Domingo, Dezembro 31, 2006
Romance
(...)A ex-mulher de Caetano Veloso vai produzir o longa "Romance" nos próximos meses e, inclusive, já solicitou autorização para poder "passear" pela região da avenida Paulista, em São Paulo, com as câmeras e toda a equipe de filmagem.
A cena do filme, dirigida por Guel Arraes, será gravada em frente ao badalado restaurante "Spot".
Fazendo o par romântico, que não poderia faltar, estão Letícia Sabatella e Wagner Moura.
Fonte: Ego
Texto editado por Carol Monteiro
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Sexta-feira, Dezembro 29, 2006
Próximo filme de Wagner Moura
Cada vez mais conhecida como a Hollywood do interior paraibano, por servir como cenário para vários filmes, a cidade de Cabaceiras volta a receber uma equipe de filmagem a partir de janeiro. E o líder da caravana é um velho conhecido: Guel Arraes, que filmou ali a microssérie (depois lançada no cinema) O Auto da Compadecida (1999) e agora volta para rodar cenas de seu próximo filme, Romance.
As filmagens serão realizadas durante 12 dias em fevereiro, mas a equipe técnica e de direção de arte já deve estar em Cabaceiras na primeira quinzena do ano. O diretor e parte de sua equipe passaram dois dias na cidade verificando locações e, em novembro, a produtora Paula Lavigne teve uma audiência com o governador Cássio Cunha Lima, propondo uma parceria para ajudar na realização do filme no Estado em contrapartida, o governador solicitou uma preocupação maior com a cultura paraibana na produção, uma espécie de merchandising da Paraíba, que pode vir como uma música de Sivuca na trilha ou a aparição da bandeira do Estado em cena.
A história parte de Tristão e Isolda para um exercício de metalinguagem. Ana e Afonso se apaixonam durante a montagem teatral da história. Mas Ana começa a fazer carreira na TV e Afonso, por ciúme, acaba rompendo com ela. Anos depois, ele é convidado por Ana para dirigir um programa para ela e a idéia é uma adaptação do Romance de Tristão e Isolda, a ser filmado no sertão nordestino.
E há mais: Afonso resolve que o Tristão da minissérie deve ser um ator local, sertanejo. E Orlando, o jovem namorado da produtora Fernanda, resolve se fazer passar por um para ganhar o papel. E, como se não bastasse, Ana acaba se apaixonando por ele.
O elenco principal já está definido. Marco Nanini (como sempre, em se tratando de Guel Arraes), Wagner Moura, Vladimir Brichta, Letícia Sabatella e Andréa Beltrão, com todos fazendo cenas em Cabaceiras. Na verdade, a visita de Guel à cidade o fez aumentar o número de cenas a serem rodadas lá.
A associação de Guel Arraes e Paula Lavigne na produção já rendeu Lisbela e o Prisioneiro (2003), que marcou a estréia na Natasha Filmes. Juntos, os dois produziram Meu Tio Matou um Cara (2005), de Jorge Furtado, e O Coronel e o Lobisomem (2005), de Mauro Mendonça Filho.
Não por acaso, Arraes, Furtado e Mendonça, com origens que vão de Pernambuco ao Rio Grande do Sul, são parte de uma mesma turma: a que revolucionou a televisão com programas como Armação Ilimitada (1985), TV Pirata (1988) e A Comédia da Vida Privada (1994).
Romance terá como co-produtora a Globo Filmes, que já participou da produção de 34 filmes, que somam mais de 50 milhões de espectadores nos cinemas - entre eles, 2 Filhos de Francisco (2005), Carandiru (2003), Cidade de Deus (2002), Cazuza - O Tempo Não Pára (2004) e Olga (2004), além dos próprios Lisbela e o Prisioneiro e O Auto da Compadecida. A empresa também esquentou o debate entre cinema e TV. A distribuição do filme será pela major Buena Vista International.
Fonte: Jornal da Paraíba
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Núcleo de Criação da Cufa registra lançamento do livro Elite da Tropa
Parte da equipe do Núcleo de Criação da Cufa/ NCC esteve presente no lançamento do livro Elite da Tropa (...) na livraria Armazém Digital de Botafogo, para produção de um vídeo de divulgação do livro.

Foram registrados os depoimentos de personalidades como o ator Wagner Moura, o documentarista José Padilha e o deputado Carlos Minc (PT-RJ). O antropólogo Luiz Eduardo Soares e o ex-membro do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) Rodrigo Pimentel, autores do livro em conjunto com o capitão da Polícia Militar do Rio de Janeiro, André Batista, também falaram sobre a obra, que expõe os bastidores das ações do grupo de elite que, aos poucos, se transformou em um temido esquadrão da polícia carioca.
