Wagner Moura é um ator baiano,natural de Rodelas, nascido em 27 de
junho de 1976.
Oriundo do teatro, chegou às telas de cinema por ter se destacado na
peça A máquina de João Falcão.
Participou de importantes produções do cinema nacional até chegar a TV
na participação que fez em Carga Pesada.
De lá, integrou o elenco do seriado Sexo Frágil até ser convidado para
estreiar em novelas vivendo o galã de A lua me disse. Depois fez JK e
tem como trabalho mais recente na TV, o marcante vilão da novela das 8,
Olavo Novaes.
No teatro, seu último texto foi Dilúvio em tempos de seca e no cinema,
pode ter seu trabalho conferido no polêmico Trope de elite , no qual
faz um policial do BOPE.
TRABALHOS
Teatro 2005 Dilúvio em tempos de seca 2004 A máquina 2002 Os solitários 1999 Abismo de rosas 1996 A casa de Eros 1996 Cuida bem de mim
Curtas 1998 Pop Killer 1999 Rádio Gogó 2004 Desejos 2006 Ópera do Mallandro
Cinema 2000 Sabor da paixão (Wonam on top) 2001 Abril despedaçado 2002 As três Marias 2003 O caminho das nuvens 2003 O homem do ano 2003 Carandiru 2003 Deus é brasileiro 2004 Cidade Baixa 2004 Nina 2007 Ó pai ó 2007 Saneamento Básico, o filme 2007 Tropa de elite 2008 Romance
TV 2003 Sexo Frágil 2003 Cena aberta - A hora da estrla 2003 Homem Objeto (Quadro do Fantástico) 2003 A grande família 2003 Carga Pesada 2004 Fazendo história - Inseparáveis 2005 Programa Novo 2005 Sitcom.br - Mais alguma coisa? 2005 A Lua me disse 2006 JK 2007 Paraíso Tropical
Ideailzadora: Déia Apoio: Fã-clube Máfia do Sexo Frágil Responsável: Carol Monteiro Colaboram: Andressa Santos, Nathy, Bruna Voghel e Indira Contato: carolcamori@yahooo.com.br Layout por: Luh Senhorito
Quarta-feira, Abril 30, 2008
Famosos comparecem à premiação de TV
A 10ª edição do Prêmio Contigo! de Televisão, que aconteceu no Hotel Copacabana Palace, nesta segunda-feira, 28, no Rio, reuniu a nata da televisão brasileira. Luiz Fernando Guimarães e Fernanda Montenegro - substituindo a filha Fernanda Torres, que acabou de dar à luz Antônio e está de licença- maternidade - foram os mestres de cerimônia.
Luiz Fernando leu uma carta escrita por Fernanda Torres para os convidados. “Como vocês sabem, apresentadores de prêmio não recebem bolsa familiar, então mando uma amiguinha para o meu lugar, Fernanda Montenegro”, dizia a carta. Com seu habitual humor, Luiz completou. “Infelizmente, nossa mestre de cerimônia Fernanda Torres não pode comparecer por motivos de amamentação.”
Fernanda Montenegro, então, explicou a sua presença no palco: “Pedido de uma filha não se pode negar. Tudo pela a família e pela a televisão brasileira”, disse.
Premiação O grande homenageado da noite foi Antonio Fagundes, que está completando 45 anos de carreira. Ele foi acompanhado da namorada Alexandra Martins. “É perigoso estas retrospectivas, porque vejo que tem muita coisa igual, sotaques, caras, mas acho que isso faz parte. Na nossa profissão é assim mesmo. Estou emocionado, adoro minha profissão, tenho orgulho de ser ator e espero que esta homenagem não seja para parar, mas sim para continuar minha carreira”, declarou Fagundes.
Pela primeira vez o prêmio apresentou uma nova categoria, a de melhor apresentador de telejornal, que foi para Fátima Bernardes. “É muito bom estar fazendo parte desta décima edição em uma categoria especial como o jornalismo. Este prêmio significa que nós - eu, o Willian (Bonner) e a equipe do Jornal Nacional -, que fazemos o nosso trabalho com muita dedicação, conseguimos fazer com que todo esse carinho chegue na casa do público”, disse Fátima, acompanhada do marido, Willian Bonner, também indicado ao prêmio.
Carolina Ferraz, que arrancou elogios dos presentes por sua elegância em um vestido lilás, se mostrou empolgada ao premiar a jornalista “É um grande orgulho estar aqui entregando este prêmio de jornalismo para Fátima Bernardes. Adorei esta festa, que reúne grandes amigos.”
Não menos empolgada estava Danielle Winnits ao entregar o prêmio de melhor ator revelação para Thiago Mendonça. "Fico muito emocionada em entregar um prêmio para um ator que desponta em nossa profissão. Não vejo competição em um prêmio como este, e sim uma celebração.”
Emoção Ao receber o troféu das mãos de Danielle Winits, Thiago, que faz o Bernardinho em " Duas Caras ", chorou bastante. “Sou obrigado a agradecer a São Jorge, que me deu muita força para fazer este personagem, a minha mãe e ao Wolf Maya (diretor), por ter tido a ousadia de me colocar na novela”, disse.
Juliana Alves, a Gislaine de "Duas Caras", recebeu o prêmio de atriz revelação e estava igualmente emocionada. “Sou imensamente grata a este prêmio. Sou fã de pelo menos dois terços das pessoas que estão aqui", falou a atriz, ao receber a estatueta.
O prêmio de melhor ator mirim foi entregue por Daniela Mercury à Amanda de Azevedo, de "Sete Pecados". “As novelas são reconhecidas mundialmente. Acho muito interessante vir assistir a artistas serem reconhecidos pelo seu trabalho”, disse no palco a cantora, que assumiu recentemente o namoro com o empresário italiano Marco Scabia. “Nos conhecemos em São Paulo e ele não veio porque está viajando a trabalho”, contou.
Espírito esportivo Gustavo Leão não levou o prêmio de melhor ator revelação, mas mesmo assim estava contente por sua indicação pelo persoangem Matheus de "Paraíso Tropical". “Para mim, o mais importante é agradar ao público. Espero que as pessoas não tenham esquecido do Matheus”.
De "Paraíso Tropical" também saiu a indicação de Alessandra Negrini, que interpretou as gêmeas Thais e Paula, ao prêmio de melhor atriz, que ficou com Camila Pitanga. “Este é um prêmio muito bacana, que valoriza o nosso trabalho. Fico muito feliz de ser indicada”, comentou a atriz, acompanhada do marido, o cantor Otto.
