Wagner Moura é um ator baiano,natural de Rodelas, nascido em 27 de junho de 1976. Oriundo do teatro, chegou às telas de cinema por ter se destacado na peça A máquina de João Falcão. Participou de importantes produções do cinema nacional até chegar a TV na participação que fez em Carga Pesada. De lá, integrou o elenco do seriado Sexo Frágil até ser convidado para estreiar em novelas vivendo o galã de A lua me disse. Depois fez JK e tem como trabalho mais recente na TV, o marcante vilão da novela das 8, Olavo Novaes. No teatro, seu último texto foi Dilúvio em tempos de seca e no cinema, pode ter seu trabalho conferido no polêmico Trope de elite , no qual faz um policial do BOPE.


TRABALHOS

Teatro
2005 Dilúvio em tempos de seca
2004 A máquina
2002 Os solitários
1999 Abismo de rosas
1996 A casa de Eros
1996 Cuida bem de mim

Curtas
1998 Pop Killer
1999 Rádio Gogó
2004 Desejos
2006 Ópera do Mallandro

Cinema
2000 Sabor da paixão (Wonam on top)
2001 Abril despedaçado
2002 As três Marias
2003 O caminho das nuvens
2003 O homem do ano
2003 Carandiru
2003 Deus é brasileiro
2004 Cidade Baixa
2004 Nina
2007 Ó pai ó
2007 Saneamento Básico, o filme
2007 Tropa de elite
2008 Romance

TV
2003 Sexo Frágil
2003 Cena aberta - A hora da estrla
2003 Homem Objeto (Quadro do Fantástico)
2003 A grande família
2003 Carga Pesada
2004 Fazendo história - Inseparáveis
2005 Programa Novo
2005 Sitcom.br - Mais alguma coisa?
2005 A Lua me disse
2006 JK
2007 Paraíso Tropical

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Mural de Recados


CRÉDITOS
Ideailzadora: Déia
Apoio: Fã-clube Máfia do Sexo Frágil
Responsável: Carol Monteiro
Colaboram: Nathy, Bruna Voghel e Indira
Contato: carolcamori@yahooo.com.br
Layout por: Luh Senhorito



Terça-feira, Outubro 30, 2007


Wagner no Tim Festival









Fonte: Ego
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Segunda-feira, Outubro 29, 2007


Tim Festival

Björk, Juliette Lewis e Brandon Flowers conseguiram reunir um dos maiores times de celebridades em um show paulistano, neste domingo (28). Os três faziam parte do grupo de atrações principais do último dia do TIM Festival em São Paulo, com suas respectivas bandas (Björk, Juliette & The Licks e The Killers).

O evento, que abriu com a mistura de rock, hip hop e música eletrônica do Spank Rock, foi o programa escolhido por alguns casais famosos da trupe mais, digamos, moderninha, como Otto e Alessandra Negrini e Débora Falabella e Chuck Hipólito. Negrini, que recentemente viveu as gêmeas Paula e Taís na novela Paraíso Tropical, da Rede Globo, circulava com novo visual: uma curta e reta franjinha. A atriz foi ao show de shorts e regata, combinação ideal para enfrentar a tarde e noite quente da capital paulista.

Daniela Mercury também se jogou na balada roqueira, mostrando que música baiana também se faz de referências diversas.

O TIM Festival foi programa garantido nas agendas de Wagner Moura, Mariana Ximenes, Guilherme Weber, Lorena Calábria, Sarah Oliveira, Leandra Leal e Xuxa Lopes. A noite consagrou a islandesa Björk, que, vestida com um traje colorido de inspiração étnicas, levou uma mini orquestra ao palco. O jogo de luzes tecnológico, aliado a um bom repertório, levou o público, que chamava pela cantora, às lágrimas.

Em outra vertente, a também atriz Juliette Lewis mostrou seus dotes de rockstar e conquistou o público com carisma, beijos e abraços imaginários, lembrando que as pessoas não deveriam ter medo de amar.

Com um atraso de três horas, o The Killers pegou uma platéia insistente, que apesar de mais um dia de trabalho programado para esta segunda (29), aguentou firme e forte o tempo de espera, ignorando o cansaço resultante de horas e horas de pé. A apresentação não deixou nada a desejar, despejando hits como Somebody Told Me e Mrs. Brightside, entre outros. Hot Chip e Arctic Monkeys, dono de um show enérgico e acompanhado palavra a palavra por fãs declarados, completaram o set list da noite.

Fonte: O Fuxico
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Domingo, Outubro 28, 2007



"Não somos nós os fascistas", diz Wagner Moura

Wagner Moura confessa estar exausto. O ator baiano emendou o final da novela "Paraíso Tropical" com a campanha de divulgação de "Tropa de Elite", filme de José Padilha que estréia nesta sexta-feira. Conhecido pela intensidade com que abraça todos seus papéis, ele agora está visivelmente sem energia.

Mas não é apenas a maratona física que tem exaurido Moura. Em entrevista ao UOL no Rio de Janeiro, ele se diz cansado também das acusações em série contra o "Tropa", em especial a de que teria participado de um filme fascista.

"O Diogo Mainardi falou em um podcast da 'Veja' que o cinema brasileiro não deveria existir, que não viu o filme, mas sabe que sou péssimo ator só pelo cartaz, que deveriam raspar minhas sobrancelhas. Ele é o herói de muita gente. E nós é que somos fascistas? É brincadeira."

Em relação ao heroísmo que algumas pessoas enxergaram no capitão Nascimento, o truculento e incorruptível policial que ele interpreta em "Tropa", Moura diz:

"Para mim, o filme é uma tragédia, e o Nascimento está longe de ser um herói. Algumas pessoas podem até vê-lo dessa forma, mas não sou responsável pela opinião deles."


UOL - Há notícias de que um boneco do Bope estaria sendo vendido por camelôs no Rio, como reflexo do sucesso da versão pirata de "Tropa de Elite". Vários blogs exaltam o pensamento do capitão Nascimento. Como você vê essa glorificação dos personagens do filme?
Nós não fizemos um filme de heróis. Para mim, "Tropa" é uma tragédia. O capitão Nascimento é um homem dividido, cheio de conflitos. Mas tem muita gente que acha que a tolerância zero é a solução para o problema da violência e enxerga no personagem um representante dessa idéia. Essa não é a minha visão, mas pode ser a de alguém que assiste ao filme. Só que eu não sou responsável pela opinião desse cara. Nós apenas tentamos mostrar a realidade da violência pelo olhar do policial. Conheci oficiais do Bope que são íntegros e acham que a solução para a violência é subir o morro e matar os vagabundos. É um ponto de vista de alguém que enfrenta aquela guerra. Eu não concordo. Mas nem por isso acho que essas pessoas não devam ser ouvidas. A mentalidade delas é um produto da situação em que vivem diariamente. No caso do documentário "Ônibus 174", eu também não concordo com o sequestrador, acho que o Sandro tinha que ser preso. Mas o filme queria mostrar como aquele garoto tinha sido transformado pela realidade. O "Tropa" faz o mesmo com a figura do policial.

UOL - A experiência de fazer o "Tropa" mudou sua opinião sobre a polícia?
Hoje eu acho que o Bope é necessário. Não é a solução para o problema. Sou contra métodos como a tortura. Mas é preciso ter uma polícia com condição de enfrentar bandidos com armas poderosas.

UOL - O personagem do capitão Nascimento defende a idéia de que o consumidor da droga seja diretamente responsável pelo crime, por financiar o tráfico. Você concorda?
Não, acho injusto jogar toda a responsabilidade no consumidor. As pessoas batem no elo mais fraco dessa tragédia. Mas é inegável que o consumo alimenta o tráfico. Sou a favor da descriminalização das drogas. Não sei como fazer isso, para onde vai a mão-de-obra do tráfico. Mas sei que não está funcionando do jeito que está. Acho que uma campanha de conscientização seria bem-vinda, embora não suficiente. Não acho eficiente apenas reprimir, porque o consumo de drogas sempre vai existir.

UOL - Você tem dado opiniões menos severas que o resto da equipe contra a pirataria. Qual é sua visão sobre o problema?
Todos nós do filme concordamos que a pirataria é um problema terrível. A acusação de jogada de marketing foi muito dolorosa para o Zé (Padilha) e para toda a equipe. Mas não dá também apenas para tentar impedir a pirataria, não dá para retroceder nessa questão do acesso às novas tecnologias. Então as gravadoras de disco, as distribuidoras de cinema têm que encontrar fórmulas para se adaptar a essa realidade, a fazer dinheiro dentro desse modelo. Eu tenho amigos que não compram mais disco, que baixam filmes pela internet. Eu nem sei fazer isso, porque sou um dinossauro tecnológico. Ainda gosto de comprar o CD, ver a capa, as letras.

UOL - Você diz que a acusação de jogada de marketing foi dolorosa para a equipe. E a de fascismo, que é muito mais pesada?
Essa acusação foi triste. Eu me sinto atingido pessoalmente. Não sou fascista, o Zé não é fascista, o filme não é fascista. O Diogo Mainardi escreve na "Veja" que o Brasil não precisa de cinema, que o governo não deveria dar dinheiro para os filmes, que só viu o cartaz de "Tropa de Elite", mas já deu para perceber que sou um péssimo ator, que deveriam raspar minhas sobrancelhas. Tem muita gente que o vê como um herói. E nós é que somos os fascistas?


Galeria do filme

















Fonte: UOL

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Sexta-feira, Outubro 26, 2007


Propaganda rompe tabu e aposta em vilão

"O mundo está mudando. Intérprete do vilão Olavo de ‘Paraíso Tropical’ e de um policial violento no filme ‘Tropa de Elite’, o ator Wagner Moura está no ar desde o último dia 19 em um comercial de uma operadora de telefonia móvel, veiculado nas principais cidades do país.

Segundo o pesquisador Mauro Alencar, é a primeira vez que um ator que interpreta vilão protagoniza campanha. As agências sempre evitaram vilões por temeram rejeição do público ao produto anunciado.

Na propaganda que rompe esse tabu, Wagner Moura oferece uma promoção da operadora TIM. Antes de colocá-la no ar, a empresa realizou pesquisas para medir a recepção do comercial. ‘Não houve rejeição. O pessoal separa muito bem o ator do personagem’, diz José Luiz Liberato, diretor de imagem e publicidade da TIM.

