Wagner Moura é um ator baiano,natural de Rodelas, nascido em 27 de
junho de 1976.
Oriundo do teatro, chegou às telas de cinema por ter se destacado na
peça A máquina de João Falcão.
Participou de importantes produções do cinema nacional até chegar a TV
na participação que fez em Carga Pesada.
De lá, integrou o elenco do seriado Sexo Frágil até ser convidado para
estreiar em novelas vivendo o galã de A lua me disse. Depois fez JK e
tem como trabalho mais recente na TV, o marcante vilão da novela das 8,
Olavo Novaes.
No teatro, seu último texto foi Dilúvio em tempos de seca e no cinema,
pode ter seu trabalho conferido no polêmico Trope de elite , no qual
faz um policial do BOPE.
TRABALHOS
Teatro 2005 Dilúvio em tempos de seca 2004 A máquina 2002 Os solitários 1999 Abismo de rosas 1996 A casa de Eros 1996 Cuida bem de mim
Curtas 1998 Pop Killer 1999 Rádio Gogó 2004 Desejos 2006 Ópera do Mallandro
Cinema 2000 Sabor da paixão (Wonam on top) 2001 Abril despedaçado 2002 As três Marias 2003 O caminho das nuvens 2003 O homem do ano 2003 Carandiru 2003 Deus é brasileiro 2004 Cidade Baixa 2004 Nina 2007 Ó pai ó 2007 Saneamento Básico, o filme 2007 Tropa de elite 2008 Romance
TV 2003 Sexo Frágil 2003 Cena aberta - A hora da estrla 2003 Homem Objeto (Quadro do Fantástico) 2003 A grande família 2003 Carga Pesada 2004 Fazendo história - Inseparáveis 2005 Programa Novo 2005 Sitcom.br - Mais alguma coisa? 2005 A Lua me disse 2006 JK 2007 Paraíso Tropical
Ideailzadora: Déia Apoio: Fã-clube Máfia do Sexo Frágil Responsável: Carol Monteiro Colaboram: Nathy, Bruna Voghel e Indira Contato: carolcamori@yahooo.com.br Layout por: Luh Senhorito
Sexta-feira, Novembro 30, 2007
Wagner Moura integra lista de Homens do Ano da revista VIP
Após o sucesso do personagem Olavo na novela "Paraíso Tropical", o ator Wagner Moura acabou levando o prêmio na categoria televisão.
Já Caio Blat foi escolhido pelo público na categoria cinema, enquanto Caetano Veloso abocanhou o título na categoria música.
O jogador Kaká, o nadador Thiago Pereira e o estilista Alexandre Herchcovitch também integram a lista, dividida em 11 categorias.
Flávio Torres/Contigo! /Divulgação
Já o ator Caio Blat liderou a lista na categoria cinema; eleição recebeu 14 mil votos
Cerca de 14 mil votos foram computados para eleger os vencedores. O resultado estará disponível na edição de dezembro da revista VIP.
Momento suspiro:
Wagner Moura roubou a cena no almoço desta sexta-feira (23.11) no Dom Pedro, na rua Augusta. Antes de ir embora, o queridinho do momento encarou uma mini sessão de fotos no espaço de Mauro Cardim.
O ator Wagner Moura (30) ultimamente vem se dedicando integralmente à família: a mulher, a fotógrafa Sandra Delgado (29), com quem está há seis anos, e o único filho, Bem, de um ano e quase quatro meses. Colhendo os louros de seus dois últimos trabalhos, o vilão Olavo, da novela Paraíso Tropical, e o Capitão Nascimento, do longa-metragem Tropa de Elite, Wagner demonstra que o megasucesso não afetou seu jeito simples. De férias, ele passou a tarde percorrendo com Sandra as lojas de tapetes das ruas Ataulfo de Paiva e Dias Ferreira, as principais do Leblon, Rio de Janeiro. O dia seguinte foi dedicado ao filho, com quem eles passearam pelo Jardim Botânico.
Wagner e Sandra se conheceram quando ambos cursavam Comunicação Social na Universidade Federal da Bahia. Na época, porém, ficaram apenas amigos. Somente anos mais tarde, quando ele se mudou para o Rio, no início desta década, visando investir definitivamente na carreira de ator, é que se reencontraram e se apaixonaram. Desde então, os dois não se desgrudaram mais. “Nosso filho foi bastante desejado. Vivemos um momento muito especial”, disse ele ao descobrir que seria pai. Reservado, após o nascimento de Bem, Wagner expressou o seu orgulho com apenas uma frase: “Ser pai é a melhor parte da minha vida”, definiu o ator.
Após cirurgia... Wagner Moura fica 30 dias de molho
Felizmente transcorreu tudo da melhor maneira na cirurgia que o bonitão Wagner Moura fez no calcanhar direito, na manhã desta terça-feira (27), no Hospital Samaritano, no bairro de Laranjeiras, Zona Sul, no Rio de Janeiro.