Representando " Desejo Proibido ", o diretor Marcos Paulo disse ter ficado satisfeito em participar da festa mesmo não tendo levado para casa nenhuma das oito estatuetas a que a trama foi indicada. “A gente nunca sabe o que vai acontecer. O prêmio é muito bom, mas não é o mais importante. O que vale são as nomeações, que foram muitas.”
Convidados Grazi Massafera, indicada ao prêmio de melhor atriz coadjuvante por seu trabalho em "Desejo Proibido", chegou à festa com Cauã Reymond e destacou a importância do prêmio para a classe artística. “É muito importante ter prêmios como este para incentivar o trabalho dos atores. Acho que não tenho nenhuma chance de ganhar, mas estou feliz de ter sido indicada.”
Cauã Reymond era só elogios a namorada. “Estou muito feliz e orgulhoso dela estar concorrendo. É um grande prazer namorar uma pessoa como Grazi”, disse o ator, que não tirava os olhos de sua namorada, estonteante em um vestido dourado comprado em um brechó inglês.
Paulo Goulart e Nicete Bruno foram à premiação acompanhados da filha, a também atriz Beth Goulart. “Esta festa é uma alegria”, disse Beth, indicada a melhor atriz coadjuvante por sua personagem Neli, em "Paraíso Tropical".
Carolina Dieckmann, Claudia Jimenez e Rodrigo Phavanello, Stênio Garcia e Marilene Saade, Fernanda Vasconcellos e André Marques, Juliana Paes, Deborah Secco, Sheron Menezes, Glória Maria, Thayla Ayala, Débora Nascimento, Juliana Alves, Camila Rodrigues, Maria Clara Gueiroz, Rafael Calomeni, Mariah Rocha, Fiorella Martins, Nívea Stelmann, Marcela Barroso, Paula Bularmarqui, Bruna Di Túlio, Dennis Carvalho e Débora Evelyn e Rosamaria Murtinho também estavam entre os convidados.
Confira os premiados Melhor Atriz Infantil – Amanda de Azevedo - Sete Pecados
Melhor Ator Infantil – Pedro Malta – Caminhos do Coração
Melhor Atriz Revelação – Juliana Alves – Duas Caras
Melhor Ator Revelação – Thiago Mendonça - Duas Caras
Melhor Atriz Coadjuvante – Marília Pêra - Duas Caras
Melhor Ator Coadjuvante – Chico Diaz – Paraíso Tropical
Melhor Par Romântico – Camila Pitanga e Wagner Moura - Paraíso Tropical Melhor Atriz - Camila Pitanga - Paraíso Tropical
Melhor Ator - Wagner Moura - Paraíso Tropical Melhor Diretor – Dennis Carvalho e José Luiz Villamarin - Paraíso Tropical
Melhor Autor – Gilberto Braga e Ricardo Linhares - Paraíso Tropical
Melhor Apresentador de Telejornal – Fátima Bernardes – Jornal Nacional
Melhor Novela ou Minissérie – Paraíso Tropical
Camila Pitanga e Wagner Moura são ovacionados em prêmiação
Casal ganha Prêmio Contigo! de "Melhor Atriz", "Melhor Ator" e "Melhor Par Romântico" de novela
Camila Pitanga e Wagner Moura foram as grandes estrelas da a 10ª Edição do prêmio Contigo de Televisão, que aconteceu no Hotel Copacabana Palace, segunda-feira, 28, no Rio. Os atores receberam os prêmios de "Melhor Atriz", "Melhor Ator" e "Melhor Par Romântico", muito pelo sucesso da novela “ Paraíso Tropical ”, de Gilberto Braga , que recebeu sete dos treze prêmios da noite.
“Foi tão bom trabalhar com este amigo e grande ator, com quem tive uma troca generosa. O trabalho com ele fluía tão bem que nossas gravações eram pura brincadeira, nos divertimos muito”, disse Camila ao subir ao palco junto com Wagner Moura.
“Meu amigo Lázaro Ramos que fica com ciúmes quando falo de você (Camila). Ele me diz: Quem é Camila? Você só conheceu ela agora e já fala tudo isso?”, brincou Wagner.
Grávida de oito meses e exibindo um lindo barrigão, Camila ficou muito emocionada ao receber o prêmio de melhor atriz. “Nossa é muita emoção receber este prêmio. Estou emocionada porque esse é o reconhecimento do meu trabalho. Eu sofri muito no início da minha carreira porque sempre fui muito auto crítica. Mas acabei aprendendo muito com a Camila Amado, que me deu aulas.”
Camila revelou, ainda, que estava ainda mais emocionada por ter recebido o prêmio das mãos de Tony Ramos, com quem contracenou na novela. “Que bom receber este prêmio das mãos deste ator, que já foi meu pai e meu "namorico" em "Paraíso Tropical". Ele foi um grande incentivo deste trabalho maravilhoso”, discussou a atriz que dedicou o prêmio ao seu marido Cláudio Amaral Peixoto, ao pai Antônio Pitanga e ao irmão Rocco Pitanga, presentes no local. “Obrigado ao meu marido por ser muito companheiro, ainda mais com a minha personagem estando muito exposta. Ele me ajudou e me deu muito apoio. Muitas vezes me acompanhou nas gravações. Agradeço também ao meu pai e ao meu irmão, que são inspirações eternas, meus grandes amores.”
Os produtores de “Tropa de elite” voltaram atrás na decisão de fazer a minissérie derivada do filme. Mas fizeram um acordo de cavalheiros com a Globo, que terá preferência em futuras parcerias na TV.
O contrato da Globo com os produtores de “Tropa de elite” deverá ser assinado no máximo em dez dias. O acordo, nos moldes daquele que a emissora tem com a O2, prevê três anos de parceria, e não apenas a co-produção do seriado derivado do filme.
Revista elege os 30 homens mais bonitos do mundo; Marcelo Antony e Cauã Reymond estão na lista
A Revista Nova está fazendo a votação dos 30 homens mais sexys! Entre eles, alguns dos homens mais bonitos e talentosos do mundo! Os internacionais George Clooney, Tom Brady, Matt Damon e o hors-concours Brad Pitt.
Porém, acirrando ainda mais essa disputa, os gatos nacionais não deixam nada à desejar. Concorrem Reynaldo Gianecchini, Rodrigo Santoro, Marcelo Antony, Cauã Reymond, Malvino Salvador, Rodrigo Veronese, Wagner Moura e o jogador Kaká.
Lázaro Ramos, Wagner Moura, Stênio Garcia, Dira Paes. Todos eles têm ocupação garantida no segundo semestre deste ano.
De acordo com o jornal carioca O Dia, a série Ó Pai Ó, que já havia sido anunciada pela Globo para o final do ano, começará a ser gravada em julho.