Segundo Liberato, as pesquisas não ‘apontaram nenhum traço preocupante contra ele’. Pelo contrário, os telespectadores demonstraram simpatia por Olavo, reforçando a percepção de que o público torce para um final feliz dele com Bebel (Camila Pitanga).

Liberato afirma que sua empresa tem um histórico de publicidade não convencional. ‘A gente tende a evitar o óbvio’, diz. ‘O Wagner Moura é um ótimo ator. Ele transfere uma personalidade para o personagem maior do que o autor do roteiro pensa. É essa personalidade que a gente queria dele’.

Fonte: Observatório da imprensa
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Quarta-feira, Outubro 24, 2007


Família em recesso

Wagner Moura, 31, está de férias. Há cerca de duas semanas ele foi com a esposa, Sandra Delgado, 30, o filho, Ben, de 1 ano e dois meses, o pai, o militar José Soares de Moura, e a mãe, Alderiva Maniçoba de Moura, para Europa. Para os amigos deixou um bem-humorado recado na secretária eletrônica do seu celular: "Queridos, estamos em recesso".

Na sexta-feira (12), eles foram flagrados por Contigo! em Roma, na Itália, durante um passeio pelos arredores do Coliseu, um dos principais pontos turísticos da cidade.

Quando voltar ao Brasil, Wagner, que fez grande sucesso neste ano na televisão e no cinema - o Olavo, da novela Paraíso Tropical, e o capitão Nascimento, do filme Tropa de Elite -, irá mergulhar em um novo trabalho, dessa vez, no teatro. O ator interpretará Hamlet, um papel que, segundo ele, sempre quis fazer, dirigido por Aderbal Freire-Filho. Os ensaios começam em janeiro.

Fonte: Revista Contigo


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Terça-feira, Outubro 23, 2007


Wagner Moura deve viver Hamlet no teatro



O ator baiano Wagner Moura, 31 anos vai encarnar o famoso personagem Hamlet no teatro.
O espetáculo, dirigido por Aderbal Freire-Filho, está em fase de captação de recursos e só deve estrear sua temporada em 2008.

Na peça, uma das mais conhecidas do dramaturgo britânico William Shakespeare, o Príncipe Hamlet tenta vingar a morte do pai. É desta peça a frase imortalizada em palcos do mundo todo: "Ser ou não ser, eis a questão".

Fonte: Terra
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Sábado, Outubro 20, 2007


Galãs falam de cinema no 'Altas Horas'


Wagner Moura e Du Moscovis são os entrevistados de Serginho Groisman

Público feminino, prepare-se. Neste sábado, 20, dois galãs da TV brasileira estão entre os convidados de Serginho Groismanbuscar no "Altas Horas". Wagner Mourabuscar e Du Moscovisbuscar falam sobre seus dois filmes "Tropa de Elitebuscar" e "Sem Controle", respectivamente.

Wagner Moura comenta a pirataria do filme e diz que, para ele, a comercialização ilegal de obras culturais não é uma forma de democracia.

"Não foi um aspecto positivo para o 'Tropa'. A solução real é construir salas de cinema em regiões carentes e dar condições para que a população possa comprar um ingresso", afirma.

Olavo, seu personagem em "Paraíso Tropical", também rende assunto:

"O diretor, Dennis Carvalho, me contou que eu seria o assassino apenas uma semana antes de a novela acabar. Ele me chamou numa sala e foi tão sério que pensei que iria me demitir!".

Já Du Moscovis revela ao público um pouco de sua intimidade ao mostrar uma pequena imagem de Nossa Senhora, que o acompanha em todos os lugares. "Principalmente em viagens de avião!".

Fonte: Ego
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Matando a saudade



Queridinhos do Brasil
As maldições de Bebel (Camila Pitanga) e Olavo (Wagner Moura) foram pesadas, mas nem por isso o povo deixou de se apaixonar pelo casal mais picareta da novela. De acordo com a pesquisa da Revista da TV no GLOBO ONLINE, aberta logo após a exibição do último capítulo da novela, 66% dos 1.278 leitores votaram que a aliança entre a prostituta e o ambicioso executivo foi a melhor coisa da trama de Gilberto Braga. A opção ganhou em disparada entre as outras sugeridas pela pesquisa.

Fonte: O Globo
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Quinta-feira, Outubro 18, 2007



Nem estreou nos cinemas do Brasil e Tropa de Elite já tem possível "continuação". Estrelado por Wagner Moura e alvo de polêmicas nas últimas semanas, o longa-metragem pode ganhar adaptação para a TV e tornar-se um seriado, de acordo com a coluna de Daniel Castro na Folha de S. Paulo.

Uma das emissoras interessadas na empreitada seria a Globo. No entanto, o produtor Marcos Prado declara que já recebeu uma proposta de "um canal de TV", que não seria a emissora carioca e nem a Record, mas que está aberto a negociações.

Na história, Moura interpreta um policial do Bope, (Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar). Por retratar a violência e a corrupção praticada por membros do grupo, a produção chegou a ser ameaçada de censura no Rio de Janeiro. Por outro lado, fez sucesso nos camelôs, onde começou a ser vendida antes mesmo de chegar às telonas.

Fonte: Divirta-se

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Quarta-feira, Outubro 17, 2007


Wagner Moura, Taís Araújo e Dira Paes na exposição de Jorge Bispo na Bélgica
A exposição do badalado fotógrafo começa dia 26 em Bruxelas

Wagner Moura, Taís Araújo, Dira Paes, Débora Falabella e mais 26 artistas posaram para as lentes do badalado fotógrafo Jorge Bispo e estarão na exposição “Portraits du cinéma Brésilien”, que será inaugurada dia 26, em Bruxelas, na Bélgica.

A exposição acontece paralelamente ao Cine Brasil - o festival que vai reunir música e filmes brasileiros no país.

“Algumas fotos fazem parte do meu arquivo, outras fiz especialmente para a exposição”, conta o fotógrafo ao EGO.

Entre as fotos inéditas, estão as de Wagner Moura e Taís Araújo. O ator de “Paraíso Tropical” foi fotografado no Parque Lage, no Rio.

Já a atriz foi clicada no Teatro das Artes, em São Paulo, onde está em cartaz com 'O método Gronholm'”.





Fonte: Ego
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Terça-feira, Outubro 16, 2007


Wagner Moura e Alemão disputam o prêmio O Homem do Ano 2007

Wagner Moura, Diego Alemão e Roberto Justus disputam o prêmio O Homem do Ano 2007, da revista VIP. Após a indicação dos candidatos pelos eleitores, a redação da publicação e um júri de especialistas apontou os indicados por categoria.

Ao prêmio Homem do Ano da Televisão, os indicados foram Alemão, vencedor da última edição do Big Brother Brasil, Roberto Justus, apresentador do programa Aprendiz, e Wagner Moura, que recentemente viveu o vilão da novela Paraíso Tropical.

Os leitores da revista poderão escolher seu candidato a Homem do Ano VIP 2007 em 11 categorias. O público tem até 26 de outubro para votar através do site http://www.revistavip.com.br

Em sua edição de dezembro, a VIP publicará a lista dos vencedores.

Fonte: O Babado
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É justo reconhecer

Quando Wagner Moura foi chamado para "Paraíso tropical" e escalado como bandido da história, as opiniões logo se dividiram. Houve quem dissesse que o artista ainda não tinha bagagem para isso, considerando impossível que ele viesse repetir na televisão, o mesmo sucesso do cinema (14 filmes no currículo). Outros, no entanto, como Gilberto Braga e Dennis Carvalho, apostaram no seu nome e comemoraram a escalação.
Moura trabalhou em "A lua me disse" (2005), de Miguel Falabella, atuou em seriados e minissérie ("JK"), porém, em se tratando de novelas, era quase um desconhecido. Imagine, então, fazer o chamado vilão no horário nobre da principal emissora do País? E com todos os holofotes em cima?
"Paraíso tropical", importante recordar, sofreu forte turbulência em suas primeiras semanas, o que motivou mudanças no roteiro. Wagner Moura foi poupado nos grupos de discussão, e com a exigência do público por mais vilania, seu tipo, Olavo, cresceu e continua em alta.
O ator é quase uma unanimidade. Confira o que o escritor Gilberto Braga pensa a respeito desse artista: "Eu também faço parte do fã clube do Wagner, ator completo, inteligente, charmoso, grande companheiro de trabalho. Nem por isso vou concordar que ele tenha tomado conta de uma novela que tem Tony Ramos, Fábio Assunção, Daniel Dantas e outros craques.
Aliás, eu não gosto muito de comparações, quem é o melhor...nem Oscar. Para julgarmos quem é o melhor entre dois atores acho que os dois deviam estar fazendo o mesmo papel." Opinião do autor. A maioria, no entanto (público e crítica), entende que Wagner Moura é o nome da novela. E ponto final

Fonte: Canal 1 por Flávio Ricco
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Wagner Moura em campanha da TIM

Wagner Moura estrela campanha publicitária da TIM, criada pela criada pela McCann Ericsson e produzida pela O2 Filmes.
O ator apresenta a nova oferta da operadora, que permite que clientes de planos Pré-Pagos falem sem limite por 7 centavos o minuto de TIM para TIM e de TIM para qualquer número fixo local. “Olha como vale a pena. Se você, por exemplo, colocar R$ 15 de crédito, você fala mais de 200 minutos!”, atesta Wagner.

Fonte: Adonline
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Segunda-feira, Outubro 15, 2007


PS

Devido a problemas no sistema de postagem do Blogger,
alguns posts que já haviam sido publicados
sofreram alteração quanto a sua ordem



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Em artigo ao Globo, Wagner Moura diz que 'Tropa de elite' não é fascista

Wagner Moura escreveu um artigo para o jornal “O Globo” desta terça-feira, 25, em que critica a exaltação de seu personagem no longa “Tropa de Elite”, de José Padilha, e defende a legalização das drogas para pôr fim ao tráfico.