O ator recebeu alta no início desta tarde.Porém, o ator deverá ficar 30 dias em repouso, sem colocar o pé no chão.
Enquanto isso, Wagner deverá aproveitar o tempo para curtir a companhia do filho Ben e da mulher, a fotógrafa Sandra.
O acidente
Há um mês, Wagner rompeu os ligamentos do calcanhar direito durante uma partida de futebol.
Famosos em noite de premiação Luciano Huck e Paraíso Tropical são os grandes vencedores do II Prêmio Extra de Televisão
A noite de segunda-feira, 26, reuniu boa parte dos artistas que se destacaram em 2007 no Vivo Rio. O II Prêmio Extra de Televisão, que teve Débora Blochbuscar como mestre de cerimônias e Luciano Huckbuscar e "Paraíso Tropical" como os grandes vencedores da noite. Lúcio Mauro Filho fez intervenções no telão, imitando famosos como Selton Melo e Lula. A turma do Pânico divertia e assustava os famosos na entrada.
“Prêmio sempre tem uma gafe e hoje já começou com uma”, disse Débora que começou a apresentação sem o teleprompter.
Revelações Gustavo Leão recebe das mãos de Camila Rodrigues o prêmio de ator revelação
Camila Rodrigues subiu ao palco parar entregar o prêmio de ator revelação à Gustavo Leão. Nervoso, ele agradeceu a toda a equipe e ao marido de Camila, Bruno Gagliasso, que lhe deu dicas no dia do teste para o papel de Matheus. Depois, dedicou o prêmio à namorada.
Samanta Schmütz levou das mãos de Ricardo Tozzi o prêmio de atriz revelação. “Esse é meu”, disse ela segurando o troféu e usando o bordão de seu personagem, Juninho Play.
Paraíso A novela Paraíso Tropical levou prêmios em diversas categorias: maquiagem, com Fernando Torquato e Carmem Bastos Novelo, figurino com Helena Gastal e Natália Duran e tema de novela com Mart´nália, foram algumas. O ator-mirim Vitor Novelo também levou e emocionou a platéia oferecendo a vitória à avó, falecida neste ano.
E a Aline? Quando Débora chamou Sérgio Maronebuscar para entregar um dos prêmios, chamou-o por “gato”. No palco, ele não deixou barato. “Retribuo o elogio, a gata Débora”.
A mestre de cerimônias embarcou no clima e disparou: “Obrigada, depois a gente conversa. Você está solteiro, está namorando?” E Sérgio, namorado de Alinne Moraes, respondeu: “Estou, ué, mas...”.
O vencedor Quando Preta Gil subiu ao palco para entregar o troféu de melhor programa de auditório já anunciou que o vencedor seria um super amigo seu. Palavra-chave para Luciano Huck, que deu início à série de vitórias: ele levou também melhor os troféus de melhor apresentador e um especial pelo quadro “Soletrando”. Este contou com a presença especial de Aurélio, o campeão da primeira edição do quadro.
Huck levou toda a equipe do programa ao palco e ofereceu os prêmios à mulher e aos filhos. “A TV mudou muita coisa em mim. Sou hoje um homem mais justo, mais maduro. A televisão me ensinou que a diversidade é importante. Dedico esse prêmio às maiores paixões da minha vida, que esses realmente me transformaram: meus filhos e minha mulher. Angélica, Joaquim e Benício”, disse Huck.
O apresentador foi alvo de uma brincadeira de Débora. Ele teve que soletrar a palavra “extraordinário” e deu show.
“Tem acento no a porque é uma paroxítona terminada em ditongo”, disse.
Maria Clara Gueiros entregou o prêmio de melhor humorístico para “A Grande Família”.
Gilberto Braga e Ricardo Linhares: prêmio por "Paraíso Tropical"
Vera Holtz, que anunciou a vitória do Vídeo Show, protagonizou outro momento saia justa da noite. Ela leu: “Mariozinho Vaz”, no envelope com o nome do vencedor, mas ninguém sabia por qual programa. Depois, Ellen Jabour e André Marques foram buscar o prêmio. André emendou uma história comprida toda vida e Ellen teve que cortá-lo. “Está bem, gente, beijo e tchau”, e saiu rebocando o amigo.
Faltosos As principais categorias da noite, melhor ator e atriz foram também para Wagner Mourabuscar e Camila Pitangabuscar, que não foram ao evento. Ele gravou um vídeo e ela foi representada pela sogra, Claude Amaral Peixoto. Camila está de férias, na Turquia.
Carolina Dieckmann, noveleira assumida, entregou o grande prêmio: melhor novela. "Paraíso Tropical" venceu. “Além de fazer, amo ver novela. Amo num grau! Essa novela fez minha gestação ser muito mais fácil. Eu nem atendia telefone durante a novela. Alguém ligava e já diziam: ela não pode atender porque está assistindo a novela”, contou Carol.
