão da novela das 8,
Olavo Novaes.
No teatro, seu último texto foi Dilúvio em tempos de seca e no cinema,
pode ter seu trabalho conferido no polêmico Trope de elite , no qual
faz um policial do BOPE.
TRABALHOS
Teatro 2005 Dilúvio em tempos de seca 2004 A máquina 2002 Os solitários 1999 Abismo de rosas 1996 A casa de Eros 1996 Cuida bem de mim
Curtas 1998 Pop Killer 1999 Rádio Gogó 2004 Desejos 2006 Ópera do Mallandro
Cinema 2000 Sabor da paixão (Wonam on top) 2001 Abril despedaçado 2002 As três Marias 2003 O caminho das nuvens 2003 O homem do ano 2003 Carandiru 2003 Deus é brasileiro 2004 Cidade Baixa 2004 Nina 2007 Ó pai ó 2007 Saneamento Básico, o filme 2007 Tropa de elite 2008 Romance
TV 2003 Sexo Frágil 2003 Cena aberta - A hora da estrla 2003 Homem Objeto (Quadro do Fantástico) 2003 A grande família 2003 Carga Pesada 2004 Fazendo história - Inseparáveis 2005 Programa Novo 2005 Sitcom.br - Mais alguma coisa? 2005 A Lua me disse 2006 JK 2007 Paraíso Tropical
Ideailzadora: Déia Apoio: Fã-clube Máfia do Sexo Frágil Responsável: Carol Monteiro Colaboram: Andressa Santos, Nathy, Bruna Voghel e Indira Contato: carolcamori@yahooo.com.br Layout por: Luh Senhorito
Sexta-feira, Maio 16, 2008
Prêmio APCA
No dia 05 de maio,Wagner Moura recebeu o prêmio APCA de melhor ator de TV,por seu personagem Olavo em "Paraíso Tropical".Segue abaixo uma galeria do evento.
Wagner Moura, o Capitão Nascimento do longa Tropa de Elite, foi um dos famosos clicados na festa de relançamento de uma publicação da SBAT (Sociedade Brasileira de Autores Teatrais), a Revista do Teatro. O evento ocorreu na última segunda-feira, dia 12.
A comemoração rolou no restaurante La Fiorentinna, Rio de Janeiro. Por lá também passaram Marieta Severo, a Dona Nenê de A Grande Família, Paulo José e Drica Moraes, que estrela o A Ordem do Mundo, no Teatro Clara Nunes, Rio de Janeiro.
Atores prestigiam relançamento da 'Revista do Teatro' no Rio
Wagner Moura, Marieta Severo e Drica Moraes estão entre os que passaram pelo evento
Wagner Moura, Georgiana Góes, Aderbal Freire Filho e Marieta Severo prestigiaram o relançamento da "Revista do Teatro"
O relançamento da "Revista do Teatro", da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais, reuniu no Rio, na noite desta segunda feira, 12, grandes diretores e atores. Entre os que prestigiaram o evento, Wagner Moura, Georgiana Góes, Drica Moraes, Marieta Severo e Paulo José, além do diretor Aderbal Freire Filho. O lançamento foi no restaurante La Fiorentina - no Leme, Zona Zul do Rio -, tradicional ponto de encontro da classe teatral e famoso por ter em suas paredes autógrafos de celebridades.
Sandra Delgado gravou os batidores da peça Hamlet, protagonizada pelo seu marido, Wagner Moura. O resultado do seu documentário, 'Além Hamlet', passará no Multishow, no dia 27 de junho, de acordo com o jornal O Globo.
Já a peça de Wagner estreará no dia 20 de junho, em São Paulo.
10º Prêmio Contigo de TV: Lágrimas, risadas e muito glamour
Wagner Moura se ajoelha para receber Camila Pitanga.
Os dois venceram na categoria Melhor Par Romântico, pela dupla Olavo e Bebel, de Paraíso Tropical
Os luxuosos salões do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, receberam as estrelas da décima edição do Prêmio Contigo!, na segunda-feira (28)
Como manda a tradição, o tapete vermelho estendeu- se sobre o piso do luxuoso Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, para receber as estrelas do 10º Prêmio Contigo! de TV, na segunda-feira (28). Atrizes, atores, diretores, apresentadores e dramaturgos desfilaram pelos salões - ao todo, cerca de 650 convidados. O encontro serviu para trocas calorosas de abraços, risadas e muita emoção. No palco, Fernanda Torres, que acabou de dar à luz Antonio, foi substituída por sua mãe, Fernanda Montenegro, em dupla com Luiz Fernando Guimarães. A diva inovou: no lugar do esperado beijo técnico entre apresentadores, ela preferiu dar uma sensual "pernada" nele. Ou melhor, duas!