Lançado pela editora Objetiva, Elite da Tropa, que já ocupa as primeiras posições no ranking dos mais vendidos, mostra, pela primeira vez, no Brasil, o lado desconhecido do combate diário, nas grandes cidades, sob o ponto de vista do policial, com seus hábitos, medos e desafios.
A partir de experiências reais, os autores criaram uma ficção, onde fatos e cenários foram reescritos em parte ou no seu todo. Os lugares e pessoas têm nomes fictícios, para preservação das identidades. Tal estratégia foi a forma encontrada para tornar possível as descrições impressionantes sobre o cotidiano dos policiais de elite.
Na primeira parte, Elite da Tropa acompanha a rotina do policial ouvindo sua própria voz, seguindo seus passos, seu drama diário, que o leva a praticar a brutalidade extrema, por não se sentir regido pela legalidade constitucional, mas pelo imperativo da guerra. Na segunda, um dos personagens segue numa trama que envolve autoridades de segurança, traficantes, políticos e policiais, na articulação uma verdadeira rede de alianças improváveis.
Fonte: CUFA Cidade de Deus
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Quinta-feira, Dezembro 28, 2006
E então, a lógica é virada de cabeça para baixo, inverte-se. Agora, a situação da segurança pública nas grandes metrópoles do país é narrada do ponto-de-vista do policial, esse ser humano adestrado para se transformar em cão selvagem. Esse lado desconhecido do combate diário nas grandes cidades é contado de forma ficcional por Luiz Eduardo Soares, André Batista e Rodrigo Pimentel em Elite da tropa, recém-chegado às prateleiras das livrarias. O mesmo ocorrerá em Tropa de elite, filme que, apesar da semelhança lingüística e de um de seus roteiristas ser o próprio Pimentel, não é inspirado no livro. O longa-metragem, dirigido por José Padilha (Ônibus 174), almeja ser lançado no Festival de Cannes do ano que vem.
É Pimentel o principal responsável pelo tom de realidade do livro e, principalmente, do filme. Ex-policial militar, ele atuou de 1995 a 2000 no Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM carioca, grupo de elite da corporação. Ali, constatou que a segurança pública brasileira está desse jeito não por conta dos policiais, que arriscam suas vidas subindo morros e trocando tiros com bandidos, mas, sim, porque as políticas para o setor são formuladas e colocadas em prática por quem não sabe o que faz. "A polícia não foi criada para prender e nem para matar. Ela foi criada para dar segurança. Quando essa lógica se inverte, todo mundo sai perdendo", acredita o ex-capitão.
Ator policial
O longa-metragem contará a história de dois policiais militares do Rio de Janeiro que dividem o tempo entre as operações nos morros cariocas e as aulas em uma faculdade particular. Ambos estão expostos a realidades diferentes, mas cujo pano de fundo é o mesmo: o uso de drogas e, em última instância, o tráfico de drogas, seja na periferia seja na alta sociedade. Para interpretar um dos protagonistas, o ator Wagner Moura (Cidade Baixa e Deus é brasileiro) já foi selecionado. A idéia de Padilha e Pimentel é utilizar um policial militar de verdade para interpretar o outro. "Estamos fazendo testes com vários PMs", garante o diretor. A escolha do elenco está por conta de Fátima Toledo, a mesma que ajudou a descobrir talentos em Cidade de Deus.
Tropa de elite tratará o policial como ser humano, com todos os seus medos, anseios, temores, crenças. "Quando você analisa a violência sob a ótica do bandido, a tendência é enxergar o policial como o vilão da história", avalia Padilha. "A política, ela sim, está à frente dos problemas econômicos e sociais. É a partir dela que se determina como as coisas serão feitas, como uma ação policial deverá ser feita." O filme está orçado em R$ 6 milhões e receberá um investimento de Hollywood de R$ 3,9 milhões mesmo estando apenas com o roteiro pronto. O início das filmagens ocorrerá em 14 de setembro. As locações serão ruas e favelas do Rio de Janeiro.
É a política de segurança pública adotada no Brasil a principal interseção entre a película e a obra literária. Pinceladas sobre o assunto estão nas linhas e entrelinhas do livro e serão dadas no longa-metragem também. A idéia é tão sedutora que José Padilha não descarta produzir documentário sobre as instituições políticas. "Se as regras de seleção de policiais estão erradas, deve haver algo de errado com a seleção de políticos também", ironiza, referindo-se à corrupção policial.