Detalhe: o elenco original permanece, com os nomes estrelados citados no primeiro parágrafo. Mudam apenas as histórias, dirigidas por Monique Gardemberg.
Wagner Moura estrela comercial do Dia das Mães Marisa
Em uma atmosfera intimista, Wagner Moura confessa sua perplexidade com as mães. No novo filme da Marisa, assinado pela dupla de criativos da Giacometti Propaganda e Arquitetura de Negócio, Daniel Rasello e Julio Isnard, o ator desabafa: Vai entender as mães. Um dia eu chutei a barriga da minha mãe e ela chorou de emoção. Eu fiz ela (...) engordar uns 20 quilos e ela só tinha palavras doces pra mim. Fiz ela quase morrer de dor. E ela deu um grito de alegria quando me viu pela primeira vez. Eu roubei o tempo dela, eu roubei o marido da minha mãe. E a paixão só aumentou. Mãe, definitivamente, você não bate bem. E é por isso que eu te amo, loucamente.
Ao final da declaração de amor, uma homenagem da Lojas Marisa ao Dia das Mães, Wagner Moura manda um beijo.Imagem se sobrepõe a assinatura: Dia das Mães tem que ser na Marisa.
Com direção de Rodolfo Vanni, o filme Vai estreia na próxima segunda-feira, dia 28, na TV Globo, em 24 praças.
PS Devido o Mural de Recados localizado na coluna ao lado não estar aparecendo para outras pessoas, foi colocado o comentário individual abaixo de cada post.
Agora, mesmo que você não veja o mural,poderá deixar seu recadinho, fazer contato, dar críticas e sugestões, clicando no link abaixo de cada post.
Aproveite e nos diga se você vê ou não o Mural de recados, se sabe porque essa irregularidade de visualização e opine:
Qual o melhor sistema de comentário?
Todos querem Wagner Moura no cinema
O EGO faz apostas de quem o ator baiano poderia viver na tela grande
O ator Wagner Moura ainda é o homem do ano. O motivo? Juscelino Kubitschek, Olavo Novaes e Capitão Nascimento. A procura por Moura para minisséries, novelas e filmes é crescente nos últimos anos porque o baiano consegue o que poucos dessa geração fazem com maestria: interpretar com veracidade o galã, o mocinho, o vilão, ou tudo junto num mesmo personagem.
Moura ainda recebe indicações por sua atuação em “ Tropa de Elite ” – ao todo foram sete prêmios. Definitivamente, o Capitão Nascimento trouxe notoriedade para ele como ator de cinema. Tanta, que o personagem Naldinho do longa-metragem “Cidade Baixa” (2005) perde feio para o capitão do Bope.
O fato é que Wagner Moura estrela campanhas publicitárias com freqüência desde o início de 2008: loja de roupas, adoçantes, cerveja, calçados... Da TV, ele prefere dar um tempo. Está ensaiando o clássico “Hamlet”, de William Shakespeare, que estréia no teatro em São Paulo em junho próximo.
E no cinema? Moura tem recebido alguns roteiros – leia-se propostas. Todos querem que o baiano mostre sua impecável interpretação em uma filmografia. Primeiro foi o cantor Belo , que declarou recentemente que Wagner “é o melhor desta geração”. E o pagodeiro o quer em um filme que contará a triste história do carioca preso por suposta ligação ao tráfico de drogas.
Nesta semana, foi a vez de Acelino Popó de Freitas anunciar que convidou informalmente Wagner Moura para estrelar “Mão de Pedra – A História de Popó, o Herói Brasileiro”. Com direção de Giovani Lima, o filme vai retratar os quatro títulos mundiais do lutador. “Gosto do Wagner porque ele é baiano como eu, tem projeção internacional e é um bom ator”, disse o pugilista.
Ao EGO, a assessoria de Moura contou que nenhum convite foi feito oficialmente, “apenas conversas informais”. Até o momento, “Wagner não tem nada certo nos cinemas, nem em novelas. Ele está se dedicando integralmente ao espetáculo ‘Hamlet’”, contou um assessor ao site.
Wagner Obama Sarkozy
Para viver Juscelino Kubitschek na minissérie “JK”, Wagner Moura conseguiu trocar o sotaque baiano pelo mineiro. Será que ele teria dificuldade em fazer o acento francês caso aceitasse protagonizar a vida do presidente Nicolas Sarkozy? A história é boa: um mês depois de se separar de Cécilia Ciganer-Albéniz, o presidente francês assumiu um namoro com a modelo Carla Bruni , com quem se casou recentemente.
Da França para os Estados Unidos, Wagner Moura poderia contar nos cinemas a trajetória de Barack Obama: senador norte-americano de origem humilde que pode concorrer às eleições presidências do país este ano.
E por falar em presidente, o venezuelano Hugo Chávez também tem uma história rica: é o segundo de seis filhos, se dedicou aos esportes quando adolescente e foi como militar que se encontrou na política.
No Brasil, Wagner Moura poderia refrescar nossa memória interpretando ninguém menos que Renan Calheiros, senador envolvido em um escândalo político que trouxe à tona seu caso extra-conjugal com a jornalista Mônica Veloso .
Wagner Romário Kuerten
Esta semana, o Brasil presenciou o anúncio da aposentadoria de Romário . A história de sucesso e polêmica do baixinho poderia muito bem ser contada por Wagner Moura. Aos 42 anos, o craque encerra suas atividades futebolísticas depois de 22 anos de dedicação ao esporte e contabiliza 1.002 gols como profissional e amador.
Gustavo Kuerten também entrou em um momento decisivo em sua carreira ao anunciar que está parando de jogar. O tenista que levou o Brasil a gostar do esporte é tricampeão de Roland Garros, mas não consegue jogar seu melhor tênis desde 2002, por causa de uma lesão no quadril. Já imaginou Wagner Moura representando Guga nas quadras?
Wagner Polêmico Moura
Mulheres, dinheiro, drogas e prisão. Wagner Moura certamente é “o cara” para retratar situações de luxúria e limite no cinema. Ele poderia viver a abstinência do roqueiro Pete Doherty na prisão, os altos e baixos da carreira de Alexandre Frota – de galã global a comediante popular passando por ator pornô -, a boa vida do milionário dono da “Playboy” Hugh Hefner ou até mesmo a história de MC Catra no subúrbio carioca.