Na platéia, quem riu muito com a cena foi Camila Pitanga. No oitavo mês de gravidez de Antonia, a atriz foi o alvo de mimos dos colegas. Ninguém resistia à sua barriga. E o bebê respondia dando suas sacudidas. Na premiação, os vilões Olavo e Bebel se deram bem. Camila dividiu o prêmio de Melhor Par Romântico com Wagner Moura e ainda ganhou como Melhor Atriz. Wagner também foi contemplado com a estatueta de Melhor Ator. E Antonio Fagundes foi o grande homenageado da festa por seus 42 anos de carreira. O fim da noite ainda teve uma novidade: para marcar a 10ª edição do prêmio, o DJ Zé Pedro assumiu as picapes e levou todos para a pista. Inesquecível!
Marcos Paulo, 57 anos, surgiu ao lado da namorada, a atriz Antônia Fontenelle, 34, que usava um colar com a palavra "desejo". Ela explicou: "Desejo que Marcos ganhe o prêmio (Melhor Diretor) e o vestido vermelho também remete ao desejo". Ele não levou, mas ganhou elogios da namorada: "Marcos é um menino, a gente está sempre brincando e é por isso que nos damos tão bem", disse a atriz.
Wagner Moura, 31 anos, se ajoelhou para se desculpar com Camila Pitanga, 30. Na hora de receber o prêmio de Melhor Par Romântico, ele não percebeu que a amiga, no oitavo mês de gravidez, o aguardava em pé para acompanhá-lo ao palco. A platéia chamou sua atenção. "Gente, ele não esqueceu a Camila. Ele só não a viu", explicou Fernanda Montenegro. Desconsertado, o ator se jogou aos pés da companheira, estendeu as mãos e foi perdoado.
Juliana Paes, 29 anos, chegou sozinha à cerimônia. E sem a aliança de noivado. Calma! Logo na entrada, a atriz explicou: "Dudu (Carlos Eduardo Baptista, seu noivo) está trabalhando. E eu esqueci a aliança no boxe do banheiro, quando a tirei para tomar banho." E Juliana Paes confessou que estava "insegura com o batom vermelho" e pediu um espelhinho emprestado para checar a maquiagem. Fora isso, parecia muito à vontade no salão. Assim que avistou
Deborah Secco, 28 anos, não pensou duas vezes e tascoulhe um aperto no bumbum. "Já ia dar um soco!", disse a assustada Deborah, quando viu que se tratava da amiga. Juntas, riram muito.
Wagner Moura: “A mulher chique é a que está satisfeita consigo mesma”
O novo bonitão da Marisa, o baiano Wagner Moura, baixa a guarda do capitão Nascimento e abre a intimidade do ator que dominou as telas brasileiras no ano que passou.
Com apenas 31 anos, o ator baiano Wagner Moura atingiu o estrelato como poucos conseguiram.Após fazer um tremendo sucesso com o cafajeste Olavo, na novela Paraíso Tropical ,ele encarnou com perfeição o Capitão Nascimento,líder do BOPE,no filme Tropa de Elite .Agradou tanto que vai levar um tempo até que os “pede pra sair, zero-dois”, “Você é um fanfarrão” ou “Bota na conta do Papa”, imortalizados pelo implacável policial de preto,saiam do vocabulário popular.Mudando para paisagens menos violentas,mas de um tipo diferente de tragédia,agora o ator se prepara para voltar ao teatro,onde começou,interpretando um dos mais famosos personagens do bardo inglês William Shakespeare.Em junho,Wagner estréia a peça Hamlet, que ficará em cartaz até o ano que vem.Portanto só veremos novamente sua cara nas telas do cinema ou nas novelas em 2009.Wagner nos recebeu em um estúdio onde estava gravando os novos comerciais das Marisa-agora que ele é o novo bonitão da campanha publicitária que já esta no ar.Bem à vontade e apenas um dia após a premiação do Urso de Ouro de melhor filme no Festival de Berlim,ele nos conta com exclusividade a importância do prêmio,seus projetos futuros e um pouco da sua vida íntima.
O que significa o Tropa de Elite ser premiado com o Urso de Ouro no Festival de Berlim?
É um prêmio que é importante para todo mundo que faz cinema no Brasil e na América Latina.A gente tem tido cada vez mais filmes nos festivais grandes do mundo.Tanto o cinema brasileiro,quanto o mexicano e o argentino,principalmente.E ganhar o Urso de Ouro é maravilhoso!Acho que é o segundo ou terceiro prêmio mais importante do cinema no mundo.E para mim e para o José Padilha[diretor do filme],além de ser incrível foi uma recompensa muito grande.A gente brigou muito,tanto aqui quanto lá fora,para defender o filme de interpretações tortas.
