Terça-feira, Novembro 29, 2005
27 de novembro, Rio - A edição carioca do Claro que é Rock atraiu muitos vips da telinha e da música.
Wagner e Sandra
Wagner e Débora Falabella
Wagner e Sua Esposa Sandra Delgado
Wagner Moura e sua Mulher Sandra Delgado
Fonte:Fuxico,Dirce,Babado.
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Fã clube Máfia do Sexo Frágil
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Sábado, Novembro 26, 2005
Wagner Moura é premiado no festival espanhol de Huelva por sua atuação no filme Cidade Baixa
Este é, inegavelmente, o ano de Wagner Moura. Ele, que estreou como ator de novela em "A lua me disse", e que agora grava a minissérie "JK", também arrasou na telona.
Wagner ganhou o troféu de Melhor Ator por "Cidade Baixa", no 31º Festival de Cine Iberoamericano de Huelva, na Espanha. O longa saiu na frente em mais quatro categorias.
Sérgio Machado, diretor e representante da fita no evento, recebeu ainda as estatuetas de Melhor Filme, de Melhor Diretor Estreante, de Melhor Roteiro (Sérgio Machado e Karim Ainouz) e de Melhor Filme pela crítica.
Fonte:Dirce
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Quarta-feira, Novembro 23, 2005
Um par romântico histórico
Sarah Kubitschek, a mulher do ex-presidente Juscelino Kubitschek, será interpretada por duas atrizes na minissérie JK. Debora Falabella viverá a personagem desde os tempos de solteira até a eleição do marido para a presidência da república. E Marília Pêra encarnará Sarah dos seus tempos de primeira dama em diante.
Marília ainda não começou a gravar como Sarah, mas Debora já se divertiu e se emocionou um bocado na pele da personagem. Ela e Wagner Moura, ator que interpreta Juscelino, gravaram em outubro e no início de novembro as cenas de Sarah e JK ainda no início de seu romance. A primeira vez em que ele viu sua futura esposa foi na praça principal de Belo Horizonte (MG), quando ela passeava. Juscelino quis imediatamente saber quem era a moça, tão encantadora, mas não lhe perguntou o nome diretamente, porque soaria grosseiro na época, os anos 20. Um amigo tratou de lhe informar que aquela era Sarah, filha de família tradicional da cidade, moça de respeito.
Em suma, Sarah parecia areia demais para o caminhãozinho de Juscelino. Ele era pobre, órfão de pai desde os 3 anos, crescera em meio a sérias dificuldades financeiras. Ao menos era estudante de medicina, o que lhe dava algum status. E era exímio dançarino, charme que o tornava irresistível nos bailes. Seguro de si, Juscelino sabia que se casaria com aquela moça, contrariando todas as previsões. E ele estava certo. Começou assim essa grande história de amor.
Fonte:Site da minissérie JK
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Sábado, Novembro 19, 2005
Antes e depois do gravando
(...)O momento é o seguinte: os atores já estão vestidos, maquiados e com os cabelos arrumados; as câmeras estão posicionadas, sendo que uma delas está armada sobre um trilho; a luz está pronta; os figurantes estão em seus lugares; todos estão a postos, esperando o início do ensaio. Wagner e Juliana, que interpretam Juscelino Kubitschek e sua irmã Naná, respectivamente, estão com o texto na ponta da língua.
Dennis é quem dá as diretrizes do ensaio. Ele mostra aos atores qual o trecho da rua que eles terão que percorrer enquanto dizem suas falas. Ao longo do percurso, o diretor explica como a cena deve ser: "Wagner, quando você fizer o JK recitando a poesia, cuidado para não exagerar, porque ele não era poeta de verdade. É apenas um jovem contando à irmã como era a poesia que ele deu para uma pretendente. E você, Juliana, tenha em mente que a Naná era uma irmã muito querida, muito próxima do JK, mas você deve demonstrar intimidade sem ficar parecendo que eles são um casal de namorados. Tem que estar claro que eles são irmãos." Os atores ouvem, assimilam, dão suas sugestões e, finalmente, chega a hora de interpretar.