Aproveitando que a sétima arte está atrás de Wagner Moura, veja as fotos de algumas personalidades que o baiano poderia viver na tela grande:
No ringue: Wagner Moura é sondado para viver Popó no cinema
Refém do coração: Wagner Moura como o cantor Belo
Wagner Moura como Kurt Cobain
Polêmico: o ator baiano caracterizado como Alexandre Frota
"Ó Paí, Ó" e "Tropa de Elite" participam de festival em Lisboa
A segunda edição do festival português de cinema "Hola Lisboa", que será realizada entre os dias 21 e 25 de maio na capital portuguesa, abre espaço para a produção cinematográfica dos países ibero-americanos, entre eles o Brasil.
O filme "Tropa de Elite", do carioca José Padilha, vencedor do Urso de Ouro do Festival de Berlim deste ano, abrirá o festival.
A produção "Ó Paí, Ó", da baiana Monique Gardenberg, concorre ao prêmio principal do "Hola Lisboa", o Galo de Ouro.
Os outros filmes em competição são os chilenos "Radio Corazón", de Roberto Artiagoitia, e "Pai Nosso", de Rodrigo Sepúlveda; o argentino "XXY", de Lucía Puenzo; o colombiano "Soñar no Cuesta Nada", de Rodrigo Triana; o espanhol "Barcelona (un mapa)", de Ventura Pons; e o português "Dot.com", de Luís Galvão Teles.
A diretora e fundadora do "Hola Lisboa", a angolana Ossanda Liber, disse em entrevista coletiva que a ampliação do festival se deve à grande qualidade do cinema latino-americano, que "está crescendo e foi aplaudido no mundo todo".
Famosos em noite de gala no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro
Wagner Moura recebe o prêmio de melhor ator e posa ao lado da mulher, Sandra Delgado
Em noite de gala do cinema nacional, artistas se reuniram na noite desta terça-feira, 15, no Rio, no Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro, que premia os melhores da sétima arte. O evento teve como mestre de cerimônia o casal de atores Vladimir Brichta e Drica Lopes.
Renato Aragão foi o grande homenageado, por sua contribuição ao cinema brasileiro. E a grande surpresa foi o filme “O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias”, de Cao Hamburger, que recebeu o prêmio de melhor longa-metragem.
Wagner Moura levou o prêmio de melhor ator pelo personagem Capitão Nascimento, do longa "Tropa de Elite". Ele concorria com Lázaro Ramos , Selton Mello , Marcos Ricca e Matheus Nachtergaele.
“Quando recebi o roteiro deste filme, aceitei na hora fazer o personagem. Não tem assunto mais importante nos dias de hoje do que a violência e a segurança pública”, disse Wagner, que foi acompanhado pela mulher, Sandra Delgado, e dedicou o prêmio ao filho, Ben, de um ano.
"Sei que não é nada original, mas o nascimento de Ben foi na mesma época em que fiz o Capitão Nascimento. O nascimento do meu filho só me deu paz e alegria, no momento em que eu estava envolvido com a violência. Agradeço também a Sandra, o meu amor.”
Mesmo sem levar o troféu, Selton Mello, que integrou o elenco de “O Cheiro Do Ralo”, estava satisfeito com a premiação. “Acho que cada um tem que achar sua melhor forma de viver e de ser feliz. Eu achei a minha, que é fazer cinema. E este prêmio é de grande importância para o reconhecimento. Fiquei satisfeito de a organização do evento ter colocado o voto popular porque acho que é uma boa forma de saber a opinião do público.”
Grávidas
Mateus Nachtergaele, que fez o personagem Everardo no longa “Baixio das Bestas”, também estava entre os indicados a melhor ator. Ao chegar ao evento, ele comentou que não estava confiante de que iria receber o prêmio.
“Sinceramente, acho que este ano não vou ganhar, porque estou concorrendo com Selton Mello e Wagner Moura, de dois filmes com uma bilheteria bastante significativa, ao contrário do meu filme, que foi um pouco mais restrito, menos visto. Achei o trabalho deles muito bonito.”
A premiação também reuniu duas grávidas, Dira Paes e Camila Pitanga, ambas no oitavo mês de gestação. Sempre sorridente, Camila - acompanhada pelo pai, Antônio Pitanga, e pelo irmão, Rocco -, foi à festa com um vestido longo preto tomara-que-caia do estilista Victor Dzenk. A atriz, que entregou um dos prêmios da noite, deixou o local assim que terminou a premiação. “Foi linda a noite”, disse.
Dira Paes apareceu usando um vestido pink comprado em Nova York para prestigiar o filme “Baixio das Bestas”, um dos indicados da noite e no qual ela atua. “Achei a noite lindíssima, com ótimas premiações. É uma pena que não tenha tido mais de um vencedor nas categorias, porque todos mereciam”, comentou a atriz, que falou também sobre a gravidez. “Quero que seja parto normal. O nome eu só vou saber quando ver a carinha dele, e o quartinho eu ainda não terminei. Está tudo maravilhoso, não tenho do que reclamar, ser mãe é um milagre da vida mesmo.”
Alinne Moraes deixou a premiação após o final e, coincidência ou não, o ex-namorado Sérgio Marone saiu cinco minutos depois da atriz.
"Acho muito importante um prêmio como este. Vejo o cinema como um adolescente, com a possibilidade de crescer. Tenho alguns preferidos, como 'Tropa de Elite', pelo meu gosto pessoal e pelos meus amigos Wagner e Fernanda Machado, que estão no elenco”, disse Alinne, que saiu do evento acompanhada de seu empresário.
Sérgio endossou o comentário da ex e saiu apressado. “Achei ótimo os prêmios do filme "Tropa de Elite" e gostei de “O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias” ter recebido o prêmio de melhor filme”, contou Sérgio. Ao ser perguntado se continua solteiro, ele respondeu: “Estou viajando muito com a minha peça, 'A Farsa', e estou cuidando da minha cachorra”, disfarçou.
Prêmios
O longa "Tropa de Elite" não levou o troféu de melhor filme, mas levou nove prêmios: melhor ator, longa-metragem nacional pelo voto popular, direção, ator coadjuvante, direção de fotografia, maquiagem, montagem, som e efeito especial. José Padilha, diretor de "Tropa", não compareceu ao evento porque está com dengue.