“Acho que já passou da hora mesmo de discutir esse assunto com honestidade... não creio que a campanha seja mais eficaz do que a legalização do consumo. O uso de drogas existe desde que o mundo é mundo e não vai ser a repressão que vai acabar com o consumo. Mas a legalização pode acabar com o tráfico.”

Sobre o sucesso de seu personagem no longa, o ator é enfático.

“Fico preocupado quando vejo o capitão Nascimento ser tratado como herói. Fico pensando como reagiria ao filme uma platéia sueca. Não creio que pensariam naqueles policiais torturadores como heróis, assim como muita gente que vê o filme aqui pensa.”


Fonte:Ego
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Em artigo ao Globo, Wagner Moura diz que 'Tropa de elite' não é fascista



Escrevo instigado pelo bom texto do Arnaldo Bloch sobre a sessão de estréia de "Tropa de elite" . E respondo categórico à sua pergunta: Não, "Tropa de elite" não é fascista. Não é possível que alguém que tenha visto "Ônibus 174", um dos filmes mais humanistas dos últimos tempos, possa achar que o Zé Padilha (o diretor) tenha feito um filme fascista. Mas também fico preocupado quando vejo o capitão Nascimento ser tratado como herói. Fico pensando como reagiria ao filme uma platéia sueca. Não creio que pensariam naqueles policiais torturadores como heróis, assim como muita gente que vê o filme aqui também não pensa. Talvez os suecos não precisem de heróis. Talvez, aí sim uma tragédia, fascistas estejamos nos tornando nós, brasileiros, cidadãos carentes de uma política de segurança pública qualquer, que vemos naqueles policiais honestos, bem treinados, mas desrespeitadores dos direitos humanos mais elementares, a solução para o caos em que estamos metidos. Compartilhei contigo, Arnaldo, a vontade de vomitar o pastel de cordeiro no Odeon. Mas, na minha opinião, "Tropa de elite" contribui com o mais importante em épocas de crise: o debate (inimigo do fascismo). O filme traz um ponto de vista fundamental para se entender e discutir segurança pública, o olhar do policial. Eu, particularmente, discordo do capitão Nascimento em quase tudo, mas não posso deixar de ver a importância de entender seu pensamento como fundamental para o debate sobre violência no Brasil, já que é ele, assim como os traficantes e os moradores de favela, quem vive diretamente essa guerra particular, como nos ensinou, não por acaso, o capitão Rodrigo Pimentel, roteirista do "Tropa de elite", no seminal "Notícias de uma guerra particular", de João Moreira Salles.

Acho que o "Tropa", além dos méritos artísticos que tem, talvez já seja o filme pós-retomada que mais suscitou debates, a começar pela questão da pirataria, exaustivamente discutida. E não vejo, no Brasil de hoje, debate mais importante do que violência e segurança pública. Segurança pública não tem mais a ver só com a tragédia das vidas que se vão por conta da guerra polícia-tráfico-com-moradores-no-meio. Tem a ver, por exemplo, com aumento de verbas para a Previdência e para a Saúde. E, quando falo de violência urbana, quero lembrar que se para nós, moradores da Zona Sul, maioria na sessão do Odeon, a chapa já tá quente há muito tempo, imaginem para quem não pode sair de sua casa por ordem de um traficante, quem tem que passar a noite no chão com medo de bala perdida, quem é esculachado e desrespeitado pela polícia, quem não pode falar com o parente da comunidade vizinha por ordem do poder oficial, ocupante do vácuo deixado pelo poder instituído que, por sua vez, vem historicamente negligenciando essas pessoas. Isso é um fato: as maiores vítimas da violência urbana no Brasil são os moradores das favelas, e o filme mostra isso. Estou convicto: não há armas mais poderosas de combate à violência do que educação, cultura, lazer, esporte, bem-estar social e geração de emprego. É assim que o capitão Storani, oficial do Bope reformado que nos auxiliou no treinamento para o filme, tem tentado combater a violência em sua gestão como secretário de Segurança num município da Baixada. E, mais uma vez, recorro ao capitão Pimentel, na maravilhosa entrevista a João Moreira: "Enquanto o único braço do poder público que sobe a favela for a polícia, não haverá solução."

Pimentel foi também o primeiro policial que eu vi defender a legalização do consumo de drogas, que o Arnaldo reclamou não constar nos debates do núcleo PUC do filme, onde o Zé Padilha estudou. E acho que já passou da hora mesmo de discutir esse assunto com honestidade. Capitão Nascimento põe sua vida em risco todos os dias para lutar uma guerra inútil contra o tráfico e responsabiliza os consumidores pela sua tragédia pessoal. Essa tem sido inclusive uma bandeira defendida por órgãos oficiais de combate às drogas. É lógico que há uma responsabilidade individual nisso, e eu conheço muita gente que deixou de fumar maconha para não alimentar o tráfico. Mas não creio que essa campanha seja mais eficaz do que a legalização do consumo. O uso de drogas existe desde que o mundo é mundo e não vai ser a repressão que vai acabar com o consumo. Mas a legalização pode acabar com o tráfico. Eu vejo o consumidor como o elo mais fraco da cadeia. Combatê-lo é contraproducente. O abuso e o vício devem ser tratados como problemas de saúde pública. O tráfico é que é questão de segurança pública. É o tráfico que arrasta os jovens de periferia para a morte e tenho certeza de que morre muito mais gente na guerra do tráfico do que de overdose. De que forma fazer, eu não sei, mas acho que já passou mesmo da hora de discutir o que me parece óbvio e acredito que o filme contribui com isso. Só mais um dado: sabe de quem partiu a idéia de legalizar as drogas na Holanda? Da polícia, parceiro.

Fonte: O Globo
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Protagonista de 'Tropa de Elite', Wagner Moura diz que novela e filme o deixaram esgotado



SÃO PAULO - Wagner Moura, de 31 anos, titubeia quando questionado se ter feito o Capitão Nascimento e o mau-caráter Olavo no mesmo ano foi positivo. Esgotado e com a barba por fazer, ele pensa duas vezes antes dar a resposta.

- Foi ótimo, não teria como dizer que não, mas estou muito cansado mesmo
- confessa Wagner, que, pacientemente, atendeu a sete equipes de TV e a cerca de 50 jornalistas que se tumultuaram na exibição para convidados do longa-metragem "Tropa de elite" no Kinoplex Itaim, na zona sul de São Paulo.


O evento era só um da maratona que enfrentou na cidade para a divulgação do filme, que estendeu a superexposição garantida por causa do sucesso de seu personagem em "Paraíso tropical", graças à pirataria e as discussões sobre o discurso polêmico de "Tropa". Anteontem, o ator gravou o programa "Altas Horas" e conversou, por telefone, com jornalistas de fora do eixo Rio-São Paulo. Ontem, ainda iria à "pós-estréia" do longa no Cine Leblon, no Rio de Janeiro.
Rotina estafante

- Tem sido bem pesado. Desde a estréia eu não consegui parar
- reclama o ator, que encara a rotina estafante desde a abertura do Festival do Rio, em 20 de setembro, quando a produção foi exibida pela primeira vez.

- Capitão Nascimento vai me marcar por muitos motivos. Antes das filmagens, pelo processo de preparação para o personagem, que incluiu um treinamento intensivo com ex-oficiais do Bope (Batalhão de Operações Especiais). Depois, pela repercussão inédita que ele causou.

O ator já perdeu as contas de quantas vezes já defendeu o filme, acusado de fazer apologia à tortura. Discursou até mais do que viu (ele assistiu ao longa duas vezes). De férias a partir de hoje, talvez possa se igualar aos entusiastas de Nascimento. Isso, é claro, se tiver pique de enfrentá-los nas filas de cinema.

Enquanto Wagner Moura parte para as férias, o restante do elenco de "Tropa" continua nesta semana o trabalho de divulgação do longa pelo resto do país - lançado no Rio e São Paulo no dia 5, ele estréia nas outras praças neste fim de semana. O diretor José Padilha também continua a agenda. - Vamos manter o trabalho com tudo - diz Marcos Prado, produtor da fita, que atingiu cerca 180 mil espectadores no fim de semana de estréia.

- Achamos um número bom - atesta Padilha, que é mais otimista que Wagner quando o assunto é a pirataria - o filme era vendido no camelô antes de seu lançamento.

- Nunca saberemos se poderia ter levado 250 mil aos cinemas.

Fonte: O Globo Online
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'Tropa' recebe convidados em noite de estréia


Wagner Moura e Fernanda Machado estiveram na sessão de estréia carioca do filme Tropa de Elite, na noite de terça-feira (09), no Leblon


Wagner Moura vive o capitão Nascimento no longa-metragem


Fernanda Machado e Wagner Moura


Parte do elenco posa para foto




Fonte:Babado
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Wagner Moura defende a legalização das drogas para pôr fim ao tráfico

"Não creio que a campanha seja mais eficaz do que a legalização do consumo', diz o ator, que está no longa "Tropa de Elite"

Wagner Moura escreveu um artigo para o jornal “O Globo” desta terça-feira, 25, em que critica a exaltação de seu personagem no longa “Tropa de Elite”, de José Padilha, e defende a legalização das drogas para pôr fim ao tráfico.

“Acho que já passou da hora mesmo de discutir esse assunto com honestidade... não creio que a campanha seja mais eficaz do que a legalização do consumo. O uso de drogas existe desde que o mundo é mundo e não vai ser a repressão que vai acabar com o consumo. Mas a legalização pode acabar com o tráfico.”


Sobre o sucesso de seu personagem no longa, o ator é enfático.

“Fico preocupado quando vejo o capitão Nascimento ser tratado como herói. Fico pensando como reagiria ao filme uma platéia sueca. Não creio que pensariam naqueles policiais torturadores como heróis, assim como muita gente que vê o filme aqui pensa.”


Fonte:Ego
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Sexta-feira, Outubro 12, 2007


(...)LABORATÓRIO

Wagner foi um dos 20 atores que fizeram o laboratório, coordenado por Fátima Toledo e Paulo Storani, ex-Bope e atual secretário de Segurança Pública de São Gonçalo. Por aproximadamente três semanas, o grupo - que incluía Caio Junqueira e André Ramiro - encarou aulas de tiro e de conduta de patrulha e passou por um treinamento (quase) tão duro quanto os do aspirante ao Bope.
Diariamente, os atores eram levados para Vargem Pequena, onde penavam sob os comandos de Storani, que coordenou, na vida real, o 9º Curso de Operações Especiais, em 1996, e hoje faz mestrado em antropologia na Universidade Federal Fluminense (UFF). “Levamos os atores a um nível de exaustão muito parecido com o que os policiais têm no curso de operações especiais”, compara Pimentel.