O ensaio vale para todos, não é só para os atores. Enquanto Wagner e Juliana contracenam, os câmeras experimentam enquadramentos e movimentos. O pessoal da iluminação observa se a luz está posicionada da maneira ideal. A continuísta fotografa os atores, para deixar registrado cada detalhe de seu visual, desde a posição das mechas dos cabelos até os brincos que Juliana está usando. A equipe de caracterização confere se a maquiagem dos atores está perfeita no vídeo. A figurinista verifica se o as roupas foram vestidas da maneira correta. E por aí vai. Quando for pra valer, tudo tem que estar perfeito.
Sob o sol forte, todos ensaiam a cena cinco vezes, até que tudo esteja em ordem. E mesmo depois que Dennis grita o primeiro "Gravando!", a cena precisa ser refeita outras tantas vezes. Mas isso é normal. É quase sempre assim. E isso é até bom, porque, a cada nova tentativa, todos melhoram. Wagner e Juliana fazem a cena cada vez melhor. Eles mal se conhecem, mas, diante das câmeras, conseguem simular perfeitamente a intimidade de dois irmãos. Quanto mais eles repetem suas falas, mais entrosados ficam. Wagner repete a poesia tantas vezes quanto é necessário: "Quando Ismália enlouqueceu / Pôs-se na torre a sonhar / Viu uma lua no céu / Viu outra lua no mar". Os versos são de Alphonsus de Guimarães, poeta simbolista contemporâneo de JK, e soam cada vez melhores na voz do ator. E então, no final, o diálogo está o melhor possível, absolutamente convincente.
Quando Dennis declara que a gravação da cena chegou ao fim, os atores correm até o vídeo, para ver como ficou. Eles gostam, mas como são perfeccionistas, ficam achando que poderiam ter feito isso ou aquilo de outro jeito. "Acho que a Naná ficou muito infantil, muito menininha. Gostei mais da minha atuação na tentativa anterior, a penúltima", avalia Juliana. Mas ela não tem com o que se preocupar. Se Dennis disse que está ótimo, é porque está mesmo. Ninguém zela mais pela qualidade do trabalho do que o diretor, o maestro que rege toda essa orquestra de profissionais com as mais variadas especialidades.
A direção de "JK" fica a cargo não apenas de Dennis Carvalho, mas também de Amora Mautner e Vinicius Coimbra.
Fonte: Site da minissérie JK
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Terça-feira, Novembro 15, 2005
Festa de casamento
Uma das gravações que mais chamou a atenção dos moradores de Tiradentes (MG) foi o casamento de Naná, a irmã de Juscelino Kubitschek. Por várias horas, a equipe da minissérie ocupou o Largo do Rosário, onde fica a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, para realizar a cena.
Era como voltar no tempo. Carros antigos foram estacionados na rua lateral da igreja. Uma grande mesa foi montada perto do meio-fio, com o bolo do casamento e diversos pratos de docinhos antigos, encomendados às melhores doceiras da cidade, cujas receitas são tradicionais. Músicos de verdade foram contratados para tocar ao vivo. A fachada da igreja foi devidamente decorada. E dezenas de atores e figurantes dançavam valsa e maxixe no centro do largo, com suas lindas roupas de época. Contrastando com esse clima de anos 20, uma enorme grua fazia a câmera principal sobrevoar a cena.
Fonte: Site da minissérie JK
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Segunda-feira, Novembro 14, 2005
Elenco aprende a dançar valsa e maxixe em Tiradentes
Durante as gravações que foram feitas em Tiradentes (MG), parte do elenco de JK teve uma aula de dança. Tudo para que os atores fizessem bonito na cena da festa de casamento de Naná, a irmã de Juscelino Kubitschek.
A aula aconteceu num salão da antiga Casa da Cadeia de Tiradentes, onde hoje funciona o Museu Presidente Tancredo Neves. Wagner Moura, Dan Stulbach, Ranieri Gonzalez, Juliana Mesquita, Keli Freitas, Ana Cecília Santos e Mateus Solano estavam entre os atores que participaram da aula. Na primeira parte do curso intensivo, o elenco aprendeu a dançar a tradicional valsa do casamento. Na segunda parte, os figurantes escalados para a cena se juntaram aos atores e todos aprenderam a dançar o maxixe. Esse foi o trecho mais divertido da aula, pois todo mundo cismava em dançar com o rebolado do forró de hoje em dia, já que a música era parecida. A professora, Ju Espíndola, explicava que estava tudo errado: "Gente, vamos lembrar que a cena se passa nos anos 20! Naquela época, ninguém dançava coladinho assim nem tinha essa manemolência toda, porque pegava mal, era falta de respeito. Não é forró. Podem parar de rebolar!". Todos riam e tentavam novamente.