Confira a lista completa dos vencedores do Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro:
Longa-Metragem de Ficção – “O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias”, de Cao Hamburger
Longa-Metragem de documentário – “Santiago”, de João Moreira Salles
Longa-Metragem de animação – “Wood e Stock, Sexo, Orégano e Rock’N’Roll, de Otto Guerra
Diretor – José Padilha ("Tropa de Elite")
Atriz – Hermila Guedes ("O Céu de Suely")
Ator – Wagner Moura ("Tropa de Elite")
Atriz coadjuvante – Silvia Lourenço ("O Cheiro do Ralo")
Ator coadjuvante – Milhem Cortaz ("Tropa de Elite")
Direção de fotografia – Lula Carvalho ("Tropa de Elite")
Direção de arte – Cássio Amarante ("O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias")
Figurino – Kika Lopes ("Zuzu Angel")
Maquiagem – Martín Macias Trujillo ("Tropa de Elite")
Efeito especial – Phil Neilson e Bruno Van Zeebroeck ("Tropa de Elite")
Trilha sonora – Cartola ("Cartola, Música Para os Olhos")
Som – Leandro Lima, Alessandro Laroca e Armando Torres Jr. ("O Cheiro do Ralo")
Montagem de Ficção – Daniel Rezende ("Tropa de Elite")
Montagem de documentário – Eduardo Escorel e Lívia Serpa ("Santiago")
Roteiro original – Claudio Galperin, Cao Hamburger, Braúlio Mantovani e Anna Muylaert ("O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias")
Roteiro adaptado – Heitor Dhalia e Marçal Aquino ("O Cheiro do Ralo")
Longa-Metragem estrangeiro – “A Vida dos Outros”, de Florian Henckel
Longa-Metragem de ficção nacional e estrangeiro pelo o voto popular – “Tropa de Elite”, de José Padilha
Curta-Metragem de ficção – “Beijo de Sal”, de Felipe Barbosa
Curta-Metragem de aocumentário – “A Cidade e o Poeta”, de Luelane Côrrea
Curta-Metragem de animação – “Vida Maria”, de Márcio Ramos
'Tropa de Elite' leva 9 prêmios mas não o principal em GP de Cinema
Wagner Moura agradece o prêmio de melhor ator por 'Tropa de Elite'
O filme 'O ano em que meus pais saíram de férias', de Cao Hamburger, foi escolhido o melhor filme do Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro, realizado na noite da última terça-feira no Rio de Janeiro. O grande vencedor desta edição da premiação, no entanto, foi Tropa de Elite, de José Padilha, que conquistou nove de 13 indicações, incluindo melhor diretor e melhor ator para Wagner Moura.
Tropa de Elite, por sua vez, ganhou ainda os prêmios de: efeitos especiais, montagem, som, direção de fotografia, maquiagem, ator coadjuvante (Milhem Cortaz) e melhor filme pelo voto popular.
Padilha não compareceu à cerimônia, realizada no Vivo Rio. De acordo com o produtor Marcos Prado, o diretor está com suspeita de dengue.
A festa do cinema brasileiro premiou ainda, entre outros, Santiago, de João Moreira Salles (melhor documentário), Hermila Guedes (melhor atriz, por O Céu de Suely) e Heitor Dhalia e Marçal Aquino (melhor roteiro adaptado, por O Cheiro do Ralo).
Noite de gala para o Oscar nacional A Academia Brasileira de Cinema realiza hoje sua grande festa, no Rio; Cao Hamburger e José Padilha lideram indicações
Mais de cem filmes, entre longas de ficção e documentários, foram listados pela Academia Brasileira de Cinema para chegar aos indicados que hoje disputam o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, no Rio. A festa que deixou de ocorrer no ano passado, por falta de patrocinador, tem agora o aval da Vivo e o troféu passa a se chamar Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro. Foram habilitados para a competição os filmes lançados entre 1º de julho de 2006 e 31 de dezembro de 2007, o que permite que duas vencedoras do troféu da Associação Paulista dos Críticos de Artes, a APCA, em anos diferentes - Hermilla Guedes, por O Céu de Suely, em 2006; e Carla Ribas, por A Casa de Alice, em 2007 -, concorram agora a melhor atriz, pelos mesmos filmes.
Em todo o mundo, existe uma tendência da mídia a simplificar as coisas para o público médio. O Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro seria, ou é, o Oscar do Brasil, como o Ariel é o Oscar do México, o César, o da França, e o Goya, o da Espanha. Como a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, a Academia Brasileira de Cinema divide as categorias de ficção e documentário. Existem cinco filmes indicados na categoria de melhor ficção e cinco na de melhor documentário, mas o prêmio de direção é apenas um, englobando as duas categorias.
O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias e Tropa de Elite lideram as indicações entre as obras de ficção, ambos concorrendo em 13 categorias, incluindo melhor filme e diretor, respectivamente Cao Hamburger e José Padilha. Tropa concorre também para melhor ator (Wagner Moura) e melhor coadjuvante (Milhem Cortaz). O Ano tem duas indicações para melhor coadjuvante - Caio Blat e Germano Haiut. Hermilla Guedes tem duas indicações - para melhor atriz (O Céu de Suely) e melhor coadjuvante (O Baixio das Bestas). Será o escândalo anunciado do grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro se ela não sair do Teatro Vivo, onde se realizará a cerimônia, ganhando pelo menos um. A aposta mais fácil é na categoria de coadjuvante, embora as demais indicadas sejam todas muito boas. Hermilla terá concorrentes mais duras, na categoria principal, em duas atrizes igualmente admiráveis - Carla Ribas, a Alice, e Andréa Beltrão, indicada por Jogo de Cena.
O documentário de Eduardo Coutinho compete com Santiago, mas só João Moreira Salles foi indicado para melhor diretor. O prêmio contempla o melhor filme estrangeiro. É uma das categorias em que existem seis, e não apenas os cinco tradicionais indicados. Se o colegiado da academia fizer a coisa certa, Pedro Almodóvar leva, por Volver. Mais um Se... Se o Grande Prêmio Vivo for comparado ao Oscar - mas a brasileira e a norte-americana são cinematografias muito diversas; a nacional não tem o peso industrial da outra -, teremos hoje o Grande Prêmio Vivo Especial, o Oscar honorário, de carreira, do cinema brasileiro. Renato Aragão sobe ao palco para receber o reconhecimento de seus pares, ele que acaba de concluir no sábado, em São Paulo, a rodagem de seu 47º filme - O Guerreiro Didi e a Ninja Lili, com direção de Marcus Figueiredo. A seguir, a relação dos principais indicados:
Melhor filme - O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias, Baixio das Bestas, O Céu de Suely, O Cheiro do Ralo e Tropa de Elite.
Melhor diretor - Beto Brant e Renato Ciasca (Cão Sem Dono), Cao Hamburger (O Ano), João Moreira Salles (Santiago), José Padilha (Tropa) e Karin Ainouz (O Céu de Suely).
Melhor ator - João Miguel (Mutum), Lázaro Ramos (Ó Pai, Ó), Marco Ricca (A Via Láctea), Matheus Nachtergaele (Baixio das Bestas), Selton Mello (O Cheiro do Ralo) e Wagner Moura (Tropa).