Fonte: Ego
Editado por Carol Monteiro
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Quinta-feira, Outubro 11, 2007


Wagner Moura: um cara simples e o homem do ano
No cinema, só se fala de 'Tropa de Elite'. Na TV, o assunto é 'Paraíso Tropical'. Em ambos, o ator baiano, que conquista cada vez mais fãs, é destaque

Depois do destaque no cinema e na TV, Wagner montará Hamlet no teatro
Para os mais íntimos, Wagner Moura é apenas Waguinho. Um baiano que ainda preserva as suas raízes: adora dormir na rede, comer caruru na casa dos amigos no Rio de Janeiro, jogar bola descalço no sítio da família em Itaparica, na Bahia, e ainda tem a malemolência que se atribui aos nordestinos.
Para os que o conhecem depois da fama, o ator está no auge do sucesso: se destacou como vilão Olavo, em "Paraíso Tropical," e no filme "Tropa de Elite", como o capitão Nascimento. Os dois trabalhos dominaram as conversas - e em ambos o trabalho de Wagner Moura é sempre citado, e elogiado.
Porém, ele segue as palavras do pai, seu José, e continua valorizando as coisas simples da vida: estar perto dos amigos e da família é uma das prioridades do ator. Quando não tem tempo de estar com as pessoas que gosta, Wagner telefona para elas e, às vezes, até chora.
É, porque além de bom ator e escritor (Wagner Moura escreveu um artigo para o jornal "O Globo", publicado na edição de terça-feira, 25, em que, entre outros pontos, defendia a legalização das drogas como uma das formas de pôr fim ao tráfico), Waguinho também é romântico. Não é à toa que, mesmo fugindo do estereótipo de beleza, o baiano virou galã.
"Acho ótimo meu amigo estar tirando onda de gostoso (risos). É um paraíba chique, posa para os ensaios de moda...", brinca Lúcio Mauro Filho


Réveillon como manda o figurino
Um dos refúgios de Wagner Moura é o sítio de Sandra, em Itaparica, na Bahia. É lá que o ator joga ‘pelada’ descalço com os amigos – ele torce pelo Esporte Clube Vitória da Bahia. Há três anos, o casal convidou Lúcio e Cíntia para um réveillon. “O Bento, nosso filho, deu os primeiros passinhos lá”, lembra a empresária.
Durante a viagem, Wagner Moura mostrou seus dotes para fazer caipirinha, brigadeiro de chocolate e soltar fogos de artifício para a virada de ano. Parecia um menino.
Na época da adolescência, durante o curso de teatro na Casa Via Magia, na Bahia, Wagner Moura resolveu se chamar de 'Ovni'. “O Wagner era tímido e se achava um ser estranho ali. Acho que esse foi o motivo do apelido. Mas tem um fato curioso: ele já tinha ficado famoso e me encontrou no Teatro Castro Alves. Wagner chegou perto de mim e perguntou: 'lembra de mim, professor? Eu sou o Ovni'”, diverte-se Rui César, professor do curso onde o ator estudou.

Veia cômica
Após romper com essa timidez, o ‘Ovni’ se soltou e começou a conquistar seu espaço no teatro. Formou um grupo de amigos que adora reunir no seu apartamento, no Rio. São nesses encontros que Wagner Moura imita Ney Latorraca e Silvio Santos, toca violão, serve cafezinho às 17h e exibe para os convidados o vídeo de John Lennon e Yoko Ono.
O gosto pela música fez o ator ter a banda "Sua Mãe" na juventude e curtir música boa até hoje. De Otto a Lenine, passando por Zéu Brito. “O Wagner gosta de música com humor e eu faço esse trabalho. É ótimo conviver com ele, que é uma pessoa inteligente. Ele sabe tudo, inclusive inglês. É tão esforçado que voltou a estudar a língua para a versão de 'Tropa de Elite' que vai passar lá fora”, elogia Zéu.
Como os parentes continuam morando na Bahia, Wagner adotou amigos para serem a sua família no Rio: Vladimir Brichtabuscar, Lázaro Ramosbuscar, Zéu Brito e Lúcio Mauro Filho. E assim como uma ‘Grande Família’, o ator adora os almoços de domingo. Muitas vezes é no Baixo Gávea, no Rio, onde o grupo se reúne - às vezes, Wagner vai com com o seu Fusca modelo 68.
Outro point que ele adora é o restaurante Copa Café, no Rio, ou a casa de qualquer amigo baiano. Principalmente, se tiver na mesa um caruru. Em quase todas as reuniões, Wagner e Sandra levam o filho Ben, de um ano. O ator faz questão de passar os momentos de folga ao lado do menino, mantendo uma rotina de pessoa simples - bem longe do rebuliço que personagens de sucesso costumam provocar na vida de atores de talento.

Fonte: Ego
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Quarta-feira, Outubro 10, 2007


PS!

O blog anunciou ontem que o Programa Bastidores do Multishow exibiria os bastidores das filmagens do filme Tropa de Elite e ainda uma entrevista com Wagner Moura e parte do elenco, informação que consta no site do programa e está correta. No entanto, ocorreu um equívoco quanto a data.
O programa será exibido semana que vem. Dessa forma, semana que vem, para que você não perca e fique ligado na TV, dessa vez na data certa, o Blog oficial Wagner Moura, volta a postar sobre o programa.
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Wagner Moura vai descansar no exterior

Wagner Moura já tem destino certo para depois da divulgação do filme Tropa de Elite, onde interpreta o policial Nascimento, protagonista da história.

Ele, a mulher Sandra Delgado, e o filhinho, que tem cerca de um ano e meio, vão fazer uma viagem para o exterior, a princípio durante um mês. Discreto, o roteiro da viagem é mantido em segredo.

Já na volta ao Brasil, Wagner pretende dedicar-se ao teatro. Recentemente, ele mesmo comentou que quer interpretar Hamlet no palco. Um texto dessa obra já se encontra nas mãos do ator.


Fonte: O Fuxico
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Depois de 'Tropa' e 'Paraíso', Wagner Moura e Fernanda Machado tiram férias merecidas

Atores sonham com os dias de descanso


Ele dividiu-se entre um policial violento e um mau caráter inescrupuloso. Ela, entre uma patricinha que sobre favelas para trabalhar em ONGs e uma jovem que decide entrar para a prostituição ao descobrir o verdadeiro pai. Donos de personagens intensos em "Tropa de Elite" e "Paraíso Tropical", Wagner Mourabuscar e Fernanda Machadobuscar não pensam em nada além das férias.
Menos de uma semana depois do fim da novela de Gilberto Braga, eles estiveram na tenda do Festival do Rio nesta terça-feira, 2, para divulgar o longa de José Padilha. Falaram dos novos projetos, mas responderam em uníssono: qualquer coisa, só em 2008.
"Tive noites e noites de insônia, levava para casa toda aquela angústia da Joana", contou Fernanda, referindo-se à sua personagem na novela. "Quando ela descobriu que o Heitor não era seu pai, fiquei um mês com dificuldades para dormir".
Fernanda, 26 anos, 14 de carreira, prepara-se para voltar ano teatro no início do ano que vem. Vai fazer com Christiane Torloni o espetáculo "Brilho oculto", uma adaptação de Renato Borghi para "O Lobo de Rayban", encenada por Raul Cortez.
"Farei uma jovem que tem uma relação homossexual com uma atriz em decadência", contou Fernanda, acrescentando que já analisa dois roteiros de longa-metragens. "Mas até o fim do ano quero descansar com a minha família no Sul", disse a atriz, nascida em Maringá, no Paraná.

Olavo no teatro
O próximo trabalho de Wagner Moura também será no teatro. O ator vai atuar em "Hamlet", com estréia prevista para o ano que vem e direção de Aderbal Freire Jr. Mas agora ele também só quer saber de férias.
Ao falar sobre "Tropa de Elite", Wagner mencionou a dificuldade de fazer as cenas de violência de seu personagem, o capitão Nascimento.

"O filme exigia um registro documental, não permitia o fake e, para isso, tivemos cenas carregadas de muita emoção. Aquilo mexia com muita coisa ruim. Eu não sou um homem violento, não gosto de bater nas pessoas. Sou um homem pacífico", disse.

Fonte: Ego
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"Que fique claro: eu não sou o Capitão Nascimento", diz Wagner Moura

Com olheiras profundas e fala lenta, Wagner Moura não esconde o cansaço. Poucos dias depois de protagonizar o final de “Paraíso tropical”, em que fez grande sucesso como o vilão Olavo, o ator baiano volta ao centro das atenções por conta do lançamento do filme “Tropa de elite”, que estréia nesta sexta-feira (5).

Em entrevista ao G1, o ator de 31 anos afirma que não se impressiona com a fama, mas que se irrita quando é comparado a seu personagem no longa-metragem. “Quero que isso fique claro, eu não sou o Capitão Nascimento. Essa confusão tem me incomodado”, diz. “Minha intenção nunca foi de fazer apologia à violência nem à repressão.”

A seguir trechos da entrevista

G1 - Como é ser visto pelo público como um herói na imagem do Capitão Nascimento?

Wagner Moura - Tem havido uma identificação grande por parte de algumas pessoas com o Capitão Nascimento. Não posso controlar a forma como as pessoas vêem o filme. Tem gente que acha que a solução para a questão da segurança pública é o confronto e a repressão. Eu não concordo com isso. Não tenho esse pensamento de direita. O que existe é uma confusão entre os personagens e os realizadores do filme. Minha intenção nunca foi de fazer apologia à violência nem à repressão. Eu assisto ao filme e acho uma tragédia aquele policial, pai de família, tentando sair dali, lidando com a violência todos os dias, entrando em favela e matando um monte de pessoas, torturando. Eu vejo o filme desse jeito, mas é lícito que outras pessoas vejam de outra forma.