Pimentel não esconde de ninguém: o livro Elite da tropa é pró-Bope mesmo. "Aqueles policiais são incorruptíveis", garante. A obra mostra PMs atuando com "força máxima e devastadora", como está escrito na contracapa. Apesar de semelhanças sórdidas com fatos propagados pela imprensa brasileira há não muito tempo, Pimentel diz tratar-se de uma obra ficcional. "Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência", alerta. E completa: "Mas isso não quer dizer que as pessoas não possam buscar no cotidiano do Rio de Janeiro ou de qualquer outra cidade brasileira eventos parecidos."
Fonte: Divirta-se
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Quarta-feira, Dezembro 27, 2006
José Padilha antecipa seu Tropa de Elite
Depois de arrancar elogios da crítica mundial com o ônibus 174, o diretor revela - em primeiramão - detalhes de seu próximo projeto
O desabafo sai da boca de um policial: Irmão, só Kafka para imaginar uma polícia como a nossa�. Ele é o personagem principal de Tropa de Elite, filme que promete ser tão explosivo quanto Cidade de Deus. À frente do longa-metragem, que mostra pela primeira vez a violência do ponto de vista do policial, está uma tropa de choque. O diretor é José Padilha, do premiado Ônibus 174. Ele também assina o roteiro, ao lado do ex-capitão da PM Rodrigo Pimentel e de Bráulio Mantovani, indicado ao Oscar por Cidade de Deus.
O protagonista é inspirado no capitão da PM André Batista, que lançou há pouco com Pimentel e o antropólogo Luiz Eduardo Soares o livro Elite da Tropa. O ator Wagner Moura já confirmou sua participação, e os efeitos especiais estão a cargo do americano Phil Neilson, o mesmo de Falcão Negro em Perigo.
Testes de elenco e seqüências de ação
O elenco ainda está sendo escolhido, mas o baiano Wagner Moura já aceitou o convite. A responsável pela preparação dos atores de Tropa de Elite é Fátima Toledo, a mesma de Cidade de Deus. O ator que vai interpretar o protagonista sairá de um dos testes.
A escolha do americano Phil Neilson como técnico responsável pelas cenas de ação se deu após policiais do Bope terem visto vários filmes de tiroteio e de guerra, como Platoon, O Resgate do Soldado Ryan e Fogo contra Fogo.
Filme mostra como a sociedade vê a polícia
Tropa de Elite, o filme, não é inspirado em Elite da Tropa, o livro, apesar da presença de Pimentel e Batista nos dois projetos, e de também contar os bastidores da polícia.
A certa altura do filme, um oficial alerta para os riscos de se invadir uma favela ao lado de onde o Papa vai dormir. Ele ironiza: "O nosso trabalho é garantir que o Papa durma com os anjos, sem escutar nenhum tiro".
Fonte: GazetaWeb.com
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Coisa de amigo
Mesmo há algum tempo fora das telas, Wagner vem tocando seu trabalho no cinema e realizando leitura. Assim sendo, o ano de 2006 termina com um bom saldo. Depois de uma novela, Wagner pode brilhar mais ainda interpretando um personagem de carne e osso conhecido por todos, o JK.
Mas antes de cair nas graças da TV e ser reconhecido no cinema e no teatro, Wagner teve um início que foi o seu divisor de águas, a peça A máquina de João Falcão. Foi ela que trouxe os maiores talento da nova geração como Wladimir Britcha e Lázaro Ramos, junto com Wagner parao Rio.
O melhor disso tudo é ver que mesmo hoje, os meninos, então iniciantes, que integravam a peça, se mantêm firmes às suas origens e cultivam uma amizade que vem desde então.
No quadro Play Again do programa Armazém 41, exibido pelo canal GNT, Wladimir deu uma pequena amostra dessa amizade ao citar como uma das músicas da trilha sonora de sua vida, a música Alguém me avisou, interpretada por Dona Ivone Lara e Caetano Veloso e que traz lembranças justamente dessa época e de Lázaro Ramos e Wagner Moura.
"Na época da A Máquina a gente sempre antes de começar cantávamos esta música. Foi um momento especialíssimo, mudou a vida da gente."
Vai aí uma breve recordação, a reafirmação de uma amizade no mundo artístico que é competitivo e uma "fofoca" saudável de bastidor.