Melhor atriz - Andréa Beltrão (Jogo de Cena), Carla Ribas (A Casa de Alice), Dira Paes (Baixio das Bestas), Hermilla Guedes (O Céu de Suely) e Patrícia Pillar (Zuzu Angel).
Melhor filme estrangeiro - Babel (México), A Culpa É do Fidel (França), Os Infiltrados (EUA), Pequena Miss Sunshine (EUA), A Vida dos Outros (Alemanha) e Volver (Espanha).
A cerimônia será transmitida ao vivo, a partir das 21h15, pelo Canal Brasil, com comentários do crítico Luiz Zanin Oricchio, do Estado.
Intérprete de Capitão Nascimento, Wagner Moura chora em shows de Roberto Carlos
Domingos de Oliveira, diretor do programa, o descreveu como um meteoro. Afinal, um ator que alcança o sucesso de uma maneira tão rápida merece a comparação. Por sua vez, Wagner declarou que não consegue fazer vários trabalhos ao mesmo tempo e que chora sempre que uma peça sua termina.
Esse é o resumo do papo de Wagner e Priscilla Rozenbaum na estréia da segunda temporada de "Todos os homens do mundo", no Canal Brasil.
Na atração, o intérprete do durão Capitão Nascimento, de "Tropa de elite", entrega que chora nos shows de Roberto Carlos. "Do início ao fim" e fala sobre seu novo trabalho como produtor teatral de "Hamlet" no qual também atuará.
"Quero fazer um Hamlet popular", avisou ele sentado no chão com Priscilla, na casa onde é gravado o programa.
Casado com a fotógrafa Sandra Delgada, com quem tem um filhinho, Bem, o intérprete derrete-se por sua família, principalmente por San, como ela chama carinhosamente sua mulher.
"Tem muita gente interessante e sedutora ... Mas a parceria, a tranqüilidade, o amor, a paz, a entrega, a força que você tem em estar com alguém, acho que não vale a pena a troca. Minha mulher é minha vida", diz Moura.
E claro! A amizade com o conterrâneo Lázaro Ramos também fez parte do papo com declarações sobre o dia-a-dia dos dois.
Fonte: Blog da Patrícia Kogut e Programa Todos os homens do mundo
Texto editado por Carol Monteiro
Wagner Moura pode interpretar Popó no cinema
Ator já teve conversas informais sobre o longa-metragem.
Depois de capitão Nascimento, Wagner Moura pode interpretar um pugilista nos cinemas. No que depender de Acelino Popó de Freitas, será o conterrâneo o responsável por viver sua história na tela grande.
Em entrevista ao jornal “Diário de S. Paulo” desta segunda-feira, 14, Popó confirmou sua predileção pelo ator baiano. “Gosto do Wagner porque ele é baiano como eu, tem projeção internacional e é um bom ator”, disse o pugilista. “Mas não sei se o meu querer é o dos diretores”.
Dirigido por Giovani Lima e roteirizado por Marcos Bernstein, o filme “Mão de Pedra – A História de Popó, o Herói Brasileiro” relembrará os quatro títulos mundiais do lutador, “minha luta para perder peso e minha infância difícil”, completou Popó.
Wagner Moura, por meio de sua assessoria, confirmou o convite, mas disse que as conversas sobre sua participação no longa foram informais. A produção começa a ser rodada em janeiro de 2009 e deve estrear em junho.
Wagner Moura e Maurício Mattar são premiados em festival de cinema
Dan Stulbach foi o apresentador da premiação do Festival Sesc dos Melhores Filmes 2008, realizado nesta segunda-feira, 7, no CineSesc, em São Paulo. Wagner Moura e Maurício Mattar foram alguns dos premiados, que venceram pelos filmes "Tropa de Elite e "Falsa Loura", respectivamente.
"Sem dúvida ‘Tropa de Elite’ foi muito importante para minha carreira, ele me fez despontar", contou Wagner Moura, o comentado Capitão Nascimento.
Já Maurício Mattar viu em seu filme o pontapé inicial para uma volta às telonas. "Eu não fazia cinema há muito tempo. Quando recebi o convite, pensei: ‘Que maravilha’", contou o ator, que ainda este ano vai fazer "E cadê você" e "Dores e Amores".
"A tevê é maravilhosa, mas cinema e teatro têm pesos diferentes, dá para alçar um vôo maior", comparou Mattar.
Grandes filmes
Dan Stulbach , que acabou de fazer a minissérie " Queridos Amigos ", também ficou estimulado a fazer cinema. "É um barato estar aqui. Já estive em festivais em outras ocasiões e até pretendo fazer um filme no segundo semestre, sobre o ‘Novas Diretrizes em Tempo de Paz’”, contou. "Mas antes vou dar um descanso. A série foi muito intensa, eu me dediquei muito, perdi sete quilos, é bom dar um descanso para mim e para o público", disse Stulbach, que adiantou ao EGO que "Jogo de Cena" e "A vida dos outros" também foram selecionados nesta 34ª edição do festival.
Depois da premiação, "Falsa Loura", de Carlos Reichenbach, deu início à programação do evento, que vai exibir até o dia 24 filmes como "O Cheiro do Ralo", "Piratas do Caribe" e "Babel".
O Festival SESC de Melhores Filmes 2008, teve início na noite desta segunda-feira, dia 07 de abril, com uma cerimônia de premiação das melhores produções cinematográficas de 2007, estrangeiras e nacionais, eleitos pelo público e pela crítica especializada. Entre os laureados estavam o ator Wagner Moura (Melhor ator em filme nacional, por “Tropa de Elite”, eleito pela crítica e pelo público), que foi acompanhado de sua esposa Sandra Delgado; os atores Caio Junqueira e Milhem Cortaz (que participaram do filme “Tropa de Elite”, representaram a produção e receberam o Prêmio de Melhor Filme, eleito pelo público). No total, o filme “Tropa de Elite” totalizou 4 prêmios e foi o maior ganhador da noite! O cineasta Hector Babenco, foi representando o ator Gael Garcia Bernal (que ganhou o Prêmio de Melhor Ator Estrangeiro, eleito pelo público, no Filme “O Passado”, dirigido por Hector). A cerimônia de premiação foi comandada pelo ator Dan Stulbach e na platéia, a atriz e escritora Tuna Dwek, a cantora e atriz Leilah Moreno, entre muitos outros. Após a entrega dos prêmios, dando início ao Festival SESC Melhores Filmes 2008, que reapresentará grandes sucessos do cinema do ano passado, nacionais e estrangeiros, a preço popular, foi passado o filme “Loira Falsa” de Carlos Reichenbach, que tem como protagonista o ator Cauã Reymond. O ator, compositor e cantor Maurício Mattar, que faz parte do elenco do filme, esteve presente no evento. O Festival fica em cartaz no CineSESC da Augusta, até dia 24 de abril.