G1 - Como você tem recebido essas reações?

Wagner - Comecei a ficar mexido quando começaram a sair artigos na imprensa dizendo que o filme era fascista. Não foi esse o filme que eu fiz. Eu entrei num projeto que pretendia mostrar o olhar do policial, que é importantíssimo. Todos os policiais que conheci durante o treinamento são da maior integridade, mas são pessoas que acreditam que a solução é entrar na favela e deixar corpo no chão. Eu não concordo, acho que a solução para a violência é investimento nas áreas carentes, é diminuir a desigualdade social. Eu acho primário e bobo confundirem a visão do personagem com a minha.

G1 - Isso te incomoda?

Wagner - Sim, isso me incomoda. As pessoas podem ver o personagem como quiserem, mas me incomoda que me identifiquem com essa visão dele. Eu não compactuo com esse ponto de vista, eu não sou o Capitão Nascimento. Quero que isso fique claro, eu não sou o Capitão Nascimento. Essa confusão tem me incomodado sim.

G1 - Você está no auge do sucesso na TV e no cinema...

Wagner - Foi uma coincidência, porque o “Tropa” era para ser lançado só em novembro, mas por conta da pirataria ele foi antecipado e casou com o fim da novela, que teve muita audiência. Então, de repente, eu comecei a dar muita entrevista para falar de várias coisas diferentes. Mas não me impressiono com isso não. Daqui a pouco tudo isso passa e as pessoas esquecem um pouco de mim.

G1 - Como tem sido a abordagem do público nas ruas?

Wagner - Tem gente que me chama de Capitão Nascimento, tem gente que me chama de Olavo. Mas a verdade é que eu tenho saído muito pouco na rua, tenho ficado mais em casa.

G1 - Como você entrou no projeto “Tropa de elite”?

Wagner - O José Padilha me convidou para entrar no filme e fiquei felicíssimo, porque eu era fã de “Ônibus 174”. Ele me mandou o roteiro, eu li, adorei e aceitei o convite. Ele disse para eu escolher qual papel eu queria fazer, e eu logo quis fazer o Capitão Nascimento. Inicialmente, ele queria que eu fizesse o Neto, mas achei que eu era muito velho para o papel, que acabou ficando com o Caio [Junqueira].

G1 - E preparação do personagem? Como foi?

Wagner - A gente teve uma preparação bem intensa, que misturou o trabalho com a Fátima Toledo e com os policiais do Bope, que nos treinaram para a gente poder representá-los da melhor forma possível, para que a gente parecesse caveiras de verdade. Foi um esforço muito físico e mais ainda psicológico, porque o curso do Batalhão de Operações Especiais é um massacre físico, mas é, especialmente, um negócio para quem tem dureza psicológica. O mais exigido é o emocional. Foi “hardcore”, muito sofrimento.

G1 - Em algum momento você teve vontade de sair?

Wagner - Eu sou um ator que gosta de se submeter a experiências. Sem dúvida foi a experiência mais louca que eu já tive na minha vida, mas eu não tive vontade de ir embora em nenhum momento. Eu queria vivenciar aquilo.

G1 - Com o lançamento do filme no exterior, você pretende investir numa carreira internacional?

Wagner - Espero que o filme vá bem lá fora, mas eu estou tocando minha vida normalmente aqui e vou continuar assim.

Fonte: G1
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Terça-feira, Outubro 09, 2007


Wagner Moura e Tropa de Elite chegam a São Paulo

Elenco lança filme na capital

O filme mais comentado do ano teve uma exibição especial nesta segunda-feira, 8, no Cine Kinoplex Itaim, em São Paulo. O elenco de “Tropa de Elitebuscar” prestigiou o evento reunindo Wagner Mourabuscar, Maria Ribeirobuscar, Caio Junqueirabuscar e André Ramirobuscar.
José Padilha, diretor do longa-metragem, era só sorrisos ao lado de sua turma. Wagner Moura foi, sem dúvidas, o mais assediado na noite, posando para fotos e concedendo entrevistas e atendendo fãs.
Fernanda Machado compareceu ao evento acompanhada pelos amigos do elenco André Ramiro e Caio Junqueira.
O filme “Tropa de Elite” teve estréia nacional antecipada para a sexta-feira, 5, por conta da pirataria. Originalmente, o filme estrearia nesta sexta, 12.







Fonte: Ego
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Só no Rio e São Paulo ‘Tropa de Elite’ leva 180 mil espectadores aos cinemas

Depois de ter cópias espalhadas por todo o país, a estréia do longa aumenta a esperança dos que apostam na bilheteria do filme


'Tropa de Elite' foi visto por 180 mil pessoas neste fim de semana nos cinemas de RJ e SP
Com estréia somente nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro, o filme "Tropa de Elite" fez a melhor abertura de filme nacional em 2007 na média de espectadores por sala.
O longa levou 180 mil espectadores aos cinemas no seu primeiro fim de semana. Foram 140 cópias exibidas em 171 salas, o que dá uma média de 1.052 espectadores por sala.
"Tropa de elite" fez uma abertura 48% maior, por exemplo, que a "A Grande Família", o filme brasileiro mais visto em 2007.
Se comparado a "Carandiru" - o nacional que teve a melhor a abertura desde a retomada -, o longa de José Padilha ficou 38% abaixo. Em relação a "Cidade de Deus", filme com o qual tem sido comparado pelos críticos devido ao tema, "Tropa de Elite" teve uma performance 90% melhor.

Estréia antecipda
Na próxima sexta-feira, "Tropa elite" chega aos cinemas fora de SP e RJ, alcançando cerca de 300 salas em todo o país. A data de estréia foi antecipada, para o último dia 5, em função da pirataria.
Segundo pesquisa do Datafolha divulgada no sábado, cerca de 1,5 milhão de pessoas assistiu ao DVD pirata somente na cidade de São Paulo.
Desse total, 45% afirmaram que irão ao cinema para assistir ao filme na mídia para o qual foi concebido e produzido. O que dá esperança para os que apostam na bilheteria do longa.

Fonte: Ego
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Bastidores das filmagens de Tropa de Elite na TV



Enquanto toda a imprensa gira em torno da pirataria do filme Tropa de Elite, o programa Bastidores do Multishow, sob o comando de Fábio Júdice, resolveu mostrar os bastidores das filmagens e conversar com os atores Wagner Moura, Caio Junqueira e André Ramiro.
Em entrevista exclusiva, eles falam sobre a preparação física e pscológica, o universo particular do BOPE e os efeitos da pirataria.

Horários
Ter 23h:15min
Qua 8h:30min e 13h:30min
Sex 6h:00min e 12h:30min
Sab 14h:00min
Ter 6h:30min
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Segunda-feira, Outubro 08, 2007



"A pirataria não nos abateu", diz Wagner Moura

Entre elogios e afagos, ao final da estréia de Tropa de Elite no Festival do Rio, o ator Wagner Moura, que vive o policial Nascimento no filme de José Padilha, afirmou que a pirataria não prejudicou o empenho da equipe em lançar o filme.
"A pirataria, apesar de todo mal, não nos abateu. Em momento algum tive receio de que prejudicasse a exibição. As pessoas querem assistir na telona", afirmou.
Outros atores presentes na platéia, como Lúcio Mauro Filho, fizeram questão de dar sua opinião.
"A pirataria foi danosa, mas acho difícil prevê se vai atrapalhar a carreira do longa nos cinemas. Acho furado esse papo que acaba funcionando como boca-boca".
José Wilker condenou o crime organizado e hasteou a bandeira contra a pirataria. "Não assisti , é o mesmo que dar feijão estragado para seu filho. Tem o mesmo grau de culpa o cara que copia e o que compra", disse.
"Vários amigos que assistiram a cópia pirata garantiram que iriam ao cinema", contou Guiherme Fontes.

Fonte: Terra
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Domingo, Outubro 07, 2007


Para Wagner Moura, capitão Nascimento não é um herói

Ator comenta seu personagem no longa 'Tropa de Elite'




O ator Wagner Moura comentou, em entrevista coletiva nesta terça-feira, 2, na tenda do Festival do Rio, seu personagem no filme "Tropa de Elite". No longa de José Padilha, ele vive o capitão Nascimento, um policial do Batalhão de Operações Especiais da PM do Rio que tortura bandidos durante sua incursões pelas favelas cariocas.
Perguntado sobre o fato de muitos verem Nascimento como um herói, Wagner discordou.

"Nós, do filme, não o vemos dessa maneira", declarou. "Tropa tenta mostrar uma realidade, a realidade da violência, pela ótica do policial".




Fonte: Ego
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Sábado, Outubro 06, 2007


Estréia de 'Tropa de Elite' é antecipada. Longa pode virar série de TV

Cópias piratas fizeram com que produtores adiantassem data de chegada do filme aos cinemas do Rio e SP para a sexta-feira, 5


Em função do sucesso de "Tropa de Elite", de José Padilha, a estréia do filme no Rio e em São Paulo foi antecipada para a sexta-feira, 5 - antes, estava marcada para o dia 12.
A decisão foi das produtoras Zazen e Universal Pictures do Brasil, por conta da pirataria. O longa protagonizado por Wagner Moura ganhou notoriedade por ter sido apontado como o mais 'pirateado' do cinema nacional.
A estimativa é a de que.r mais de um milhão de cópias piratas do filme "Tropa de Elite" já tenham sido vendidas Brasil afora. O longa-metragem de José Padilha, que só teve duas exibições oficiais no Festival do Rio, já é assunto em todas as regiões do país.
Wagner Moura , que viveu o Olavo em "Paraíso Tropical " e que interpreta o capitão Nascimento em "Tropa", soube que o filme está "bombando nos camelôs da Baixa do Sapateiro, em Salvador". Padilha, por sua vez, já recebeu emails de espectadores que viram o longa em Porto Alegre. Surpresos com a notícia de que uma cópia teria sido até legendada em inglês, diretor e elenco comentaram a pirataria em entrevista coletiva nesta terça, 2.
"Vamos tentar bloquear estas cópias, como temos feito até agora. Não sabia que já havia essa cópia para o inglês", lamentou Marcos Prado, produtor do filme e sócio de Padilha na produtora Zazen.