Juliana Mesquita e Matheus Solano prestaram bastante atenção à aula. Afinal de contas, todo aquele treinamento era para a cena do casamento dos seus personagens, os apaixonados Naná e Júlio Soares. "Mas ninguém se empenhou tanto quanto o Wagner Moura", conta a professora. "Ele faz o papel de JK, que era famoso na juventude por ser um bom pé-de-valsa. Então, o Wagner tinha mesmo que treinar muito."
Fonte: Site da minissérie JK
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Quarta-feira, Novembro 09, 2005
JK: descubra quem fará o papel do ex-presidente
Abril Despedaçado, Carandiru, Sexo Frágil... O que os filmes e o seriado têm em comum? Wagner Moura.
O ator mal saiu da TV, com o término da novela A Lua Me Disse, e já inicia as filmagens da minissérie JK, também da Globo.
Moura dividirá com o veterano José Wilker o papel do ex-presidente Juscelino Kubitscheck.
Dividido em 47 capítulos, o novo projeto da Globo prevê 17 com Wagner e outros 30 com Wilker, o primeiro representando a juventude do governante, e o segundo sua vida a partir da prefeitura de Belo Horizonte.
JK estréia no dia 3 de janeiro de 2006.
Fonte: Virgulando
Agradecimentos: Cris
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Domingo, Novembro 06, 2005
"Wagner Moura vai interpretar o ex-presidente Juscelino Kubitschek na juventude

Wagner Moura mal teve tempo de curtir a nova condição de queridinho do público feminino, recentemente conquistada com Gustavo, protagonista da novela A Lua Me Disse. Menos de um mês depois do término da novela, ele já fez as malas e seguiu para a cidade mineira de Tiradentes junto com a equipe da minissérie JK, que estréia em 3 de janeiro, para rodar as primeiras cenas da fase jovem do presidente Juscelino Kubitschek - a fase adulta caberá a José Wilker.
E a segurança de quem já não nega a condição de protagonista é a mesma com que Wagner constrói, à sua maneira, um personagem histórico como o ex-presidente.
"Há limites a serem respeitados, mas é instigante. De qualquer forma, é um trabalho de criação e, mesmo que não se possa extrapolar, não acho limitado", pondera.
Como se não bastasse viver uma figura história da qual muita gente ainda tem lembrança, Wagner terá que interpretar a fase jovem de um personagem que, mais tarde, será vivido por um ator experiente como José Wilker. Como bom baiano, Wagner nem se preocupa. A tal ponto que ele confessa que sequer conversou com Wilker para que trocassem informações sobre expressões ou trejeitos de Juscelino que pudessem dar maior coerência ao personagem.
Conversas à parte, Wagner vai fazendo o seu dever de casa no que diz respeito a estudar o papel.
"Os registros que a gente tem são de depois que ele se tornou presidente. Mas dá para ver que ele passava muito a mão no cabelo, sacudia muito o pé, era inquieto", define.
A participação de Wagner Moura irá se estender entre os capítulos dois e 17, de um total de 47 da minissérie. Nesse período, serão mostrados a juventude difícil de Juscelino Kubitschek em Diamantina, seus estudos em Medicina, em Belo Horizonte, o encontro com a futura mulher Sarah, e sua nomeação para prefeito da capital mineira na década de 1940.
Para viver os momentos menos conhecidos da vida do ex-presidente, Wagner Moura, mais do que estudar os trejeitos do personagem, admite que precisou conhecer melhor sua história.
"Eu estudei bastante as biografias dele, o período político da época, principalmente a revolução de 30", conta.
Se tem a ver com sua "baianidade" ou com o fato de as gravações estarem sendo feitas na bucólica Tiradentes, certo é que Wagner tem achado tranqüilo tudo o que envolve o trabalho na minissérie. Além disso, com as gravações tendo começado cerca de três meses antes da estréia, também o tempo tem sido melhor aproveitado.