Gilberto Braga e Ricardo Linhares receberam o troféu juntos. Gilberto estava emocionadíssimo. “Já recebi muitos prêmios, afinal estou nisso há 72 anos, mas fui receber poucos. Normalmente viajo quando acaba a novela, que é quando os prêmios acontecem. Estou muito feliz de ter vindo receber este”, disse.
Wagner Moura opera o calcanhar Ator passa por cirurgia para reparar os ligamentos rompidos num jogo de futebol no início do mês
Wagner Moura passou ontem por uma cirurgia no calcanhar direito para reparar os ligamentos rompidos num jogo de futebol no início do mês.
Segundo a coluna de Bruno Astuto, do jornal "O Dia", assim que estiver recuperado, Wagner começa a montagem de "Hamlet", peça em que dará vida ao personagem-título.
Para quem é fã da série matar as saudades e para quem não é poder conferir mais uma interpretação brilhante de Wagner Moura, um pouco de Edu e companhia em Sexo Frágil.
Sexta-feira, Novembro 23, 2007
O Jornal Extra disponibilizou o pôster do Wagner que saiu em uma das suas edições.
E o melhor! Para enfeitar a tela do pc!
1 - Clique sobre um dos links abaixo que corresponde à resolução da tela do seu computador.
2 - Na nova janela aberta, clique com o botão direito do mouse sobre a imagem do pôster e escolha "salve como papel de parede" ou "set as background", dependendo a linguagem do seu computador.
Wagner Moura vai passar por cirurgia no calcanhar para reparar os ligamentos Ator quer estar com o pé 100% para montar 'Hamlet' no teatro
Após a fase ótima em 2007 com "Paraíso Tropicalbuscar" e "Tropa de Elitebuscar", Wagner Mourabuscar vai ter que dar uma desacelerada no trabalho para passar por uma cirurgia.
O ator rompeu os ligamentos do calcanhar durante uma partida de futebol com os amigos, no Rio de Janeiro, e fará uma operação para reparar os danos.
O problema aconteceu há três semanas, mas só agora ele descobriu que a lesão era cirúrgica. "Depois do rompimento, Wagner já fez um monte de coisas. Ele está bem, andando normalmente, sem muletas", disse a assessoria do ator.
100% para Shakespeare
O médico de Wagner Moura ainda não definiu data para o processo cirúrgico, mas deve ser agendado em breve. "Wagner quer marcar a operação logo para poder tocar a montagem de 'Hamlet'", explicou o assessor.
Em 2008, Moura quer levar a peça de Shakespeare para o teatro e, para isso, precisa estar com o pé 100% recuperado, o que demoraria cerca de um mês.
O "Hamlet" de Wagner está em fase de definição de elenco e captação de recursos. Uma presença, no entanto, já é certa: Aderbal Freire Filho como diretor.
Recentemente, Wagner Moura e Lázaro Ramos filmaram juntos, pela primeira vez, uma campanha publicitária na terra natal da dupla, Salvador (Bahia).
A campanha que traz os dois atores é do Natal do Shopping Iguatemi Salvador, o quinto maior do País e o maior do estado baiano. Nos bastidores, os dois eram pura descontração com suas roupas e gorros vermelhos.
“Antes de ser famoso, eu sempre comprava presentes de Natal para Wagner, mas ele nunca retribuía”, brinca Lázaro Ramos. Feliz por estar de volta à Salvador, mesmo que por um período rápido de tempo, Wagner aproveitou sua passagem para rever a família e sair com amigos.
Quem vê Wagner Moura em um dos seus melhores momentos, nem desconfia que ele tem uma longa teve carreira antes de cair no gosto popular.
Todo mundo sabe das grandes produções que o fizeram ser respeitado no teatro e no cinema nacional mas antes disso Wagner já batalhava e muito!
Longe da fama e dos olofotes e da super exposição que ela traz consigo, Wagner atuava visando driblar a timidez e por finalmente ter se encontrado em um grupo já que a timidez o impediu de ter amigos durante um bom tempo.
É para ilustrar esse momento de anonimato que o blog traz para você conferir Pop killer, um vídeo de 1998 escrito e dirigido por Victor Mascarenhas com Wagner Moura e José Carlos Pinduka.
Tropa de Elite arrasa concorrentes em noite de premiação de estrelas
O filme “Tropa de Elite" e a novela "Paraíso Tropical" foram os grandes vencedores do Prêmio Qualidade Brasil 2007, que contou com cerimônia de gala para entrega dos troféus nesta segunda-feira, 12, no Rio de Janeiro.