Por chamarem o filme de fascista?
É.A gente defendeu muito o filme ,acho que o prêmio foi um entendimento e uma resposta:”Pô!O filme que a gente fez é o que está sendo premiado lá fora”.Não acredito que alguém no mundo,ainda mais um cineasta político e um humanista de esquerda como o Costa-Gravas iria premiar um filme fascista.
O que aconteceu na hora da exibição do filme?
Foi uma confusão,acho,do próprio Festival.As sessões para a imprensa,geralmente,são passadas com cópias legendadas em inglês.E a nossa cópia sumiu.Então foi um filme em português com a legenda em alemão.A crítica pior que agente teve foi da Variety,que quando eu li,vi claramente uma crítica de alguém que não tinha entendido o filme.
Você chegou a conversar com o Rodrigo Pimentel?
Com o Pimentel não.Depois eu falei com o Zé Padilha,com o Marcos Prado[produtor do filme].Estavam lá,ainda meio chapados,indo para uma coletiva.Estavam super felizes.
Depois do Capitão Nascimento as pessoas começaram a reconhecer mais você?
Esse filme foi visto por 11 milhões de pessoas antes de estrear.Tropa de Elite foi um fenômeno popular aqui no Brasil muito grande.Além disso,o filme apareceu numa época em que eu estava fazendo a novela das oito,que também nunca tinha feito.Então,o ano passado foi um ano em que fiquei mais em evidência,talvez,da história toda da minha carreira.
Porque esses filmes com uma temática violenta,como Cidade de Deus e o próprio Tropa de Elite,fazem tanto sucesso no Brasil?
Não sei se faz tanto sucesso aqui no Brasil...Primeiro porque são bons filmes,independentemente de suas temáticas.São filmes bem realizados,feitos por bons cineastas.Outra coisa é que a violência faz parte da nossa vida cotidiana,dos brasileiros.Mas ainda das pessoas que moram nas favelas.Essas sim são as verdadeiras vítimas da violência no Brasil.Então,acho que é uma identificação que nós temos com o assunto,que talvez seja o tópico mais importante a ser debatido hoje no Brasil.E acho que o filme até contribuiu com isso.Nunca vi nenhum ser tão discutido no país como foi o Tropa de Elite.
O que achou da iniciativa de algumas pessoas que haviam assistido ao filme em cópia pirata de pagar o valor do ingresso à produtora,que por sua vez decidiu doar esse dinheiro ao Instituto Nacional do Câncer?
Não fiquei sabendo disso.Sério?Não deve ter sido uma fortuna,mas é uma coisa bonita.Legal,muito legal.
Seu último papel em novelas foi o Olavo,que fez muito sucesso com a Camila Pitanga.Televisão,teatro,cinema,você já fez os três.Qual te atrai mais?
Sou um cara do teatro.Comecei lá.E acho que o ator tem um espaço no teatro que ele não tem em canto nenhum.Este ano vou fazer outra peça,voltar aos palcos.E não posso negar que é o que mais gosto de fazer.
Parte de sua geração[Lázaro Ramos,você,Vladimir Brichta]apareceu na peça de teatro A Máquina de João Falcão e depois apareceram outros atores baianos também,como João Miguel.Vocês faziam parte de algo que pudesse se chamar de uma “cena” de teatro ou surgiram de diferentes grupos?
Eram grupos distintos,mas fazendo teatro em Salvador.Todo mundo se conhece.Mas Lázaro era de um grupo chamado Bando Teatro Olodum.Era não,ainda é.Ele se considera do grupo.Vladimir Brichta também tinha outro.Mas todo mundo trabalhando muito junto,sempre se cruzando o tempo todo.Então somos amigos há uns 15 anos,mais ou menos.
E como foi o seu começo no teatro?
Meu começo foi em um grupo de adolescentes que chamava Casa Via Magia.Tinha uma galera que fazia teatro lá.Tinha uma amiga que estudava na mesma escola que eu,a gente fazia algumas peças juntos lá,e ela me convidou para entrar no grupo.Fui pra lá e achei um barato.
Qual vai ser essa nova peça que você vai fazer?
Vou fazer Hamlet.Vou estrear aqui,em São Paulo,no teatro FAAP,em junho,provavelmente no dia 6.Neste mês[fevereiro]começam os ensaios no Rio de Janeiro,com um elenco do Rio,todo mundo de lá.Mas a gente estréia em São Paulo.
E para o cinema,algum novo plano?
