Wagner Moura é um ator baiano,natural de Rodelas, nascido em 27 de junho de 1976. Oriundo do teatro, chegou às telas de cinema por ter se destacado na peça A máquina de João Falcão. Participou de importantes produções do cinema nacional até chegar a TV na participação que fez em Carga Pesada. De lá, integrou o elenco do seriado Sexo Frágil até ser convidado para estreiar em novelas vivendo o galã de A lua me disse. Depois fez JK e tem como trabalho mais recente na TV, o marcante vilão da novela das 8, Olavo Novaes. No teatro, seu último texto foi Dilúvio em tempos de seca e no cinema, pode ter seu trabalho conferido no polêmico Trope de elite , no qual faz um policial do BOPE.


TRABALHOS

Teatro
2005 Dilúvio em tempos de seca
2004 A máquina
2002 Os solitários
1999 Abismo de rosas
1996 A casa de Eros
1996 Cuida bem de mim

Curtas
1998 Pop Killer
1999 Rádio Gogó
2004 Desejos
2006 Ópera do Mallandro

Cinema
2000 Sabor da paixão (Wonam on top)
2001 Abril despedaçado
2002 As três Marias
2003 O caminho das nuvens
2003 O homem do ano
2003 Carandiru
2003 Deus é brasileiro
2004 Cidade Baixa
2004 Nina
2007 Ó pai ó
2007 Saneamento Básico, o filme
2007 Tropa de elite
2008 Romance

TV
2003 Sexo Frágil
2003 Cena aberta - A hora da estrla
2003 Homem Objeto (Quadro do Fantástico)
2003 A grande família
2003 Carga Pesada
2004 Fazendo história - Inseparáveis
2005 Programa Novo
2005 Sitcom.br - Mais alguma coisa?
2005 A Lua me disse
2006 JK
2007 Paraíso Tropical

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Mural de Recados


CRÉDITOS
Ideailzadora: Déia
Apoio: Fã-clube Máfia do Sexo Frágil
Responsável: Carol Monteiro
Colaboram: Nathy, Bruna Voghel e Indira
Contato: carolcamori@yahooo.com.br
Layout por: Luh Senhorito



Quinta-feira, Julho 20, 2006


SANEAMENTO BÁSICO, O FILME
Entrevista com Wagner Moura





Quem é seu personagem?
É o Joaquim, casado com a Marina e chefe da marcenaria Marghera.

Como você vê o seu personagem?
Ele é meio distraído, começa o filme às turras com a Marina, mas o que ele quer mesmo é viver em paz com ela e o filme ajuda nisso porque ele se apaixona pelo filme e começa a mostrar para ela que pode ser o pai dos filhos que eles ainda não têm.

O que orientou a sua preparação para viver o personagem?
Tive alguns encontros com Jorge no Rio e outro em Porto Alegre, tardes agradabilíssimas em que, entre outras coisas, traçamos um perfil legal do Joaquim.

O que você espera do seu personagem?
Quero que ele seja engraçado porque trata-se de uma comédia, mas vou tentar revelar a humanidade dele. Não é uma comédia rasgada, é um humor mais parecido com o da vida cotidiana, bem ao estilo dos filmes de Jorge.

Como é ser dirigido por Jorge Furtado?
Tudo com Jorge e com a Casa de Cinema é prazeroso demais. Jorge é um homem muito inteligente e divertido e é bom estar perto dele. A sensação de família criada na Casa de Cinema é muito gostosa e ensaiar com Jorge vira uma conversa boa sobre livro, cinema, Shakespeare, Sergio Sampaio, de que ele me ensinou a gostar. Enfim, é muito bom. Tenho certeza que vamos nos divertir muito no SANEAMENTO.

Como foi o convite para trabalhar no filme. Conte essa história.
Eu só tinha trabalhado com Jorge uma vez, no programa CENA ABERTA, mas sempre que eu encontrava ele ou a Nora eu ficava pedindo para eles me chamarem pra fazer alguma coisa com eles. No início do ano Jorge me ligou me dando essa chance.

Quais as contribuições que o ator traz para um roteiro escrito por Jorge Furtado?
Eu acho que, no caso de um roteiro, que é escrito para virar cinema e não para ser lido pelas pessoas, o personagem, por mais bem escrito que seja, só aparece mesmo quando entra o ator, é esse o nosso trabalho. Mas quando é um roteiro de um cara como Jorge fica tudo mais fácil.