O palco do Citibank Hall transformou-se em uma reunião da equipe do filme, que levou os prêmios melhor filme, diretor (José Padilha), ator (Wagner Moura), atriz coadjuvante (Maria Ribeiro), ator coadjuvante (Caio Junqueira) e revelação (André Ramiro).
Premiadíssimos Marieta Severo acompanhada do marido, Aderbal Freire Filho, se disse emocionada com os prêmios que recebeu por sua Nenê, de “A Grande Família”, e pela peça “As centenárias”. “É muito bom. O prêmio é o aplauso concreto”, disse.
Glória Pires, que levou a estatueta por seu desempenho no cinema, em “O primo Basílio” foi sozinha ao evento. “Estou felicíssima. Muito emocionada, porque todos os trabalhos são especiais, mas esse tem um dado novo”.
O casal Fátima Bernardes e William Bonner chegou junto para levarem também juntos o prêmio de apresentadores e, outro, pelo Jornal Nacional. “É muito legal que o jornal tenha levado e com uma vantagem tão grande”, disse Fátima.
Edwin Luisi foi outro superpremiado na noite. Sua peça “Eu sou minha própria mulher” ganhou na categoria drama e ele foi eleito melhor ator.
Casal Camila Rodrigues, chamando a atenção de vestido tomara-que-caia prateado, foi acompanhar o marido, Bruno Gagliasso, eleito melhor ator coadjuvante como o Ivan de “Paraíso Tropical” ao lado de Chico Diaz, por seu Jairo, na mesma novela.
“Só de ter competido ao lado do Chico Dias já é maravilhoso. Ganhar com ele então, me sinto honrado. Sempre acho que posso fazer melhor. É coisa minha como ator”, disse.
Sobre o vestido, Camila revelou não ter sido difícil de escolher. “Entrei, vi e falei: é esse”.
Homenagens Já no palco, Bruno ofereceu o prêmio à mulher. Ney Latorraca dedicou o seu a Paulo Autran. “Dedico esse prêmio a alguém que está num nível superior”, disse no palco.
Marco Nanini, que ganhou por A Grande Família e no teatro, onde encena “O Bem Amado”, estava emocionado. “Na verdade o prêmio celebra o artista, não só a pessoa. Nós artistas somos mortais, mas a figura do ator é imortal”.
Estreante Maria Ribeiro estava tensa até mesmo para tirar fotos antes da entrega do prêmio. “Estou muito tensa. É o meu primeiro prêmio. Meu filho vai adorar. Vai achar que eu fiz um gol”, disse.
Wagner Moura, que também foi eleito melhor ator por “Paraíso Tropical”, não compareceu à festa.
Domingo, Novembro 11, 2007
Em 2003, a campanha "Casamento" da cerveja Antártica, mostrava um noivo, devidamente composto, em um bar tomando cerveja no dia de seu casamento.
A campanha foi estrelada por uma das revelações do cinema nacional da época, o jovem ator baiano Wagner Moura que vinha roubando a cena em grandes produções como Carandiru, Deus é Brasileiro, O Homem do Ano, Abril Despedaçado e O Caminho das Nuvens.
Um rosto pouco conhecido na TV que tinha aparecido apenas como participação no seriado Carga Pesada fazendo Pedrinho.
A idéia ao escolhê-lo como cara da campanha, era a de colocar bons atores capazes de valorizar um roteiro baseado humor.
Dessa forma, a qualidade da Antártica era reforçada mostrando momentos inusitados no qual a preferência era tomar a cerveja. Afinal, só tendo muito qualidade para um noivo preferir ir a um bar na hora do seu casamento a se casar.
Ao que tudo indica, a campanha envolvendo humor deu tão certo, que continuou sendo a base da publicidade da marca que teve uma perda irreparável na sua campanha com o falecimento de Bussunda que deixou Juliana Paes sem parceria no Bar da Boa.
Mas como o importante é manter a qualidade investindo no humor, Wagner Moura retomou a campanha da cerveja. Dono do "time" da comédia e em um dos melhores momento de sua carreira, ele gravou com Juliana Paes o novo filme da campanha.
Na tela o que se vê é Juliana recebendo Wagner no Bar da Boa e nos bastidores das gravações que aconteceram no Rio e levaram cerca de 5 horas,o que foi observado foi muito bate-papo entre Wagner e Juliana enquanto, no camarim, ela fazia maquiagem e arrumava o cabelo. Fato que ilustra um dos motivos pelo qual Wagner é tão querido nos bastidores das produções nas quais trabalha.
Fonte: Folha Online e Revista de Cinema
Texto Carol Monteiro
Todos querem entrar na tropa Emissoras disputam os direitos de exibição de Tropa de Elite e uma série fruto do longa
Nem Camila Pitanga, muito menos Antônio Fagundes. A estrela mais disputada agora pela TV é o Capitão Nascimento. Sucesso de pirataria e bilheteria, o filme Tropa de Elite é o alvo da vez de um cabo-de-guerra entre emissoras abertas e pagas.