Frustração e surpresa
Apesar de frutrados com a divulgação das cópias antes de o filme ter sido finalizado, o elenco está surpreso com a resposta do público.
"99% por cento das pessoas que me abordaram foi de forma positiva, para nos parabenizar pelo filme", disse o ator Caio Junqueira.
Fernanda Machado também comentou os elogios que tem recebido por conta do filme. "Eu e Wagner soubemos da pirataria por camareiros do Projac, que viram o filme antes da gente", contou. "Mas o que vemos é que quem vê o filme ama, independente se concorda com ele ou não".

Expectativa é de 5 milhões de espectadores no cinema
Para Padilha, não há muito o que ser feito para combater a pirataria senão a educação. "As pessoas têm de entender que isso implica em sonegação fiscal, em crime trabalhista, em competição desleal".
Já Wagner Moura acredita que as grandes empresas precisam se adaptar à realidade atual, na qual muita gente prefere baixar músicas e filmes pela internet.

"Não temos muito como voltar atrás. E falo isso mesmo sendo um analfabeto tecnológico", disse.

Padilha e Prado ainda não se arriscam a avaliar o prejuízo que a pirataria vai causar à bilheteria do filme. Mas o segundo arrisca um palpite: "acho que faz mais de 5 milhões de espectadores".

Série de TV
Diretor de "Tropa de Elite ", José Padilha revelou que já recebeu propostas de três emissoras de televisão para transformar o longa-metragem em uma série para TV.
Apesar de ter feito o filme sem cogitar a hipótese de uma adaptação, Padilha disse que já conversou com dois canais, um de TV por assinatura e outro aberto. O terceiro convite seria de uma TV aberta também.
"O meu filme é completamente independente e, para mim, já é uma obra em si", disse. "Mas alguns canais já nos procuraram e estamos conversando".







Fonte: Ego
Publicado por: Fã clube Máfia do Sexo Frágil

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Tamanho foi o sucesso de “Paraíso Tropical” que o autor e o elenco da trama ainda não se cansaram de comemorar.
Nesta quarta-feira, 3, Gilberto Braga reuniu a direção e grande parte dos atores que atuaram na novela em um jantar na sua casa, em Ipanema, no Rio.
Camila Pitanga, que mais cedo havia confirmado que está grávida, foi muito paparicada pelos colegas e foi à festa acompanhada do marido Cláudio Amaral Peixoto. Ela deixou de assistir à estréia do pai na peça “Após a chuva” por causa do jantar.
Destaques da trama como Alessandra Negrini, Wagner Moura e Glória Pires também estiveram por lá com seus respectivos pares: o cantor Otto, a fotógrafa Sandra Delgado e o cantor Orlando Morais.
O diretor Dennis Carvalho, Vera Holtz, Fernanda Machado, Otávio Muller, Patrícia Werneck, Beth Goulart e muitos outros também marcaram presença. Até atores que fizeram apenas participações especiais na novela, como Deborah Seccobuscar e Sérgio Maronebuscar – com a namorada, Alinne Moraes -, foram convidados.















Fonte: Ego

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Sexta-feira, Outubro 05, 2007

TROPA DE ELITE

Primeiramente, gostaria de agradecer a Mayara que se propôs a fazer esse layout novo com o tema do filme Tropa de Elite. Mais uma vez tá lindo, Maya! É bom perceber seu carinho crescendo a cada trabalho do Wagner a ponto de te despertar a vontade de fazer mais lays.

Mas, me prendendo ao agora tema do blog, não podia deixar passar em branco esse momento de interpretações tão primorosas do Wagner. Tanto o Olavo Novaes como o Capitão Nascimento tem arrancado elogios do público e da crítica e gerado repercussão.

Aqui no blog, desde o momento que começou a pirataria do ao filme, tentamos nos abster ao máximo de dar qualquer declaração em função disso. Uma vez que Wagner ainda não tinha vindo à público e não cabe aqui levantar qualquer bandeira. Mas como tudo tem seu tempo e sua hora, impossível estrear o blog com essa cara sem se posicionar quanto aos fatos ocorridos em torno do filme.

A pirataria que vinha atingindo os músicos com seus cds, motivo pelo qual muito passaram a vendê-los em show por um preço muito mais barato e a ter em suas apresentações seu foco, chegou aos cinema há algum tempo mas nunca conta tanta força.

O cinema nacional, que ainda é alvo de preconceito e criticado pelos próprios brasileiros que não pagam para verem seu povo na tela, foi atingido em cheio, tendo as cópias de Tropa de Elite, antes mesmo de sua pré-estréia, sendo vendidas no mercado marginal que sobrevive das custas de uma população carente de recursos para a sua própria cultura.

O que mais mobiliza é que sem divulgação, Tropa de Elite virou uma espécie de "best seller" nos camelôs, tendo que ser encomendado por não haver mais pra vender. A primeira divulgação do filme, por conseqüência, infelizmente, foi essa. E mesmo ainda, ainda especulou-se se não seria markentig!

Dentro de uma má fé, o filme foi distribuído na íntegra faltando apenas os créditos para um público que o aplaudiu desde o primeiro momento, elogiando a veracidade, as interpretações e a qualidade do filme. Não bastasse isso, o documentário baseado no mesmo livro que originou o filme, passou também a ser pirateado como Tropa de Elite 2 que não existe!

Onde vamos parar? Em um lugar onde o cinema nacional não é prestigiado, mas a pirataria sim, um filme leva às vezes anos para chegar ao público. E no caso de Tropa de Elite que foi filmado em morro, até sofrer um seqüestro relâmpago no qual as armas usadas nas filmagens foram furtadas, a equipe sofreu. Para no fim, ser reconhecido como um filme brasileiro digno de receber o oscar devido a um crime. Sim, porque pirataria é crime.

O processo trabalhoso e quase artesanal do cinema virou algo frio saído de computadores que fazem cópias de preço injusto que abastecem o crime organizado do mercado negro da pirataria e tiram dos homens que fizeram a sétima arte brasileira ser digna de oscar, a comida e o valor.

A mesma equipe que recebe elogios, até agora não viu o fruto líquido do seu trabalho, enquanto a vendagem do filme já bateu recorde antes de ter sua estréia em circuito nacional!

E é por esse motivo que o Blog Oficial Wagner Moura tem agora colocado abaixo do espaço de postagem, o adesivo feito pela equipe do filme numa tentativa de fazer um movimento contrário a tudo isso. (Abaixo maiores informações)

Não entenda mal e ache que isso é um julgamento a quem já viu o filme, é apenas uma reflexão. Afinal, são tantos pôr menores até se chegar a quem compra produto pirata, que talvez quem pague o preço disso nem perceba.

Em nome do Wagner e por toda a equipe primorosa de Tropa de Elite, peço aos fãs que mantenham o que tem sido dito em discussões no orkut, vão ao cinema. Prestigiem. Dêem retorno a quem o merece e necessita. E se presenteie com qualidade de áudio, imagem e tudo mais que só uma sala de cinema proporciona. E bom filme completo.

Texto por Carol Monteiro
Publicado por: Fã clube Máfia do Sexo Frágil

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Estréia "Tropa de Elite" tem lançamento antecipado no Rio e SP



O restante do país ainda terá de aguardar até dia 12, que era a última data anteriormente anunciada para o lançamento.

No meio de setembro, "Tropa de Elite" chegou a ter uma estréia-relâmpago em Jundiaí, numa única sala e horário. O objetivo foi credenciar-se para concorrer à indicação para representar o Brasil na disputa de uma das cinco vagas no Oscar de filme estrangeiro. Mas o representante brasileiro acabou sendo "O Ano em que meus Pais Saíram de Férias", de Cao Hamburger.

Com a estréia comercial em grande escala, começa o grande desafio para o filme. Não se sabe ainda qual o impacto que terá na bilheteria a circulação pelo país de um número estimado pelo próprio diretor Padilha em 1 milhão de cópias piratas de "Tropa de Elite".

O roteiro de "Tropa de Elite" foi escrito pelo diretor José Padilha e também por Bráulio Mantovani (de "Cidade de Deus").

No filme, cria-se uma história fictícia, ambientada em 1997, quando se preparava uma nova visita do Papa João Paulo 2o ao Brasil. O protagonista é o capitão Nascimento (Wagner Moura), um policial que acredita no seu trabalho e tem a chance de uma promoção. Para comandar uma operação de "limpeza" de criminosos, Nascimento passa a chefiar a tropa que sobe o morro e fica cara a cara com os traficantes.

O filme apresenta uma visão bastante radical e até negativa do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais). Mostra que, quando o batalhão sobe, a polícia convencional sai. O Bope só entra em ação para matar, como diz a letra de seu macabro hino de guerra: "Homem de preto, qual é a sua missão? É invadir favela, é deixar corpo no chão." O treinamento de seus integrantes não fica atrás em sadismo. Muitos desistem antes do final, sendo brutalizados e humilhados na saída.

Para o controle dos morros, os integrantes do Bope valem-se inclusive de espancamentos e torturas. O procedimento mais comum é o quase sufocamento dos suspeitos com um saco plástico, para que revelem os paradeiros de seus chefes.

Ao mesmo tempo em que aumenta a violência de seus métodos, aumenta a crise pessoal de Nascimento. Afetado pela insônia e pela síndrome do pânico, ele toma remédios e apresenta um comportamento cada vez mais instável. Nem por isso seus superiores concordam em substituí-lo.

Um processo semelhante de brutalização atinge policiais sob seu comando, como Neto (Caio Junqueira) e André (André Ramiro).

"Tropa de Elite" toca em muitos temas explosivos: violência policial; a criação de uma elite ainda mais violenta dentro do Bope; a suposta conivência das ONGs com o tráfico para poderem instalar-se nas favelas e realizar ali um trabalho social; e até uma alegada cumplicidade da classe média com a exploração de crianças da favela, a partir do momento em que consome drogas no asfalto.

Todos esses assuntos já haviam sido de algum modo abordados antes pelo cinema brasileiro recente, em filmes como "Cidade de Deus", "Quase Dois Irmãos", "É Proibido Proibir" e o documentário "Notícias de uma Guerra Particular", entre outros. Mas nenhum, até agora, tinha tido tanto impacto.