Tem um romance que vai ser lançado esse ano,mas não sei quando.E tem outros projetos para fazer,mas só depois da peça.Estou priorizando mesmo a peça.É o que quero fazer agora.Devo ficar com ela em cartaz até 2009 e depois tem uns projetos de cinema para fazer de novo.
Você fez o Olavo,que era o tipo canastrão.O Capitão Nascimento,que era mais truculento.E na mesma época saiu o filme,Saneamento Básico,em que você fazia um personagem mais tranqüilo,suave.Como você trabalha para criar tantos personagens diferentes?
Sei lá.Cada um é um processo diferente.E o barato do ator é esse mesmo,justamente poder fazer personagens diferentes.Então é isso.Cada interpretação tem um jeito de você fazer.
Vamos agora falar um pouco do lado pessoal de Wagner Moura.O que mudou na sua vida depois que se tornou pai?
Sua vida só fica melhor.Só melhora tudo.
Você é bem casado,excelente filho e irmão.Qual é a fórmula,se é que ela existe?
Não sei,não tem fórmula.Tento,quando não estou trabalhando,ficar muito em casa,perto das pessoas de que gosto,não só do meu filho,mas meus amigos também.É o que todo mundo faz,estar perto de quem ama.Não tem muito segredo,não.
Você ajuda nas tarefas domésticas?
Tanto quanto possível[risos].Se precisar fazer,eu faço.
Como você se veste?Quem escolhe suas roupas?
Eu mesmo escolho minhas roupas.Gosto de uma coisa confortável.Não gosto de roupas que chamem muita a atenção.Mas das que seje legais,casuais.
Você é um homem vaidoso?
O conceito de vaidade é muito louco.Porque tem algumas vaidades que você tem.Mas com a minha aparência,não muito.Não sou um cara que perco tempo me arrumando.
Faz algum tipo de exercício?
Não faço nada.Nada mesmo.Não acho isso uma virtude.
Por que não gosta ou por que não tem tempo?
Uma mistura das duas coisas.Quando você faz novela,não tem tempo de fazer nada.E também tive um problema no meu pé.Tive que operar meu tornozelo.Então não posso fazer nada muito forte.Mas gosto de fazer jiu-jitsu,que é uma coisa que me dá prazer de fazer,sem ser aquela coisa chata de ir em academia.Mas nem isso estou podendo fazer.
O que é uma mulher chique?
Olha tanto a mulher como o homem,para ser chique,precisa estar satisfeito consigo próprio.Se entender,ser fiel a si mesmo e,portanto,fiel aos outros.Não tem que passar nada que não seje de verdade,que não seja quem ele realmente é.
Você se acha um homem chique,bonito?
Não sei...Eu me considero um cara normal e feliz comigo e com a minha vida.
A Bahia é especialmente maravilhosa?
Eu sou doido pela Bahia.Salvador é uma cidade muito legal,culturalmente muito rica.Tem influência tanto da cultura portuguesa,como da africana,quanto da própria cultura que se criou lá dentro.Tem a influência das culturas religiosas:catolicismo,candomblé.Da musicalidade....Isso tudo criou na Bahia um ambiente muito propício a se fazer arte.Muito conhecida pela música feita lá.Pelos grandes músicos que de lá saíram.Salvador tem muitos artistas plásticos maravilhosos,atores muito bons,diretores, o povo do teatro.O cinema de Salvador está retomando agora depois de um tempo hibernando.É uma cidade maravilhosa de ser morar.O povo é legal,desencanado,alto astral.Eu adoro.
Fale de um filme,uma música e um livro que são inesquecíveis.
Eu gosto muito de Oito e meio,de[Federico]Fellini.É um filme que eu adoro porque é sobre criação,delírios criativos.E,em música,sou um fã do Radiohead.Inclusive o Johnny Greenwood[guitarrista da banda]ganhou um prêmio lá em Berlim[pelo filme Sangue Negro].O último cd do Radiohead estou escutando muito,o In Rainbows.
Ah,aquele que venderam pela Internet.Quanto você pagou por ele?
Eu não paguei nada,peguei de graça.Não foi nem eu.Meu cunhado que fez o download e me deu.Mas o certo era eu colocar um real na mão do Radiohead[risos].E qual era mesmo a outra coisa?
Um livro.
Um livro...Não sei se tem um livro assim.Se tiver,talvez seja Hamlet.Porque talvez seja a coisa mais bonita que eu já li.E agora vou ter o prazer de fazer no teatro.
Tem algum hooby?
Gosto de estar com meus amigos,com as pessoas de que gosto.Cozinhar em casa.Ficar quieto.
Qual a sua idade?
Tenho 31.
Qual o seu signo?
Câncer.
Altura?
1,80m.
Peso?
[Risos]80 quilos.