No páreo estão Globo, Record, RedeTV! e SBT. A HBO corre por fora, ao lado de uma produtora internacional.
Diretores, produtores e até os atores do longa, entre eles, o protagonista Wagner Moura (Capitão Nascimento), manifestaram o interesse de levar a história adiante como série. Isso bastou para ser dada a largada do Aventuras do Bope, como o projeto vem sendo chamado no meio.
"Não esperava todo esse interesse das TVs, mas quando viram que pessoas de todas as classes sociais assistiram e gostaram do filme, se interessaram na hora. Elas querem audiência", afirma o diretor do longa, José Padilha.
A Globo saiu na frente. Convidou o diretor para conversar. A Record logo entrou na briga. Na mesma fila estão Rede TV! e SBT, já com a carteira na mão.
"Minha única exigência é que tudo (a negociação) termine logo", diz Padilha. O tom, é claro, é de brincadeira, já que o diretor segue almoçando aqui e ali, negociando.
Ele pensa em uma minissérie com 12 episódios, mas nada de retalhar o filme em capítulos. Quer algo novo. "Não acho que o apelo do filme perca a força na TV. Tem muita história pra ser contada. Ninguém abordou ainda a questão das milícias nas favelas, por exemplo", afirma Padilha.
Por achar muito cansativo comandar sozinho um seriado, Padilha quer chamar outros diretores para dividir a tarefa, e está animado com a idéia de primeiro produzir a série, para depois vender. Talvez uma parceria internacional pinte na jogada. Por hora, as duas únicas certezas são: que as gravações começam em junho e que Capitão Nascimento continuará implacável.
Mais uma vez a incógnita Wagner Moura na Record voltou a surgir. Mas agora quem reapareceu com a hipótese foi o próprio ator.
Verdade! De acordo com o jornal Folha de S. Paulo dessa quarta-feira, dia 24, o rapaz confidenciou a uma amiga que se a emissora realmente comprar os direitos de produção do seriado baseado no filme Tropa de Elite ele aceitará trabalhar na Record.
Vale lembrar que recentemente Wagner não aceitou renovar seu contrato com a Globo. Na época, o moço afirmou que prefere assinar contrato por obra, para que depois de uma novela ele possa fazer trabalhos no teatro e no cinema, por exemplo...
Mas se você pensa que apenas o ator está sendo disputado pelas emissoras, está muito enganado! O filme também entrou na disputa. E a Record chegou a fazer uma proposta ousada para os produtores do longa: querem antecipar a sua exibição na TV para dezembro – essa estréia está prevista apenas para 2009!
Do Bope para a prisão: Wagner Moura pode interpretar Belo nos cinemas Ator é cogitado para viver pagodeiro em longa
Se depender de Belo, sua infância humilde e sua prisão em 2004 por associação ao tráfico de drogas no Rio ganharão as telas em 2008 com Wagner Moura interpretando o pagodeiro. Isso mesmo, o intérprete do Capitão Nascimento do filme “Tropa de Elite”.
Em entrevista ao “Jornal da Tarde” desta quarta-feira, 31, o cantor confirma que pediu para que a direção do projeto conversasse com Wagner Moura. “Esse cara é o melhor desta geração”, disse Belo à publicação. As negociações estão acontecendo.
Segundo o pagodeiro, a história de Marcelo Pires Vieira - seu nome verdadeiro -, será algo tão tocante quanto “2 Filhos de Francisco”, do diretor Breno Silveira. “O público vai se emocionar com a minha história. Sou de origem humilde e com muito esforço, venci”.
“O público vai se emocionar com a minha história. Sou de origem humilde e com muito esforço, venci."
Questionado se o filme retratará sua prisão em 2004, Belo pontuou: “Claro! Esse episódio foi chato mas faz parte da minha vida e o público quer saber como foram esses dias lá dentro”.
Basta saber quem vai interpretar Viviane Araújobuscar, a modelo e ex-mulher do pagodeiro.
Ator vive o auge de sua carreira em papéis de sucesso como Olavo e Capitão Nascimento
Ator desde os 15 anos, Wagner Moura, aos 31, vive um momento glorioso de sua carreira. (...)Ele faz o Capitão Nascimento de Tropa de Elite, que foi aplaudido em cena aberta quando mata e tortura traficantes nos morros do Rio. Pirateado, calcula-se que “Tropa de Elite” já tenha sido visto por 3 milhões de pessoas. Muita gente garante que isso não vai impedir o filme de se transformar no sucesso do ano, quem sabe no sucesso do cinema brasileiro da Retomada, a fase que começou há 12 anos. O Capitão Nascimento é um herói? “Tropa de Elite” é fascista?
O sucesso não mudou o perfil de Wagner. Baiano, de Salvador, continua boa-praça – e ralando.