Galeria
Hamlet, peça de Wagner Moura já tem data de estréia, em São Paulo
Como OFuxico antecipou, a montagem de Hamlet, clássico de William Shakespeare, está sendo produzida por Wagner Moura.
Agora, o espetáculo já tem data certa para estrear: será dia 20 de junho, no teatro da FAAP (Faculdade Armando Álvares Penteado), no bairro do Pacaembu, em São Paulo.
A princípio, a estréia seria em 6 de junho. Porém, a produção preferiu adiar em algumas semanas. A peça, que será protagonizada por Wagner Moura, também marca a estréia do ator como produtor.
Dessa forma, Wagner está intensamente voltado para o trabalho de elaboração do espetáculo, tendo que ler diversos textos sobre o assunto. Com isso, ele não deverá integrar nenhuma novela nos próximos meses.
Depois da temporada em São Paulo, a peça deverá excursionar por outros estados do Brasil; em seguida, será montada em Portugal
Este ano ainda, Wagner Moura retornará à telona com o filme Romance, de Guel Arraes, que foi rodado em 2007.
O filme conta a história de um casal de artistas – um diretor e uma atriz –, e tem no elenco Letícia Sabatella, Andréa Beltrão e Wladmir Brichta.
Wagner Moura e Maurício Mattar são premiados em festival de cinema
Dan Stulbach anunciou vitória de ‘Tropa de Elite’ e ‘Falsa Loura’
Dan Stulbach apresenta prêmio em São Paulo (Foto: Fábio Zanzeri/AgNews)Dan Stulbach foi o apresentador da premiação do Festival Sesc dos Melhores Filmes 2008, realizado nesta segunda-feira, 7, no CineSesc, em São Paulo. Wagner Moura e Maurício Mattar foram alguns dos premiados, que venceram pelos filmes "Tropa de Elite e "Falsa Loura", respectivamente.
"Sem dúvida ‘Tropa de Elite’ foi muito importante para minha carreira, ele me fez despontar", contou Wagner Moura, o comentado Capitão Nascimento.
Já Maurício Mattar viu em seu filme o pontapé inicial para uma volta às telonas. "Eu não fazia cinema há muito tempo. Quando recebi o convite, pensei: ‘Que maravilha’", contou o ator, que ainda este ano vai fazer "E cadê você" e "Dores e Amores". "A tevê é maravilhosa, mas cinema e teatro têm pesos diferentes, dá para alçar um vôo maior", comparou Mattar.
Grandes Filmes
Dan Stulbach , que acabou de fazer a minissérie " Queridos Amigos ", também ficou estimulado a fazer cinema. "É um barato estar aqui. Já estive em festivais em outras ocasiões e até pretendo fazer um filme no segundo semestre, sobre o ‘Novas Diretrizes em Tempo de Paz’”, contou. "Mas antes vou dar um descanso. A série foi muito intensa, eu me dediquei muito, perdi sete quilos, é bom dar um descanso para mim e para o público", disse Stulbach, que adiantou ao EGO que "Jogo de Cena" e "A vida dos outros" também foram selecionados nesta 34ª edição do festival.
Wagner Moura será o primeiro convidado da nova temporada do programa Todos os Homens do Mundo.
Arte, família e trabalho perpassam toda a conversa entre Wagner Moura e Priscilla Rozenbaum. Encantado com o primeiro filho, o ator fala da vida de casado e não mede elogios à mulher. Moura também relembra a preparação para viver o Capitão Nascimento e analisa sua nova profissão: produtor teatral.
Wagner pode tudo O ator Wagner Moura, que brilhou como Olavo em Paraíso Tropical, se diz surpreso com as reações ao filme tropa de elite e fala de corrupção e legalização das drogas
O vilão pode tudo”, diz Wagner Moura sobre Olavo, seu personagem mau em Paraíso Tropical e que ainda assim teve torcida a favor de um final feliz com a Bebel de Camila Pitanga. Quem parece poder tudo mesmo é o próprio ator. Mesmo sendo um vilão na novela das oito, ele foi contratado para grandes campanhas publicitárias, papel normalmente exclusivo dos mocinhos. Apesar do sucesso, Wagner Moura acaba de recusar um contrato longo com a Rede Globo.
“É tão bom você se sentir livre e poder fazer o que quiser, sem ter de pedir para ninguém”, diz o ator de 31 anos, demonstrando, porém, não ter muita certeza da decisão. Junto com o final da novela, Wagner Moura viu-se em novo furacão.
Sua atuação como o violento Capitão Nascimento, do Batalhão de Operações Policiais Especiais, foi a única unanimidade no polêmico Tropa de Elite, de José Padilha. Ler artigos como o do colunista Arnaldo Bloch, de O Globo, que sugeria que o filme era fascista, surpreendeu Wagner. Ele respondeu com um artigo para o mesmo jornal, no qual defendeu a legalização das drogas. Foi com a mesma disposição e opiniões fortes – mas sempre com o jeito tranqüilo e sotaque malemolente de baiano – que ele conversou com Gente, em São Paulo.
Seu próximo projeto não é nem tevê nem cinema. Primeiro, ele vai curtir férias com a mulher, a fotógrafa Sandra Delgado, e o filho Bem, de pouco mais de 1 ano – um bebê protegido com garra pelo pai famoso, que fica muito incomodado ao falar sobre sua vida familiar. Depois, Wagner parte para um próximo desafio: encarnar Hamlet no teatro, dirigido por Aderbal Freire-Filho.
“Nunca pensei que fosse fazer Hamlet porque sempre achei que Hamlet era impossível. E é. Vou fazer o meu. Não será o Hamlet perfeito, mas será o nosso ponto de vista”, diz o ator, que ainda quer mais.
“Nossa idéia é fazer um Hamlet popular, o que é uma coisa muito louca.”
Mas ele é Wagner Moura, e Wagner Moura está podendo.
Esperava tanto barulho assim em relação ao filme?
Esperava. Desde que li o roteiro, achei que era um filme polêmico. O que me surpreendeu e me desagradou é essa confusão primária que tem sido feita entre o olhar dos personagens, de como pensa um policial brasileiro do Batalhão de Operações Especiais, com o que pensa o realizador do filme.
Foi por causa disso que escreveu o artigo para O Globo?