E você está feliz em ser o bonitão da campanha da Marisa?
Estou super feliz.Fiz algumas fotos bem legais e coincidiu de ser na mesma hora em que soube o resultado do Urso de Ouro.Então estou muito feliz nas fotos.E adorei o texto do comercial,que é uma coisa sincera de falar,de declaração às mulheres.Gosto muito das mulheres.Sempre gostei,e me senti bem com os textos.Achei muito legal.
Wagner Moura vai substituir as armas utilizadas em Tropa de Elite por uma espada de esgrima. É que, segundo o jornal Folha de S.Paulo, o ator está fazendo aulas no Rio de Janeiro para aprender a manejar o instrumento e poder atuar na peça Hamlet.
Com estréia no dia 20 de junho em São Paulo, a peça de Shakespeare será realizada no palco do Teatro da Faap.
APCA premia melhores de 2007 em cerimônia arrastada
Camila Pitanga e Wagner Moura levaram os prêmios de melhor atriz e ator de TV
Camila Pitanga e Wagner Moura foram as estrelas da noite de entrega do Prêmio APCA 2007, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte aos melhores do ano passado nas áreas artes visuais, cinema, dança, literatura, música popular, rádio, teatro, teatro infantil e televisão. A cerimônia foi realizada na noite de segunda (5), no teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo.
A festa, que teve ritmo arrastado, contou com apresentação do casal Fernanda Young e Marcelo Serrado, que levaram, respectivamente, os troféus por melhor programa de entrevista e melhor ator --prêmio que Serrado dividiu com Wagner Moura. Camila Pitanga dividiu o prêmio de melhor atriz com Jussara Freire.
A dupla de apresentadores não conseguiu entreter o público e o silêncio muitas vezes foi constrangedor. "Gente, que silêncio! Teatro precisa de luz, de vozes!", disse Jussara Freire ao subir ao palco.
A gafe da noite ficou por conta de Fernanda Young, que anunciou "Salmo 21" ao invés de "Salmo 91", nome correto da peça que deu o prêmio de melhor direção a Gabriel Villela. Ao subir no palco o diretor corrigiu a apresentadora, que teimou em dizer que não havia errado, para depois afirmar: "Estava escrito errado". Ela estava certa: no programa distribuído à platéia, o nome da peça também estava incorreto. Constrangimento total. Young ainda aproveitou o espaço para propagandear um monólogo que estréia em breve na capital paulista.
Enquanto os apresentadores anunciavam os prêmios, alguns fotógrafos tentaram fazer imagens de Selton Mello, vencedor na categoria melhor ator de cinema. Ríspido, o ator dispensou os fotógrafos, alegando que queria prestar atenção na cerimônia.
A turma de apresentadores do "Hoje em Dia", vencedor como melhor programa feminino, Britto Jr., Eduardo Guedes, Ana Hickmann e Chris Flores, era a mais bem vestida da noite, onde modelos de gala eram exceção. Hickmann se emocionou ao receber o troféu.
"Acho que o nosso segredo é a união. Não há espaço para estrelismos, somos uma família e cada um é competente em uma área", disse Guedes, acompanhado da namorada, Daniela Zurita. "Somos um grupo coeso há três anos", completou Hickmann.
Bibi e Autran
O momento de maior emoção da noite foi quando Bibi Ferreira recebeu o troféu Grande Prêmio da Crítica. Aplaudida de pé, ela dedicou o troféu à classe teatral e a um amigo morto no ano passado.
"Eu tenho a sensação que vou continuar fazendo isso [teatro] por muito tempo. Quero dedicar esse prêmio ao Paulo Autran, homem que fez teatro como nenhum outro", falou, emocionada.
Autran também foi homenageado pelo ator Ivam Cabral, que recebeu o Prêmio Especial da Crítica, em nome do grupo Os Satyros, pelo evento Satyrianas, que reuniu mais de mil artistas na praça Roosevelt, no centro de São Paulo, numa maratona teatral.
"Quero dedicar ao Paulo Autran e ao Lauro César Muniz, que foram os homenageados das Satyrianas 2007", disse. O musical "My Fair Lady", protagonizado por Amanda Acosta e Daniel Boaventura, foi eleito o melhor espetáculo do ano.
Fernanda Takai foi ao palco receber o prêmio de melhor álbum, por "Onde Brilhem os Olhos Seus". "Quero dedicar ao Nelson Motta, que teve a idéia desse disco, e à minha empresária, Patrícia Tavares. E, claro, à Nara Leão", discursou.
Olavo e Bebel
Wagner Moura também arrancou muitos aplausos, ao receber o troféu por seu Olavo, em "Paraíso Tropical".