“Ralo desde os 15, bróder. Comecei no teatro com essa idade. Há seis vim para o Rio com ‘A Máquina’. Viemos – Lázaro Ramos, Vladimir Brichta. Continuo ralando, mas a diferença é que agora ganho um pouco mais.”
Tropa de Elite é fascista?
É absurdo esse debate criado em torno do filme. Padilha (o diretor José Padilha) é um humanista que fez ‘Ônibus 174’, pô. Como um cara desses pode ter feito um filme fascista?
Digamos então que o filme estimula o fascismo das pessoas. Na sessão de abertura do Festival do Rio, o público queria sangue e gritava ‘mata!’, sempre que o Capitão Nascimento estava torturando traficantes.
Outra coisa que se discute é se o Capitão Nascimento é um herói. Nem o filme é fascista nem ele é um herói. Acho que o que há é um olhar torto do público. As pessoas sentem-se tão inseguras, tão desprotegidas que embarcam em qualquer promessa, mesmo que mínima, de segurança. “Tropa de Elite” está provocando esse bochincho porque é o filme certo na hora certa. O que o Padilha discute é a falência do sistema de segurança no país. E não só. Ele discute o papel da classe média diante do tráfico.
O filme discute a corrupção da polícia comum. Ao mesmo tempo, documenta a violência do Bope (Batalhão de Operações Especiais). Como foi vestir a farda e subir o morro?
Havia um acordo com o movimento (o tráfico) para que a gente pudesse filmar. Num determinado momento, ele foi rompido e as armas da produção foram roubadas, mas nunca senti que corria risco de morrer, por exemplo. Havia tensão, alguns oficiais do Bope tentaram impedir a exibição do filme, mas, a maioria da polícia e do Bope é a favor. Os integrantes do Bope amam o batalhão e acham que o filme divulga o trabalho deles. A polícia comum acha que o filme explica por que eles são corruptos.
Nascimento é um homem em crise. Quer salvar a família e o batalhão, arranjando um substituto para ele mesmo no Bope.
Tem gente que acha o filme fascista e o Nascimento, um herói porque o humanizo. É meu papel como ator. Entender e humanizar esse cara que, apesar de toda sua violência é humano. Saí do set de “Saneamento Básico – O Filme” e caí no meio da preparação de “Tropa de Elite”. Foi a coisa mais doida, aquilo mesmo que está no filme, em relação aos novos aspirantes. Meu filho tinha nascido, era a mesma situação do Nascimento no filme. A diferença é que quando chegava em casa, após um dia extenuante de filmagem, olhava meu filho no berço e isso me dava muita paz.
Sua carreira teve um desenvolvimento extraordinário nos últimos tempos. É um sucesso atrás do outro: “Cidade Baixa”, “JK”, Paraíso Tropical, “Tropa de Elite”. Qual é a fórmula?
Trabalho e sorte. Todo aquele pessoal da “Máquina”, o Lázaro, o Vladimir e eu estamos colhendo um pouco o trabalho do nosso esforço. Mas foi duro, meu irmão. Não pensa que foi mole, não.
Você diz que Olavo só deslanchou na novela por causa do humor. Você imaginava que o personagem teria essa repercussão toda?
Digamos que ele superou minha expectativa, mas Gilberto Braga criou alguns dos maiores vilões e vilãs da história da TV brasileira. Fazer um vilão numa novela dele é muito mais interessante, e estimulante, para qualquer ator, que o mocinho. O vilão provoca. O mocinho, como poço de virtudes, é um chato.
Suas cenas com Bebel possuem alto apelo erótico. Outro dia você a chamou de cachorra, esculachou, mas as mulheres não acharam vulgar. Tem gente dizendo que você virou mito sexual...
Cara, eu? Não sei nem como responder a isso. Acho legal as pessoas curtirem os diálogos, as cenas, mas mito sexual? Sou casado, um homem de família, não sou boyzinho para posar de gostoso.
(...)
Fonte: Jornal de Piracicaba Online
Matéria editada por Carol Monteiro
A não ser que você tenha voltado ontem de um mosteiro no Nepal, sabe que 20007 foi o ano de Wagner Moura.
Em todas as partes, lá estava o cara, sorrindo pra revista, bolando trapaças na novela ou mandando bala no cinema.
Vamos descobrir qual a melhor das suas versões.
Wagner Moura, Carolina Dieckmann e outros vips na festa de Lázaro Ramos
Wagner Moura se protege da chuva ao chegar na festa do amigo Lázaro Ramos
Para encerrar de vez os boatos de que a relação com Taís Araújo estaria em crise, o ator Lázaro Ramos comemorou seu aniversário noite desta quinta-feira, 1, acompanhado da amada. O casal recebeu amigos em seu apartamento no Leblon, para comemorar os 29 anos do ator.