O que acontece nos ensaios? Ensaio é só repassar o texto? Como é o processo?
Os ensaios com Jorge são encontros em que vamos juntos montando o quebra-cabeca da construção dos personagens. Ele é sempre muito aberto às nossas contribuições, muitas vezes ele pega o computador e reescreve uma cena inteira depois de chegar a uma conclusão junto com o ator. Jorge é acostumado a trabalhar em esquema de parceria, ele sabe ouvir os outros, mas por outro lado, sabe o que é ou não é legal para o filme que ele escreveu. Ele tem uma visão muito precisa do que quer; se a contribuição for boa ele aceita, se não, não.

Como descreveria a sua relação com o fazer cinema?
Minha casa é o teatro. Gosto de pensar assim porque amo o teatro e aprendi tudo ali, mas o cinema mudou muito a minha vida e aprender a fazer cinema tem sido muito gostoso. O encontro com pessoas como Jorge faz com que essa relação se torne ainda mais profunda e estimulante.

Fonte:Site da Casa de Cinema de Porto Alegre

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Quarta-feira, Julho 19, 2006


SANEAMENTO BÁSICO, O FILME

Começou na terça-feira, dia 11, as filmagens de SANEAMENTO BÁSICO, O FILME. É o sexto longa-metragem produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre (excluídas as co-produções) e o quarto de Jorge Furtado, diretor de HOUVE UMA VEZ DOIS VERÕES (2002), O HOMEM QUE COPIAVA (2003) e MEU TIO MATOU UM CARA (2005).

Lázaro Ramos, com quem o cineasta trabalhou em seus dois últimos longas, está no elenco, que tem ainda Fernanda Torres,Wagner Moura, Camila Pitanga, Bruno Garcia, Tonico Pereira, Janaína Kremer e Paulo José. Há ainda participações especiais de Marcelo Aquino, Irene Brietzke, Sandra Possani, Felipe de Paula, Sérgio Lulkin, Margarida Peixoto e Milene Zardo.

Furtado também assina o roteiro, uma sátira à burocracia. O filme conta a história de uma pequena cidade cujos moradores pretendem realizar obras para a recuperação de um arroio. A prefeitura não tem previsões para a tal obra em seu orçamento, mas dispõe de uma verba destinada à realização de um vídeo, dinheiro que deverá ser devolvido se não for utilizado. Os moradores decidem então usar o dinheiro, produzindo um vídeo sobre a obra. A produção, porém, toma contornos inesperados.

As filmagens acontecerão entre 11 de julho e 13 de agosto na cidade de Bento Gonçalves, região serrana no interior do Rio Grande do Sul.

Fonte:Site da Casa de Cinema de Porto Alegre
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Domingo, Julho 09, 2006

Wagner volta aos palcos para uma participação

Na terça-feira, a estréia da companhia Argonautas no Rio de Janeiro, contou com a participação especial de Wagner Moura no espetáculo Nada Será Como Antes, fazendo um dos setes jovens em meio às descobertas e conflitos da juventude.

"Foi meu primeiro trabalho com Os Argonautas, e foi diferente, bacana. Cantei uma música de Odair José"., conta Wagner.

O espetáculo de Cláudio Simões é uma comédia musical que fala da juventude do final dos anos 70.

Fonte: Fuxico
Texto: Carol Monteiro


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Quarta-feira, Julho 05, 2006

Livro "A elite da tropa" terá leitura no CCBB

O livro A elite da tropa de Luis Eduardo Soares, André Batista e Rodrigo Pimentel, que teve como inspiração o trabalho da tropa de elite da PM carioca, o Bope, terá uma leitura dramatizada no dia 20 de julho no CCBB do Rio de Janeiro.

A encenação será dirigida por Domingos de Oliveira e contará com a participação de Wagner Moura (foto), Priscila Rozenbaum e Xuxa Lopes. De acordo com um dos autores do livro, vai ser lido um embrião de uma adaptação teatral e uma versão para o cinema.

O outro filme que tem o Bope como foco será produzido por André Padilha, responsável pelo documentário Ônibus 174.



Fonte:Oba Oba

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