Abaixo,segue a letra da música:
Dona Ivone Lara - Alguém me Avisou
Foram me chamar
Eu estou aqui, o que é que há
Eu vim de lá, eu vim de lá pequenininho
Mas eu vim de lá pequenininho
Alguém me avisou pra pisar nesse chão devagarinho
Sempre fui obediente
Mas não pude resistir
Foi numa roda de samba
Que juntei-me aos bambas
Pra me distrair
Quando eu voltar na Bahia
Terei muito que contar
Ó padrinho não se zangue
Que eu nasci no samba
E não posso parar
Foram me chamar
Fonte: O fuxico
Texto:Carol Monteiro
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Segunda-feira, Dezembro 25, 2006
Galeria
E enquanto Wagner não reaparece, o blog vai dando o seu jeitinho de matar as saudades das fãs.
Abaixo você pode curtir fotos do bastidores do filme Saneamento Básico do qual wagner faz parte do elenco.
Fotos: Casa de Cine Poa
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Segunda-feira, Dezembro 18, 2006
De cara nova!
E enquanto o Wagner não volta a estar na ordem do dia, a equipe do Fã-clube Máfia do Sexo Frágil, junto com a equipe do Blog Oficial Wagner Moura, vai mexendo os pauzinhos para achar novidades e ir melhorando esse espaço pra você!
Dessa vez, um template mais moderno, arrojado, com espaço maior que facilita a leitura e possibilita colocar fotos maiores, vídeos e textos sem problema de espaço.
Além disso, como novidade primeira já para o ano de 2007, o Blog Wagner Moura é o primeiro do fã-clube a trazer o recurso de você comentar o que leu diretamente com fãs ligados nas coisas que acontecem por aqui. O link abaixo leva você direto para a comunidade oficial do blog no orkut.
Venha aqui, saiba das novidades, propague na comunidade e troque informações com quem, assim como você, admiram o trabalho de Wagner Moura.
Agradecimentos a Luh, nossa nova "designer" que a cada dia vem se superando nos layouts dos blogs dos meninos, por ter aceitado o desafio de dar uma cara nova a esse endereço e fazer parte da nossa equipe.
VALEU LUH!!!!
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Quinta-feira, Dezembro 14, 2006
Talento ultrapassando continentes

Agora o talento de Wagner Moura foi parar do outro lado do mundo! É que o filme O caminho das nuvens, no qual o ator divide cena com Cláudia Abreu em uma junção perfeita de interpretação, ganha legendas em japonês e já pode servisto na terra do sol nascente.
O filme foi lançado no Japão no dia 14 de Abril e ganhou o nome de Oi, bicicleta
Fonte: Estrelando
Texto: Carol Monteiro
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Quarta-feira, Dezembro 06, 2006
E vai ao ar hoje pela Rede Globo no Festival Nacional, O Homem do ano. Com nomes como Murílio Benício, Cláudia Abreu, Jorge Dória e outros, Wagner Moura faz uma participação com um personagem chave para que atrama se desenvolva.
Sinopse:: Uma ingênua aposta entre amigos transforma Máiquel (Murilo Benício), um homem comum, em um assassino e herói de toda uma cidade. Deixando-se levar pelos acontecimentos, Máiquel torna-se respeitado por bandidos e pela polícia, sendo também amado por duas mulheres. Até que comete seu primeiro erro e é obrigado a tomar de volta o controle do seu destino.
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Domingo, Dezembro 03, 2006
Musical do Olodum vira seriado na Globo.
"Ópaió", peça musical do grupo baiano Olodum que gerou um filme homônimo, ainda inédito, vai virar seriado na Globo em 2007. A série segue o modelo de "Antônia", que está no ar: será feita por uma produtora independente (a Natasha, de Paula Lavigne) e exibida na TV antes do lançamento nos cinemas do filme que a inspirou. O musical está previsto para ir ao ar no segundo semestre de 2007. O número de episódios ainda não está definido. O programa será comandado por Guel Arraes, diretor da Globo, e pela cineasta Monique Gardenberg, diretora do longa "Ópaió", rodado neste ano. As gravações serão todas na Bahia. O elenco repetirá o do filme: Lázaro Ramos (que também canta), Wagner Moura e Dira Paes, entre outros. Definido pela Globo como um "Jorge Amado moderno", "Ópaió" se passa durante um Carnaval na Bahia e tem um cortiço no Pelourinho, em Salvador, como principal locação.
Fonte:Folha de S. Paulo
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