A tempestade que caiu à noite no Rio obrigou os convidados a entrarem correndo no prédio de Lázaro.
Wagner Moura chegou com um guarda-chuva, se protegendo da ventania.
Antônio Fagundes foi com a namorada, Alexandra Martins, que não conseguia evitar que seus cabelos voassem em seu rosto por causa da ventania. O ator parou para falar com a imprensa e desejar um feliz aniversário ao amigo.
“Parabéns para ele. Sei que vocês gostam do Lázaro e nós também gostamos”, disse.
Carolina Dieckmannfoi uma das primeiras a chegar com o marido Tiago Worcman. Mariana Ximenes, Sheron Menezes, Bruno Garcia, Adriana e João Falcão, Leona Cavalli, Cininha de Paula, Lúcio Mauro Filho e Monique Gardenberg também foram desejar felicidades a Lázaro.
Ontem Lázaro Ramos fez aniversário e claro que Wagner Moura não podia faltar.
Mesmo com a chuva e cansado da exposição, Wagner não deixou de ir até a casa do cumpadre.
Wagner Moura está na capa da Revista Flash desse mês que tras a seguinte chamada: Depois da repercussão de ter sido o assassino de Taís (Alessandra Negrini) na novela Paraíso Tropical, Wagner Moura virou o ator do ano e não teve mais um segundo de descanso. Sem contar também com o grande sucesso de seu personagem, o Capitão Nascimento no filme Tropa de Elite. A Flash News desta semana traz uma matéria exclusiva com o ator, que mostra visivelmente seu cansaço. Confira o desabafo do ídolo do momento em relação às críticas que vem recebendo, e também sobre o incomodo que sentiu com o programa Fantástico, pela divulgação, sem consentimento, de suas imagens como jornalista em Salvador.
Tropa de elite oficial tem cinco minutos a mais do que a versão pirata
Você e as torcidas de Flamengo, Bahia e Vitória devem saber que Tropa de elite, o longa-metragem de José Padilha (Ônibus 174), foi pirateado muito antes da sua estréia oficial (o que ampliou a discussão no Brasil sobre esse tipo de crime) e que ele mostra a ação do Bope (Batalhão de Operações Especiais), a nata da Polícia Militar do Rio de Janeiro.
Cerca de um milhão de cópias do DVD pirata já foram vendidas, sendo visto provavelmente por cinco milhões de pessoas. Ainda assim, dada a relevância e polêmica do filme que custou R$10,5 milhões, Tropa de elite atraiu 178 mil espectadores aos cinemas do Rio e São Paulo no último fim de semana (uma abertura 48% maior do que a de A grande família, o filme brasileiro mais visto em 2007). Hoje, ele estréia em outras cidades e alcança 300 salas no país.
“Agradeço aos espectadores por estarem indo conferir nos cinemas a versão final do filme”, declarou José Padilha, 40, em nota oficial. Em tempo: a versão que estréia em Salvador é ainda melhor do que a do DVD pirata. Embora não altere a sua essência e final, o filme ganhou mais cinco minutos, nova narração, divisão e diversas cenas foram reeditadas.
Acusado (equivocadamente) de fascista por alguns intelectuais e até por colegas de José Padilha, Tropa de elite é baseado livremente no livro homônimo do sociólogo Luiz Eduardo Soares (ex-secretário nacional de Segurança) e de dois ex-policiais do Bope, André Batista e Rodrigo Pimentel. Mas, acima de quaisquer discussões, é um excelente filme de ação.
Segunda-feira, conversamos por celular com o ator baiano Wagner Moura, 30, que se encontrava em São Paulo, divulgando a produção na qual interpreta o protagonista, o capitão Nascimento. Estressado e com o primeiro filho prestes a nascer, Nascimento tenta encontrar um substituto para o seu posto no duro e honesto Bope, enquanto, paralelamente, dois PMs se indignam com a corrupção da corporação em que atuam.
A seguir, leia trechos da entrevista com Wagner Moura que, hoje, já deve estar curtindo suas bem merecidas férias na Europa, junto com a mulher e o filho Bem, de 1 ano e dois meses. Na volta, ele vai se preparar para fazer Hamlet no teatro, em peça dirigida por Aderbal Freire Filho.
“Gostaria muito que a peça estreasse aí, em Salvador, em maio”, diz.
Como você chegou ao projeto do filme Tropa de elite?
Eu tinha amigos que estavam no projeto há mais de um ano, como o Lula Carvalho (diretor de fotografia), e eles me falavam muito sobre o filme. Então, me escalei e José Padilha me mandou o roteiro. Eu conhecia ele de Ônibus 174, gostava do seu olhar humanista sobre uma história tão violenta.
O capitão Nascimento é um personagem complexo. Não é exatamente um herói, mas, ao narrar uma história que envolve atitudes violentas na sua vida policial - numa sociedade assustada pelo crime - e paternidade na família, muita gente pode aplaudi-lo como se ele fosse um herói. O que você acha?