Muito associado ao cinema - já participou de filmes como Abril Despedaçado, Carandiru e O Caminho das Nuvens -, Wagner garante que tem se sentido à vontade em uma produção que prima pelo maior cuidado com a qualidade.
"A gente está gravando devagar, sem aquele ritmo louco dos estúdios, com muito cuidado, com um tempo de cinema. Está sendo muito bacana", avalia.
Apesar de poder trabalhar com mais calma na minissérie, Wagner Moura confessa que é cansativo emendar dois trabalhos seguidos na tevê. O ator garante que, depois de gravar sua participação em JK, irá descansar.
Ainda assim, ele já antecipa que, em 2006, pretende "dar um tempo" da tevê para se dedicar ao teatro, possivelmente através de uma montagem em sua cidade natal, Salvador.
"Agora eu quero fazer teatro. Tenho um projeto bem antigo, que ainda estou estudando, mas é possível que eu faça alguma coisa envolvendo direção teatral", adianta.
Depois de diversos filmes densos e de mostrar seu lado cômico no seriado "Sexo Frágil", virar galã fazendo um personagem sério em uma novela das sete não era exatamente o que Wagner Moura esperava. O ator, contudo, não foge ao rótulo.
"Nunca pensei em ser galã, não tenho muito esse perfil, mas acho bacana. O barato do ator é mesmo fazer coisas diferentes das que já fez", desconversa.
Fonte: Terra
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Quarta-feira, Novembro 02, 2005
Protagonista de longa
Rodrigo Santoro protagonizará "Não Por Acaso", da O2 filmes. Wagner Moura foi convidado mas declinou, já que estará gravando a minissérie "JK". A direção do filme será de Phillipe Barcinski
Fonte: Diario de SP
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Ele joga nas três
Dá pra se ter uma idéia da popularidade de Wagner Moura especialmente com as mulheres pelas páginas do Orkut que levam seu nome. Só na principal das 12 comunidades dedicadas ao ator, são mais de 2.200 integrantes se derretendo por ele. Para comparar: Fábio Assunção, que já é galã há muito mais tempo, tem seis comunidades em sua homenagem, enquanto o bonitão da vez Cauã Reymond reúne, no maior de seus quatro grupos, 1.387 fãs. Os tópicos de discussão variam de "Além de bom ator, é tudo de bom" a "O que você acha mais atraente no Wagner?". Os comentários: "Talentoso, simpático, carismático, fofo... um chuchu"; "Chama muita atenção, é lindo e interpreta muito bem, é o gostosão"; e "Aquele homem é o genro que minha mãe pediu". Há muito mais.
Mas nem sempre foi assim. Na adolescência, Wagner Moura, nascido há 29 anos em Salvador, estava longe dessa popularidade toda. Na escola, seu apelido era OVNI.
"Ninguém sabia meu nome, eu era muito estranho, andava sozinho"
Sem grandes opções, Wagner, bom aluno, que nunca ficou em recuperação, passou boa parte da adolescência estudando, sem sair de casa.
"Foram três anos em que eu não tinha nem um amigo. Ficava jogando uma bola de tênis na parede, no quarto. A pintura era toda cheia de marcas, mas meu pai não reclamava, entendia minha situação."
O problema começou porque OVNI, acostumado a estudar em escolas públicas do interior da Bahia em que volta e meia entravam cabras nas salas de aula, aterrissou num colégio de elite em Salvador. O pai, militar da reserva, voltava à capital em busca de educação de qualidade, depois de deixar pela segunda vez a cidadezinha de Rodelas, sua terra natal. Na primeira, tinha ido ser porteiro no Rio de Janeiro, numa trajetória de imigrante que Wagner gosta de comparar à do presidente Lula, a quem o ator admira tanto que faz questão de dizer que leva fé na sua reeleição.
"Eu e minha irmã fomos parar num colégio particular com a burguesia da Bahia, que é insuportável, a pior que existe no mundo. Se o povo de Salvador é astral, o mais lindo de todos, a pequena burguesia da Bahia é a mais cafona, a mais preconceituosa, a mais careta. Numa escola onde estudavam esses garotos, eu não me sentia parte daquilo, não conseguia conversar com os meninos, não tinha assunto."