"São Paulo é o lugar em que se exerce a melhor crítica. Já ganhei um APCA com o cinema e, agora, este com a TV. Quem sabe ano que vem eu não ganho com o teatro", brincou.
Mas o aplauso mais vigoroso foi para Camila Pitanga, que chegou acompanhada do pai, Antonio Pitanga, e subiu ao palco grávida de oito meses, para receber o prêmio de melhor atriz, por sua Bebel, em "Paraíso Tropical", que levou também o troféu de melhor novela.
"Estou no oitavo mês de gravidez e, mesmo assim, fiz questão de vir, pelo respeito que tenho a esse prêmio. Estou muito emocionada. Quero dedicar à atriz Camila Amado, que me ajudou na preparação da Bebel, e à turma que estudou comigo na UniRio [Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro]", discursou.
Confira os vencedores em todas as categorias do Prêmio APCA 2007:
Artes Visuais
Grande Prêmio da Crítica: "Cinéticos"/Instituto Tomie Ohtake
Retrospectiva: "Vieira da Silva"/MAM-SP
Exposição Internacional: "Kurt Schwitter- 1887-1948- O Artista Merz"/Pinacoteca do Estado
Instituição Cultural: "Instituto Moreira Salles"/Marc Ferrez
Obra Gráfica: "Guto Lacaz"/Centro Cultural S.Paulo
Fotografia: "Vicente de Mello"/Pinacoteca do Estado
Iniciativa Cultural: Fundação Ema Gordon Klabin
Cinema
Filme: "Jogo de Cena"
Diretor: José Padilha/"Tropa de Elite"
Fotografia: "Baixio das Bestas"/Walter Carvalho
Roteiro: "Cão Sem Dono"/Beto Brant-Renato Ciasca/Marçal Aquino
Montagem: "Tropa de Elite"/Daniel Rezende
Ator: Selton Mello/"O Cheiro do Ralo"
Atriz: Carla Ribas/"A Casa de Alice"
Dança
Espetáculo: "Experimentações Inevitáveis +Antropofágica3"/Cia. Nova Dança 4
Criação/Intérpretes: "Vapor - Helena Bastos"/Raul Rachou
Concepção em Dança: Gustavo Ciríaco/"Still Sob o Estado das Coisas"
Bailarino: Dielson Pessoa/Balé da Cidade de São Paulo
Produção em Dança: Dora Leão/Platô Produções
Pesquisa em Dança: Cena 11 - "Pequenas Frestas de Ficção Sobre Realidade Insistente"
Percurso da Pesquisa: Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira/5 anos
Literatura
Ficção: "O Filho Eterno"/Cristóvão Tezza
Não-Ficção: "O Príncipe Maldito"/Mary del Priore
Contos: "A Copista de Kafka"/Wilson Bueno
Memórias: "Conspiração de Nuvens"/Lygia Fagundes Telles
Reportagem: "O Chão de Graciliano"/Audálio Dantas e Tiago Santana
Poesia: "Belvedere"/Chacal
Música Popular
Disco: "Onde Brilhem os Olhos Seus"/Fernanda Takai
Cantora: Roberta Sá
Cantor: Paulinho da Viola
Grupo: Orquestra Imperial
Revelação Feminina: Marina de La Riva
Revelação Masculina: Edu Krieger
Grupo Revelação: Fino Coletivo
Rádio
Grande Prêmio da Crítica: Rádio Eldorado AM - Ingresso no setor esportivo em parceria com a ESPN Brasil
Musical: "Sala de Professores"/Eldorado FM
Variedades: "Fim de Expediente"/CBN
Cultura: "Noites Paulistanas"/CBN
Internet: "Podcast Muqueca de Siri"/www.muquecadesiri.podomatic.com
Humor: "Energia na Veia"/Radio Energia 97
Programa: "Plug Eldorado"/Eldorado AM
Teatro
Espetáculo: "My Fair Lady"
Diretor: Gabriel Villela/"Salmo 91"
Atriz: Renata Zhaneta/ "A Grande Imprecação Diante dos Muros da Cidade e Macbeth - A Peça Escocesa"
Ator: Guilherme Weber/"Educação Sentimental do Vampiro"
Autor: Fauzi Arap/"Chorinho"
Prêmio Especial da Crítica: Satyrianas
Grande Prêmio da Crítica: Bibi Ferreira
Teatro Infantil
Espetáculo: "O Tesouro do Balacobaco"
Texto: "O Cadarço Laranja"/Milton Morales Filho
Texto Adaptado: "Othelito"/Ângelo Brandini
Direção: "Fábulas"/Fernando Yamamoto
Ator: Rogério Ferraz/"Fábulas"
Atriz: Alexandra Golik/"Peter Pan e Wendy"
Cenário: "O Menino Teresa"/Marisa Bentivegna
Televisão
Novela: "Paraíso Tropical"/Gilberto Braga (Globo)
Atriz: Camila Pitanga/"Paraíso Tropical" (Globo); e Jussara Freire/"Vidas Opostas" (Record)
Ator: Wagner Moura/"Paraíso Tropical" (Globo); e Marcelo Serrado/"Vidas Opostas" (Record) e "Mandrake" (HBO)
Programa de Entrevistas: "Irritando Fernanda Young"/GNT
Programa Feminino: "Hoje em Dia"/Record
Wagner Moura recebe prêmio e diz que vai se dedicar ao teatro
O ator Wagner Moura, 31 anos, foi um dos grandes destaques da cerimônia de premiação dos melhores de 2007 da APCA - Associação Paulista dos Críticos de Arte, realizada nessa segunda-feira, em São Paulo.