Sim, o ponto de vista dele é muito importante na história, o que não quer dizer que eu compartilhe das suas atitudes. Quando li o roteiro, pensei logo em interpretá-lo, pois sou velho para fazer o Neto (personagem de Caio Junqueira). Nascimento é um homem dividido e o que sente mais conflito no filme. Fico preocupado quando vejo a platéia tratá-lo como herói, pois, embora seja um policial honesto, ele também tortura.
Creio que este é um dos pontos que levam alguns a taxar Tropa de elite de fascista. Você até escreveu um artigo no jornal O Globo defendendo o filme. Acho que também não estamos acostumados a ver policiais como protagonistas no cinema brasileiro...
É um fato novo realmente, mas me incomoda que o filme seja chamado de fascista. Também não acho que a tolerância zero seja a solução para a questão da violência, mas, num momento de crise intensa como o atual, o filme aborda uma coisa fundamental: o problema da segurança pública no país. Eu acho, por exemplo, que a repressão policial não vai diminuir o consumo das drogas. Sou a favor da legalização, pois isso acabaria com o tráfico nos morros e nos locais onde o Estado não entra há muito tempo para cumprir o seu papel.
Você acredita que a pirataria vai prejudicar muito o desempenho comercial do filme?
Muito eu não sei, mas acho que vai sim. Cinco milhões de pessoas, são os cálculos, já viram a versão pirata. O DVD oficial do filme também será prejudicado, creio. Terá que ter muito material extra para despertar interesse. Tem gente que acha que a pirataria democratiza a produção audiovisual, mas isso é uma visão simplista, distorcida do problema.
Você está no olho do furacão da mídia: Olavo, o vilão de Paraíso tropical, saiu de cena e entrou o capitão Nascimento. Você lida bem com essa superexposição?
Uma novela de audiência alta, em que o meu personagem era o vilão e assassino, e um filme tão falado me deixaram muito exposto, é verdade, mas logo outra novela explode e a superexposição passa. É normal essas coisas, o ator não pode é viajar demais.
Aliás, você não quis assinar contrato estável com a Globo, preferindo ficar livre agora para se dedicar a outros projetos. Quais os planos?
Tirar férias com a família e, na volta, me preparar para fazer Hamlet sob direção de Aderbal Freire Filho. Sempre quis fazer esse personagem. Os ensaios começam em janeiro. Gostaria muito que a peça estreasse aí, em Salvador, em maio.
Você faz parte de uma geração de atores baianos que foram juntos para o Rio e conquistaram sucesso no cinema e na Globo em pouco tempo. Vocês se vêem muito?
Claro, somos um bando de baianos espalhados pelo mundo (risos). Eu, o Vladimir (Brichta) e Lázaro (Ramos) somos muito amigos, nos encontramos, convivemos. Agora mesmo, Lázaro ligou para dizer que ia lá em casa ver o Bem, meu filho.
Opinião
Um tiro na cara da hipocrisia nacional
O longa-metragem de José Padilha é muito corajoso. O filme e seu diretor não comungam com o desvio de caráter, a dubiedade moral e o pseudo-esquerdismo que acometem o Brasil mais do que nunca. Um país no qual muita gente, por ignorância, pobreza de espírito ou interesses escusos, perdeu a noção do certo e do errado. Um lugar onde campeia a hipocrisia.
Com um realismo pouco visto recentemente no cinema mundial, Tropa de elite conta a sua história do ponto de vista de um policial durão, honesto e que tortura para obter confissão. Um tipo que já foi mostrado centenas de vezes em Hollywood. Aqui, porém, ele irrita aqueles que acham que esse artifício narrativo de identificação (entre o espectador e o personagem) representa, necessariamente, o pensamento social do diretor.
O filme, pode-se dizer, forma uma espécie de trilogia com o já histórico Cidade de Deus (2002), de Fernando Meirelles, e com o subestimado Cidade dos homens (2007), de Paulo Morelli. O primeiro mostrava a violência social do Rio a partir do ponto de vista dos traficantes; o segundo, pela ótica da comunidade; e Tropa de elite, pelo olhar de um policial.
Seguindo os princípios clássicos de um filme hollywoodiano de ação policial, Tropa de elite não perdoa ninguém. Manda tiros na corrupção da polícia carioca, nos políticos, na crueldade dos traficantes e na hipocrisia da classe média que consome cocaína e promove passeatas contra a violência. O Brasil atual é um DVD pirata, mas Tropa de elite é 10. (HB)
Wagner Moura está competindo no Programa Domingão do Faustão ao prêmio dos Melhores do Ano de 2007 na categoria de melhor ator devido ao grande suceso de Olavo Novaes em Paraíso Tropical.
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