A solução para o estranhamento veio com o teatro. Outra extraterreste da escola, que não por acaso se tornou a melhor amiga de Wagner, apresentou-o ao palco. E com ele vieram colegas diferentes.
"Quando mandavam: Dividam a sala em grupos, eu era sempre o que não tinha grupo, e essa menina também. Então, o grupo era sempre eu e ela. Ficamos superamigos. Ela fazia teatro e me levou para a Casa Via Magia (instituto cultural de Salvador). Aí, minha auto-estima melhorou, pensei: pô, não sou sozinho, tem um bocado de gente parecida comigo."
Apesar da importância que o teatro ganhou em sua vida, na hora de fazer vestibular Wagner pensou em reportagens, investigações, revelações para mudar o mundo.
"Eu gostava de escrever, acreditava muito no jornalismo, tinha um ideal romantizado, de fazer matérias investigativas, de estar nessa dinâmica, antenado."
E assim deixou de lado as Artes Cênicas. Mas só como opção acadêmica. Continuou exercendo a profissão e ganhando a vida como ator. Na Universidade Federal da Bahia, quem era OVNI sentiu-se em casa.
"Foi sensacional na minha vida. Meus melhores amigos são jornalistas. Adorei estudar Jornalismo e as pessoas que conheci. Tinha tudo a ver comigo."
Wagner se formou, trabalhou em redação e montou uma assessoria de imprensa. Mas a carreira de ator deslanchou e ocupava cada vez mais espaço.
Em 2000, saiu da casa dos pais e se mudou de Salvador para o Rio com a montagem de A máquina, de João Falcão. Convicto ator de teatro que se intitula hamletmaníaco de carteirinha, logo desembarcou na telona. Marcou presença em bom número de produções do cinema nacional, com atuações elogiadas e premiadas. Abril despedaçado (2001), As três marias (2002), Deus é brasileiro (2003), O homem do ano (2003), Carandiru (2003), O caminho das nuvens (2003), Nina (2004) e Cidade baixa (2005) compõem seu recheado currículo cinematográfico, com oito filmes em cinco anos.
Na telinha da TV, a mesma coisa: Wagner faz bonito, seja com seu papel em Carga pesada (ele se inspirou num tio, caminhoneiro), seja com Gustavo, que interpreta atualmente em A lua me disse, novela das sete da Rede Globo. O papel, para os padrões globais, não é pouco investimento. O personagem disputa o amor da mocinha na trama; é, sem dúvida, um galã do folhetim. E aí entra em cena uma, digamos, minipolêmica, que gira em torno da estampa do ator. E que também tem reflexos nas suas comunidades de fãs no Orkut.
Com a palavra, uma das autoras de páginas pró-Wagner Moura: "Esta comunidade é dedicada a todas(os) as(os) meninas(os) que passam mal toda vez que vêem o Wagner Moura na televisão, ou em qualquer outro lugar, que já conheciam o trabalho dele bem antes da novela global, que acham esse baiano arretado talentoso demais e que nem ligam quando dizem que ele é feio, que tem mó narigão ou ainda que ele tem cara de pobre... Isso é recalque, minha gente! Ele pode não ser bonito (essa beleza vendida pela mídia), mas é charmoso, fofo demais, tem cara de homem, jeito de homem, e, dá licença, mas eu passo mal com ele!"
Para fazer as fãs passarem mal de vez, basta uma olhada rápida no jeito romântico do galã em carne e osso. Uma semana antes de se mudar para o Rio, Wagner reencontrou uma garota que havia conhecido na faculdade. Era carnaval. Os dois namoraram uma semana e surgiu o impasse: ele estava de malas prontas para a maior mudança da sua vida.
"A gente ficou muito apaixonado e pensou: e agora, como é que faz? E eu chamei: vem comigo! E foi foda: ela é fotógrafa, era assistente do Mario Cravo Neto e largou as coisas todas dela lá e veio. Aí, me ganhou mais ainda", conta, fazendo jus ao "chuchu" que mereceu da internauta.
Wagner e Sandra Delgado estão juntos até hoje. É por essas e outras que não é difícil entender, mesmo debaixo dos disparos recalcados contra seu título de galã, o que é que o baiano tem.
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