Durante o evento, Wagner, que recebeu o prêmio de melhor ator de televisão por sua atuação como o vilão Olavo, na novela global Paraíso Tropical, e fez sucesso com o capitão Nascimento no premiado Tropa de Elite, afirmou que pretende se dedicar ao teatro em 2008.
"Em 20 de junho estréio no Teatro Faap uma montagem de Hamlet, dirigida por Aderbal Freire-Filho. É um personagem que sempre quis fazer e resolvi estrear em São Paulo porque acredito que é aqui que se faz a crítica mais especializada do País", elogiou.
Tranqüilo, o baiano da cidade de Rodelas diz que não se incomoda com o assédio das fãs.
"Comecei a ficar mais conhecido, mas não posso me incomodar com o reconhecimento, faço tudo normalmente", simplificou.
Comandado por Marcelo Serrado e Fernanda Young, o evento, que premiou profissionais das artes visuais, cinema, teatro, música, rádio, dança, televisão e literatura, contou ainda com a presença de famosos como Selton Mello, Dan Stulbach, Camila Pitanga e Ricardo Linhares.
A apresentação da festa ficou por conta de Fernanda Young e Marcelo Serrado
1. Wagner Moura; 2. Edu Guedes, Chris Flores, Ana Hickmann e Brito Junior; 3. Selton Mello
Camila Pitanga, Wagner Moura, Marcelo Serrado, Selton Mello, Ana Hickmann e Brito Junior foram algumas das personalidades que subiram ao palco do Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, na noite de segunda-feira (5), para receber o prêmio dos melhores das artes em 2007, da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA).
O troféu-escultura da APCA, entidade sem fins lucrativos, foi criado há 51 anos pelo artista plástico pernambucano, Francisco Brennand, e é formado por jornalistas da área de cultura e variedades dos principais veículos da imprensa paulista.
A festa começou por volta das 19h30 tendo como mestres-de-cerimônias Fernanda Young, que também foi premiada como a apresentadora de "Irritando Fernanda", o melhor programa de TV, e Marcelo Serrado, ganhou o troféu APCA de melhor ator pela participação na novela "Vidas Opostas", da Record, e "Mandrake", na HBO.
Wagner Moura, o ator baiano ganhou o prêmio de melhor ator na TV por eletrizar o país com suas armações no papel de Olavo, em "Paraíso Tropical".
“Estou muito feliz por este prêmio. E estar ao lado de atores como Selton (Mello) e Marcelo (Serrado), que são referências da minha geração, é muito legal”, revelou
.
“São Paulo é um lugar onde a crítica é mais bem feita por isso vou trazer o meu espetáculo “Hamlet” para estrear aqui”, contou o ator que tem estréia da peça marcada para junho no Teatro Faap, em São Paulo.
O Programa “Hoje em dia”, da Record, levou o prêmio por ter sido o programa mais feminino do ano. Subiram ao palco para receber o troféu APCA o quarteto formado por Ana Hickmann, Edu Guedes, Brito Junior e Chris Flores. “O motivo do nosso sucesso é a nossa união e somos uma família. Estamos muito felizes com o prêmio”, comentou Brito Junior.
Selton Mello estava alegre e bem-humorado ao receber o prêmio de melhor ator de cinema pela atuação no filme “O Cheiro do Ralo”. “Estou muito feliz em ganhar o prêmio da APCA por este trabalho, ainda mais colado com o Wagner (Moura) com Capitão Nascimento”, brincou.
“É um grande prazer em receber um prêmio tão sério e desta importância”. Quando perguntado sobre o namoro com a atriz Luana Piovani ele respondeu. “A Luana foi só no filme”, disse Selton, referendo-se a recentemente aproximação dele com a com a atriz no filme “A Mulher Invisível”.