Galeria








Fonte: CineWeb
Fotos: Divulgação
Publicado por: Fã clube Máfia do Sexo Frágil

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Produção de 'Tropa de Elite' cria camisas e adesivos para protestar contra a pirataria

Produtos trazem a inscrição 'Eu não vi Tropa pirata. Pirataria é crime'



Rio - Depois de toda a polêmica gerada pelas cópias piratas do filme "Tropa de Elite", a produção do longa resolveu protestar de maneira pacífica e lançou nesta semana camisas e adesivos com a inscrição "Eu não vi Tropa pirata. Pirataria é crime".

O longa-metragem de José Padilha, baseado no livro "Elite da Tropa" que fala sobre o Batalhão de Operações Especiais da Polícia do Rio, o Bope, será exibido pela primeira vez no Festival do Rio, no próximo dia 20. Um dos roteiristas do filme, Rodrigo Pimentel contou que os atores, entre eles Wagner Moura, passaram por um duro laboratório para interpretar os policiais.

Fonte: O Dia
Publicado por: Fã clube Máfia do Sexo Frágil

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Fiel à violência do dia-a-dia e às ações do Bope, "Tropa de Elite"
tornou-se fenômeno de público antes mesmo da estréia.


O lema do Batalhão de Operações Especiais, o Bope, se aplica à trajetória do filme ‘Tropa de Elite’: ‘Melhor seria, se pior fosse’. E pior não podia ter fi cado: o filme virou o maior fenômeno da pirataria do cinema nacional, oferecido em camelôs País afora, com 140 mil acessos por dia no YouTube até ser tirado da rede, e já ultrapassou fácil os 400 mil DVDs piratas de ‘2 Filhos de Francisco’. Mas como os integrantes do Bope, o diretor José Padilha e sua equipe parecem treinados para encarar a adversidade não como obstáculo, mas apenas algo que deve ser realizado. A missão da tropa é transformar o gigantesco boca-a-boca clandestino a favor do filme, que foi feito com R$ 10 milhões.

"Na verdade, eu não esperava que o filme fosse visto antes da sua estréia. Mas eu sabia que o assunto era polêmico. Afinal, a polícia é instituição importante para qualquer sociedade. Eu imaginava que o filme ia gerar debate", conta Padilha, que quis fazer uma narrativa do ponto de vista dos policiais, depois da experiência do documentário ‘Ônibus 174’._disse Padilha nessa entrevista ao Dia.

Ouviu a história de diversos deles, inclusive a do ex-capitão do Bope Rodrigo Pimentel, que colabora no roteiro de Bráulio Mantovani (‘Cidade de Deus’) e é uma das inspirações para o protagonista Capitão Nascimento, feito por Wagner Moura. "Tinha que ser um cara bonito", brinca Pimentel, que faz a conta da pirataria. "Não precisa de muito para ser pirata hoje em dia: é só ter computador em casa", avalia ele, que acha que o longa já foi visto por dois milhões de pessoas. "Todo lugar aonde eu vou, pergunto quem viu e todos dizem sim. Das classes A, B e C. Um em cada quatro cariocas já assistiu".

Dessa tropa pirata, Padilha só quer uma coisa: que invadam os cinemas. "Espero que quem comprou ou viu a versão pirata vá conferir a versão definitiva do filme".

"Os atores passaram apertos"
Por que resolveu fazer esse filme sobre a polícia? A experiência do ‘Ônibus 174’ te ajudou?
A idéia nasceu do fato de que quase todos os filmes sobre violência urbana no Brasil, senão todos, foram narrados do ponto de vista do indivíduo marginalizado que se tornou criminoso. Não havia fi lme feito do ponto de vista de policiais. E ‘174’ me fez perceber que não se pode compreender violência urbana no Brasil sem se entender o ponto de vista da polícia.

Como foram os dois anos em que colheu o depoimento dos oficiais do Bope?
Ouvi muitas pessoas ligadas à polícia. Algumas no ‘174’ e outras em ‘Tropa’. E não foram apenas oficiais: também soldados e sargentos, além de médicos e psiquiatras. Ouvi essas pessoas informalmente, com o intuito de entender sua visão sobre a polícia e a instituição policial, e de buscar inspiração para compor o enredo do filme e seus personagens.

Cite um desses relatos...
Um PM que fazia o policiamento da Praia de Copacabana na virada do ano contou que no momento dos fogos as pessoas se cumprimentavam sem sequer olhar para ele. Ele disse que nunca imaginou que alguém pudesse se sentir sozinho no meio de tantas pessoas. Este relato, apesar de não ser chocante, reflete a deterioração muito grave na relação entre a população e a polícia. O fi lme pretende abordar os motivos de tal deterioração.

Os atores passaram por treinamento igual ao do Bope?
Todos entenderam que não poderíamos fazer o filme sem esse tipo de treinamento, pois teríamos que filmar seqüências de ação. E uma preparação meramente por observação não daria resultado. Os atores passaram por alguns apertos.

Acredita que o filme possa mudar a polícia?
Só quem pode mudar a polícia são os governantes. Felizmente, o governador está fazendo mudanças importantes. A despolitização dos batalhões e delegacias já é realidade. E a determinação de terceirizar a frota dos batalhões foi tomada muito antes de o filme vazar.

Em seus próximos filmes, como pretende se proteger da pirataria?
Isso vai continuar acontecendo enquanto a indústria da pirataria não for vista como é: atividade criminosa. A cultura que a pirataria democratiza é a da sonegação fi scal, do trabalho informal sem direitos reconhecidos, da concorrência desleal, do desrespeito à lei e do descaso pela propriedade intelectual.

O filme foi prejudicado?
A pirataria não afeta apenas os filmes e suas carreiras. Ela afeta a economia como um todo.

‘Tropa’ pode mudar a visão da pirataria no Brasil?
Não.

Estreante já está famoso
A conta de Pimentel, de que um em cada quatro cariocas já assistiu a ‘Tropa de Elite’, pode não estar distante da realidade. Todo mundo fala com Wagner Moura porque ele é o supervilão Olavo de ‘Paraíso Tropical’. Caio Junqueira, que faz o aspirante Neto, é assediado, mas as pessoas podem lembrar dele também da TV. Já o estreante André Ramiro, 26 anos, o aspirante Matias, é reconhecido nas ruas exclusivamente pela pirataria de ‘Tropa’.

"Meu Orkut está bombando", diz. "Essa semana, no ônibus, um cara veio sentar do meu lado e fez um monte de pergunta. Na rua é sempre assim, quando as pessoas não vêm falar, ficam olhando, acenam, gritam ‘Fala Matias!’. Isso é o reconhecimento do meu trabalho". Com o cachê dos fi lmes (‘Tropa’ e ‘174’, de Bruno Barreto, em fase de produção), o também rapper da Vila Kennedy grava um CD, na Gávea.

"Estava descendo de lá no carro de um amigo e tinha blitz. Eles nos pararam e mandaram a gente descer. No meio do processo, um dos policiais me reconheceu", conta André. Num rápido passeio pela Praia de Ipanema, para a foto desta página, foi fácil verifi car o assédio: vendedor de bijuteria, banhista e até uma equipe inteira de jogadores de vôlei foram cumprimentar o ator. "Ei! Matias!", dizia um, enquanto o amigo gritava: "Fala 05!".

Todos correram para cima. "Eu o vi no calçadão e pensei: ‘Poxa, igualzinho ao Matias’. Quando chegou mais perto, vi que era ele. Aí fui mostrar para todos aqui", contou Fabiano Mescolin, 15 anos. "Nós assistimos ao filme juntos numa festa", lembrou o jovem. "Você está ótimo", elogiou Fabiano. Envergonhado, André sorriu.

Wagner bateu de verdade
Para afinar a tropa que ia rodar o filme no Morro dos Prazeres e Chapéu Mangueira – onde uma van com armas cenográficas foi roubada –, o elenco foi preparado por um capitão de verdade, Paulo Storani, ex-coordenador do curso de Operações Especiais e secretário de Segurança de São Gonçalo. No treino, Wagner virou 01. Todos foram submetidos à ‘pedagogia da humilhação’, em que se faz alarde sobre pequenos erros. Seis não agüentaram a pressão e pediram para sair e um sétimo foi tirado por levar a sério demais. Mas Wagner, que tinha acabado de ser pai, estava zen. "Fui dar uma sacudida nele e peguei no ponto fraco: o filho. Ele ficou acuado, fechou o rosto e mandou um cruzado de direita. Acertou meu nariz, que começou a sangrar. O Capitão Nascimento nasceu ali", conta Storani. "Aí, o Padilha me disse: como é que você foi machucar a mão do Wagner Moura?", ri.

Fonte: O Dia
Publicado por: Fã clube Máfia do Sexo Frágil

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O filme que virou caso de polícia

O filme Tropa de Elite, uma das maiores promessas de bilheteria do cinema brasileiro neste ano, deveria estrear apenas em novembro. Três meses antes, já entrou em cartaz nas bancas de camelôs. O DVD com uma cópia ilegal do filme está à venda, por R$ 10, em pelo menos cinco capitais do país. Para lançá-lo com tanta antecedência, a indústria da pirataria recorreu a uma estratégia inédita no país: subornou técnicos envolvidos numa das etapas da produção. Por R$ 5 mil, os piratas tiveram acesso a uma cópia digital, da qual foi possível extrair milhares de outras. “O filme foi levado para o exterior e replicado lá. Depois, entrou novamente no Brasil”, diz o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos Contra a Propriedade Intelectual.

O filme revela os bastidores da polícia do Rio de Janeiro sob o ponto de vista de dois ex-policiais do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Rio de Janeiro (Bope). É um candidato a seguir o rastro de êxito de produções do gênero, como Cidade de Deus e Carandiru. A produção, dirigida pelo premiado José Padilha (do documentário Ônibus 174), foi orçada em R$ 10 milhões, valor alto para os padrões nacionais.

O sucesso do filme, ainda que na versão pirata, reforça a previsão dos produtores de que ele poderá ser um campeão de bilheteria. Já foi exibido clandestinamente até em academias de ginástica da zona sul do Rio. Na zona norte, locadoras colocaram o DVD pirata nas prateleiras, para quem quiser alugar. Grupos de adolescentes se reúnem com amigos para assistir ao filme, que passa de casa em casa em sistema de rodízio. Uma sessão do filme foi exibida na Academia de Polícia do Rio de Janeiro. Quem investiu na pirataria teve um lucro fantástico.