Essa história começou a me incomodar muito. E aí o Arnaldo Bloch escreveu um artigo com o título: “Tropa de Elite é fascista?”. Tomei um susto. Porque pensei: não fiz um filme fascista. É um filme que traz um ponto de vista importantíssimo para discutir violência no Brasil. E foi um dos motivos por que eu quis fazê-lo. Tem-se falado muito sobre a reação de algumas pessoas. É legítimo o cara ver o filme e achar que a solução para a violência no Brasil é a força, porque a gente vive num país em que esse problema é grave e não há política de segurança pública. Mas eu não penso assim. E foi isso que quis dizer com aquele artigo.
Você se disse a favor da legalização das drogas. Como fica essa mão-de-obra do tráfico?
Discute-se muito isso: para onde vai essa mãode- obra de bandidos que trabalha no tráfico se for legalizado? Não sei. Mas combater o tráfico com repressão não tem funcionado. E não é possível que só eu esteja vendo isso. A legalização não pode ser feita num estalar de dedos.
Mas é hipocrisia não discutir. O consumo de drogas existe. O consumidor tem responsabilidade, sim. Mas é uma tomada de atitude individual. O cara pensa: “Não posso comprar droga no morro porque estou contribuindo com essa parada”. Mas tem outro que diz: “Pago imposto, sou honesto, vou fumar meu bagulho”. Pragmaticamente, não é isso que vai funcionar.
Já sofreu com a corrupção policial?
Na época do Pan, meu carro estava com o IPVA atrasado em um mês. O policial disse: “Vou ter que levar seu carro”. Eu falei: “Leva, porque meu IPVA está vencido mesmo”. E ele: “Mas tu não quer dar uma idéia no capitão?”. Eu falei que não ia rolar, que era para ele levar o carro. A corrupção começa lá em cima, mas, se a gente quer reclamar do que está acontecendo lá em Brasília, não pode dar 10 contos para o guarda.
Apreenderam seu carro?
Não, me deixaram ir embora.
Alguns autores de novela têm se surpreendido com a torcida do público pelos vilões, algo que aconteceu com o Olavo em Paraíso Tropical. Por que isso ocorre?
Acho que os vilões são mais interessantes. No vilão, pode ter humor, que é raro de ter no mocinho. O povo gosta quando o personagem é divertido. Já fiz mocinho. É ótimo, mas é um tipo de personagem que tem “não pode”. O vilão não tem “não pode”. O vilão pode tudo.
É melhor para o ator?
É diferente. É um barato fazer o mocinho também, entrar naquele jogo do cara que ama e é honesto, virtuoso, viril, o exemplo do homem alfa. Mas o vilão é a doidice.
E como foi fazer o Olavo?
Foi o máximo. Uma novela boa da porra de fazer, só com gente legal. Adorei.
Mas você não quis assinar contrato longo com a Globo. Por quê?
Pensei e repensei, mas prefiro manter essa posição. Tem tanta coisa acontecendo, é bom ser livre e poder fazer o que quiser, sem ter de pedir para ninguém. Ou não se sentir constrangido a aceitar um convite porque está recebendo aquele dinheiro. Por outro lado, todo mundo tem contrato...
Você é pai agora, e novela toma tempo. Não tem a ver com isso?
Não. Ser pai era um motivo para ter contrato, porque estabilizaria, meu filho ia ter um plano de saúde bom. Não sei ainda direito dessa história do contrato. Continuo tendo a postura de não fazer, mas não tenho certeza se é a coisa certa.
E a proposta da Record?
Em mim não chegou. Não quero leilão. Não quero ficar preso com ninguém.
Seu próximo projeto é no teatro. Por que Hamlet?
Acho Hamlet a coisa mais incrível já escrita. Em vários personagens que eu fiz, Hamlet paira. O Olavo é hamletiano, vivia um pouco para vingar o pai.
Você teve filho recentemente,mas raramente se viu foto do Bem.
Não tem de aparecer foto do Bem.
Mas tem paparazzi espalhados no Rio.
Não sou muito vítima dos paparazzi porque tenho uma vida quieta. Paparazzi é uma categoria profissional que eu não respeito. A profissão do fotógrafo é tão bonita, eu sou casado com uma, isso desmerece... Mas há uma demanda, enfim. Meu filho Bem não vai aparecer, enquanto eu puder preservá-lo. Quando ele tiver 18 anos, vai decidir. Ninguém tem que saber onde ele estuda, como ele é, não é da conta de ninguém. A gente não gosta de aparecer, que dirá ele.
Como tem sido a experiência da paternidade?
É muito bom, é a melhor coisa.
Apesar de estar sendo disputado por vários autores da Globo - ele foi cotado para uma minissérie e duas novelas -, Wagner Moura já avisou: quer férias longas do vídeo. Ele tem ensaiado no Rio de Janeiro o espetáculo "Hamlet", que estréia dia 17, no Teatro Faap. "Este ano, Wagner pretende fazer a peça e divulgar o filme ‘Romance’, de Guel Arraes. Além disso, fechou novas campanhas publicitárias", contou o assessor do ator.
"Tropa de Elite" vai abrir festival de cinema na Espanha
O filme brasileiro "Tropa de Elite", grande vencedor da edição deste ano do Festival de Berlim, vai abrir o 14ª Festival de Cinema Latino-americano de Lérida, que acontecerá de 11 a 18 deste mês.
Estrelado por Wagner Moura e dirigido por José Padilha, o filme encabeçará a mostra deste ano do festival. No total, serão 86 filmes de 18 países, sendo 11 destes latino-americanos.
Um dos destaques da edição vai ser a retrospectiva e a projeção de um documentário em homenagem ao ator, diretor, roteirista e escritor Fernando Fernán-Gómez, que morreu em 2007, aos 86 anos.
Recentemente, Octávio Florisbal, diretor geral da TV Globo, confirmou que a emissora brasileira comprou os direitos do filme "Tropa de Elite" e que a estréia de uma série baseada no filme deve acontecer no segundo semestre de 2009.
O ator Wagner Moura já pode acrescentar o título de produtor à sua biografia: sua montagem do clássico Hamlet, de William Shakespeare, estréia no dia 20 de junho em São Paulo. Wagner acumula a função de protagonista da peça, que excursionará pelo Brasil e depois será montada em Portugal.
Por conta dessa agenda corrida, o ator não tem planos para voltar às novelas em 2008. Os fãs, de toda forma, poderão matar as saudades dele no cinema. O filme Romance, de Guel Arraes, rodado em 2007, estréia ainda este ano nas salas brasileiras. Vladimir Brichta, Letícia Sabatella e Andréa Beltrão.