Grávida de oito meses, Camila Pitanga foi a última personalidade a chegar ao local (21h15). Antes de enfrentar a ponte-aérea, Camila, teve que aguardar o consentimento do seu médico para viajar. Vestindo um longo Isabela Capeto e batom vermelho nos lábios, atriz, linda desde sempre, foi a mais assedia pela imprensa. Ela mal conseguia subir as escadas que davam até o palco devido à quantidade de fotógrafos. Chegou acompanhada de seu pai, Antonio Pitanga, e ao receber a premiação falou com voz embargada. “Este é um prêmio que tenho muito respeito. Estou muito emocionada. Só tenho muito a agradecer a todos”.
Wagner Moura ganha prêmio 'Contigo' por personagem Olavo
O ator levou os prêmios de Melhor Ator e Par Romântico na novela
Wagner Moura foi um dos vencedores do 10º Prêmio Contigo! de TV (...) Ele foi homenageado por sua atuação como o vilão Olavo de Paraíso Tropical.
Wagner levou os prêmios de Melhor Ator e Par Romântico, ao lado da colega Camila Pitanga, que viveu Bebel em Paraíso Tropical, escolhida Melhor Novela.
"O cara que faz o vilão da novela de Gilberto Braga já tem meio caminho andado para ganhar o prêmio de Melhor Ator. Eu queria falar dos colegas que concorreram comigo. Eu quero falar o quanto é importante ser amigo do Tony Ramos e do Antônio Fagundes", disse ele.
Fonte: O Dia Online
Texto editado por Carol Monteiro
A voz do astro Wagner Moura volta às telinhas, mais uma vez, como locutor do novo comercial do Bradesco. A nova campanha, assinada pela Neogama/BBH entra no ar para divulgar as ações que desenvolve no campo da responsabilidade ambiental e informar sobre os resultados obtidos dentro do posicionamento Banco do Planeta.
O comercial marcado por recursos gráficos que mostram sombras de árvores dominando as cenas já está no ar. O filme "Sombras" mostra cenas das fachadas de diferentes agências bancárias do Bradesco e situações cotidianas de seus correntistas usando os serviços do banco. À medida que a locução discorre sobre as realizações da instituição no campo ambiental, surge de forma crescente sobre as imagens a sombra de uma frondosa árvore.
A campanha quer mostrar que o Bradesco mantém, há 19 anos, uma parceria com a Fundação Mata Atlântica que já resultou no plantio de mais de 24 milhões de mudas com recursos obtidos através da comercialização de produtos como cartões de crédito e títulos de capitalização "verdes".
A comunicação desenvolvida para ser veiculada na mídia impressa segue a mesma linha de direção de arte, apresentando imagens de elementos que compõem a rede bancária com uma sombra de árvore sobreposta a elas.
Me desculpem mas acho que essa matéria passou batida por aqui em meio a uma semana na qual todo dia teve várias notícias novas sobre o Wagner.
Wagner Moura se encontra com Lula para mostrar o Urso de Ouro
Wagner Moura e André Ramiro, estrelas do filme Tropa de Elite, se encontraram com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
A dupla, junto com o diretor do longa-metragem, José Padilha, foi mostrar ao presidente o Urso de Ouro de melhor filme que Tropa de Elite ganhou no Festival de Berlim, realizado na Alemanha.
Orgulhoso pelo reconhecimento internacional de uma produção brasileira, Lula parabenizou a equipe do filme.
Wagner Moura é tão bom ator que, ao dar vida a um novo personagem, faz com que o anterior se perca um pouco na memória do público. Quando estava fazendo o trambiqueiro Olavo da novela Paraíso tropical, todo mundo se esqueceu de que ele tinha interpretado, também na Rede Globo, o presidente Juscelino Kubitschek na minissérie JK. E sua atuação foi tão convincente que não foram poucos os que torceram para que ele tivesse um final feliz com a prostituta Bebel, vivida por Camila Pitanga. Bastou, no entanto, estrear o filme Tropa de elite para que as pessoas só falassem do controvertido Capitão Nascimento, do Batalhão de Operações Especiais (Bope) do Rio de Janeiro – o capitão que adorava torturar. Graças à excelente interpretação de Moura, o filme ultrapassou a casa dos dois milhões de espectadores, maior bilheteria de um filme brasileiro em 2007 – ano em que participou também de Ó paí, ó (Monique Gardenberg) e Saneamento Básico (Jorge Furtado). Agora, Moura se prepara para encarnar no teatro o príncipe Hamlet, na tragédia homônima de William Shakespeare. Para ele, 2008 promete ser a continuação do sucesso de 2007.