A operação para lançar Tropa de Elite mostra a sofisticação atingida pelos piratas no Brasil. As cópias clandestinas têm capas iguais, apesar de ainda não existir uma imagem oficial da produção. Nelas, o título do filme aparece ao lado da imagem de um soldado extraída de um videogame. A padronização das capas, segundo Barreto, mostra que a fonte de todas as cópias à venda nos camelôs é a mesma. Na quarta-feira 29, o técnico de edição Marcelo dos Santos Lima foi detido, acusado de ter feito a cópia que deu origem aos DVDs piratas. Ele responderá em liberdade por violação de direito autoral.

O “vazamento” antecipado do filme revoltou o diretor José Padilha. Em artigo publicado no jornal O Globo, ele criticou a mídia e atacou os consumidores. Afirmou que a cópia vendida ilegalmente não é a versão final de sua obra e se mostrou preocupado quanto aos prejuízos que a pirataria pode acarretar. “Ao comprador de produtos piratas, quero lembrar que esses indivíduos (os produtores) têm família, e também precisam de suas rendas para sobreviver”, escreveu Padilha. Depois do artigo, ele resolveu não dar mais entrevistas sobre o assunto.
O filme aborda a violência de modo realista.Atira contra governo, polícia e sociedade – sem proteger ninguém

Apesar do eventual prejuízo que a versão pirata pode causar ao filme, até agora ela parece estar ajudando a promovê-lo. Também no jornal O Globo, o colunista Artur Xexéo afirmou que Tropa de Elite é o filme do ano. A edição ágil, o funk e o rock da trilha sonora agradam à molecada, que normalmente torce o nariz para filmes nacionais. Para completar a fórmula de sucesso, parte do elenco está na novela Paraíso Tropical, da TV Globo. É o caso de Wagner Moura, no papel principal, e de Fernanda Machado.

O filme tem como maior apelo o fato de abordar o tema do momento, sob um ponto de vista privilegiado. “Todo mundo quer discutir a polícia. Em todos os lugares a que eu vou, estão todos falando sobre o filme, virou um fenômeno”, diz Luiz Eduardo Soares, um dos autores de Elite da Tropa, o livro que inspirou o filme. Lançado em 2006, ele foi escrito a seis mãos. Além de Soares, que foi secretário nacional de Segurança (leia a entrevista), assinam a obra dois ex-policiais do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Rio de Janeiro (Bope), André Batista e Rodrigo Pimentel. Ao descrever seu dia-a-dia na corporação, os dois revelaram uma polícia que precisa recorrer a esquemas de corrupção até para consertar as viaturas que usa. É um retrato realista e que atira contra governo, sociedade e polícia, sem proteger ninguém.

A antecipação dos piratas em relação ao lançamento oficial de Tropa de Elite tem duas explicações. A primeira é a enorme expectativa criada em torno do filme. A segunda é a tolerância da sociedade brasileira diante de um crime que provoca prejuízos de mais de US$ 2 bilhões por ano na indústria cinematográfica. Só nos cinemas brasileiros, a bilheteria caiu mais de 10% nos últimos três anos. Os exibidores atribuem a queda na venda de ingressos ao aumento da oferta de DVDs piratas. “O brasileiro não considera a pirataria um crime. Para ele, é algo menor. O que aconteceu com Tropa de Elite mostra que é crime organizado, sim. Não tem outra definição”, diz Ricardo Difini, presidente do Sindicato Nacional das Empresas Exibidoras de Cinema. “Infelizmente, a estratégia de apreender as mercadorias e prender quem as distribui não é eficaz. O consumidor continua comprando”, diz Barreto, do Ministério da Justiça.
APREENSÃO
Policiais recolhem CDs e DVDs piratas no Rio. Tropa de Elite não é o único, mas o mais copiado

Pelo menos no Brasil, ninguém cogita encarcerar um cidadão que está comprando um DVD pirata. Nem existe respaldo legal para isso. Enquanto a lei prevê prisão de até quatro anos para quem vende, o comprador está sujeito apenas a multa de 3 mil vezes o valor do produto original, ou cerca de R$ 120 mil no caso de um DVD. Uma nova campanha do Ministério da Justiça, em parceria com os exibidores, pretende sensibilizar quem consome esse tipo de produto ilegal. O mote, desta vez, será “comprar produto pirata é mico”. A campanha terá como alvo quem tem entre 15 e 24 anos, idade que corresponde a 70% dos consumidores de pirataria. “Vamos mostrar que quem compra pirata paga mico”, afirma Barreto. O Ministério também vai divulgar dados revelando o real custo da pirataria. Segundo as autoridades, há 2 milhões de empregos a menos no país por causa dos piratas.

Ainda que não se saiba qual será o impacto da pirataria nas finanças de Tropa de Elite, a data de lançamento do filme nos cinemas foi antecipada para o dia 12 de outubro, numa tentativa de evitar um prejuízo maior. Os produtores estimavam que o filme tinha fôlego para vender mais de 3 milhões de ingressos. Também chama a atenção a rapidez da ação policial para combater os piratas nesse caso. Em apenas uma semana, o principal suspeito foi detido. Até nisso o filme parece contribuir com uma reflexão positiva sobre o trabalho policial.

Fonte: Época
Publicado por: Fã clube Máfia do Sexo Frágil

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Wagner Moura sobre seu trabalho em 'Tropa de Elite': 'Foi tenso'
Ator vive um oficial da PM no filme de José Padilha, que abre o Festival do Rio no próximo dia 20

Durante uma gravação de Paraíso Tropical na Barra da Tijuca, no Rio, nesta quarta-feira, 12, Wagner Moura conversou com a equipe da novela sobre o filme Tropa de Elite, em que vive um oficial no combate ao tráfico. O Olavo da novela das oito comentava que apesar do novo longa de José Padilha ainda não ter sido lançado no cinema e das cópias piratas estarem à venda pelos comércio ambulante, quando estrear em grande circuito, a qualidade da obra não vai ser prejudicada.

Segundo Wagner, a cópia de Tropa de Elite que vai para as telonas será diferente da versão pirateada. O filme vai para o cinema diferente. A edição é outra e isso vai dar um sentido novo a ele, disse Moura.
Sobre o trabalho como oficial da PM, ele se resumiu a dizer: Foi tenso.

Fonte: Ego
Publicado por: Fã clube Máfia do Sexo Frágil

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Wagner Moura quebra nariz de capitão da PM

O acidente aconteceu durante o treinamento para o longa "Tropa de Elite", em que o ator vive um capitão da polícia militar


Durante o treinamento dos atores para o longa “Tropa de Elite” de José Padilha, Wagner Moura quebrou o nariz do instrutor do elenco, o oficial da Polícia Militar, o capitão Paulo Storani. A informação é do jornal “Extra” de sábado, 8.

De acordo com o capitão Paulo Storani, os atores Wagner Moura, Caio Junqueria e André Ramiro- que vivem três oficiais no combate ao tráfico nos morros cariocas- foram levados ao estresse máximo em 20 dias de treinamento. Como Wagner durante essa fase não demonstrava a agressividade necessária ao seu personagem – o capitão Nascimento.
Wagner Moura tem um lado zen muito bem trabalhado. Storani usou a ‘psicologia’ e começou a gritar para o ator: “Você vai desistir! Pede para sair! Você não vai conseguir ser um ator em ‘Tropa de Elite’! Você não tem condições!", mas o Wagner não perdia a calma. Quando chegamos ao limite, eu botei ele de pé. Ele suando, tremendo... Comecei a falar da família dele e do filho que a mulher dele estava esperando. Quando Wagner atingiu seu limite emocional, o ator deu um soco no capitão, quebrando seu nariz. "Provoquei tanto, até que ele me agrediu. Esperava que ele me empurrasse, me desse um chute...Isso acontece, mas ele foi tão rápido que eu só consegui livrar meu rosto e deixei meu nariz na frente. Ele quebrou meu nariz com um soco”, lembra o capitão Storani. O militar conta que, mesmo provocado, Wagner demorou uma hora para reagir.

Mais tarde veio a justificativa do intérprete de Olavo em “Paraíso Tropical” ter tanta força. Além de lutar Jiu Jitsu, Wagner Moura também pratica boxe tailandês.

O instrutor dos atores do filme, fez uma descoberta, após ter o nariz fraturado: a habilidade de Wagner Moura, vem do fato de ator ser lutador de boxe tailandês.

“A produção não havia me contado isso. Eu nunca podia imaginar que um cara tão calmo como ele lutasse boxe tailandês.”

Fonte: Ego, Fuxico, Estrelando
Texto editado por Carol Monteiro
Publicado por: Fã clube Máfia do Sexo Frágil

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Quinta-feira, Outubro 04, 2007


Chegou a hora de você que é fã dar aquela força!

Wagner Moura está correndo ao FestNatal que irá premiar os nomes que mais se destacaram.
O júri do Festival é popular. Por tanto, basta você clicar e votar.
Você deve escolher a novela da qual o ator participou, no caso do Wagner, Paraíso Tropical e clicar em mostrar.
Abaixo, aparecerá os atores selecionados da novela. Basta marcar o nome do Wagner e dar Ok.

Agradecimentos: Val Costa e Sayonara
Publicado por: Fã clube Máfia do Sexo Frágil

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Apesar de papel de vilão, Wagner Moura é querido pelo público


Ator desfilou em evento e falou sobre fim de novela, filme polêmico e vida familiar



Neste sábado, 29, o ator desfilou no Fashion Weekend Kids, no Terraço Daslu, em São Paulo, e só recebeu carinho da platéia.

"Gostei do fim da novela, é difícil ter uma opinião distanciada, mas foram cenas boas, cheias de energia, com muitas revelações. Fui ficando doido", brincou o ator. "O Olavo morreu, agora acabou. Vou tirar umas férias com a família e descansar. E depois talvez produza a peça "Hamlet", em São Paulo, Rio de Janeiro ou Bahia", completou.


Tropa de Elite
Antes disso, Moura